Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.
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“Olá, me chamo Cristiane, tenho 21 anos e terminei há alguns meses um relacionamento pra lá de perturbado (foi meu primeiro namorado e ficamos juntos 4 anos). Não temos condições de sermos namorados porque ele é uma bomba relógio. Já definimos que não existe mais respeito e acho que nem amor. Ele me traiu, me fez sofrer, etc. O problema é que ficamos tanto tempo juntos, nos conhecemos tanto que sinto a falta dele. Queria muito que fossemos amigos e voltássemos a andar juntos. Meio que conversamos e decidimos que seremos só amigos. Vocês acham que isso é possível?”
Ex-namorado não é e NUNCA vai ser somente seu amigo. Não suporto aquela conversa mole do tipo “podemos ser amigos” quando alguém quer dispensar o outro. Como ser amigo de alguém que você amou? Conviveu e conhece tudo (ou quase tudo) da pessoa? Não dá, simplesmente não rola. Não comigo. Não sei você, mas sou vítima confessa das memórias e estas não me abandonam.
Ser amiga de alguém que é uma bomba explosiva é algo que não tem condições. Dá pra ser no máximo COLEGA de ex-namorado. Daqueles que cumprimentamos de longe, mantemos certas formalidades e conversamos coisas triviais. Com amigo se sai pra encher a cara, chorar as mágoas, xingar o namorado, fazer confissões… Com ex você sai no máximo para umazinha ou se encarnar num jogo de “não me importo“. Que quase sempre deixa alguém magoado.
Para com isso garota, se não existe amor e respeito que tal dar uma repaginada nos contatos? Estamos aí pra isso, quebrar a cara, recomeçar, conhecer novamente, saber quase tudo da pessoa… etc. Isso é apenas uma zona de conforto gritando para você não mexer os quadris e dar a volta por cima. Vai por mim…
Beijos,
Vanessa
vanessa@malvadas.orgTweet
por Vanessa em 15/05/2013 às 21:53
Você possui um lança-chamas na língua que, em segundos, reduz qualquer ser superior a um montinho de cinzas.
Que na primeira lufada de vento transforma-se em nada.
Você sempre nada contra a corrente. Está acima do seu tempo.
Sua filosofia de vida é: sexo, drogas e rock and roll. Não necessariamente nesta ordem.
“Ah, deixa de papo furado” – você me interrompe antes de dizer – “me prepara a vodka que já estou na banheira!”.
por Gabe em 7/05/2013 às 10:44
Olá queridos!
Sempre falo sobre a importância de explorar e conhecer o próprio corpo para conseguir ter uma vida sexual ainda melhor. É fato que uma pessoa que sabe se dar prazer tem mais facilidade em mostrar o caminho ao parceiro e aumentar ainda mais a intimidade a dois.
Nessa busca de autoconhecimento, entramos em parceria com a Atração Sex Shop e pude conhecer dois produtos para que pudesse compartilhá-los com vocês.
O primeiro é um Vibrador Rotativo e o outro um Gel Excitante Feminino.
Pessoalmente sempre dei preferências à capsulas vibratórias, mas achei interessante experimentar as diferentes formas em que um vibrador pode atender aos desejos. Ele é mais completo porque pode penetrar enquanto estimula o clitóris ou o ânus e ainda existe a rotatividade que dá uma sensação de movimento que independe de usuário.
Experimentei cada um separado e depois ambos. Estes produtos deram uma nova dimensão a masturbação sem brinquedos sexuais porque permite uma variação maior, feita com segurança e praticidade.
Utilizando o instigante gel na masturbação com as mãos, é possível sentir gradativamente o efeito de formigamento e calor, que de certa forma foca aquele prazer, estimulando-o. A sensação cresce junto com o clímax.
Quando usei o vibrador pela primeira vez, pude de várias maneiras me excitar. Você trabalha com o delicioso brinquedo conforme o desejo aumenta, muda a maneira que está usando para adequá-lo ao orgasmo. Aumenta a vibração, usa a rotatividade na penetração ou como estímulo em outras regiões. Acrescentando o gel você ainda tem aquele estímulo extra que concentra a sensação crescente do orgasmo.
Foi uma experiência muito interessante e já vi alguns outros produtos que gostaria de testar. Espero continuar com essa parceria que abriu os meus horizontes a respeito destes estímulos extras que nos tiram da rotina.
Fica a dica sobre a Atração Sex Shop: a compra é simples, a entrega é super discreta e os artigos são de excelente qualidade.
Eles também tem uma ótima Fanpage no Facebook: curtam e fiquem por dentro de promoções, sorteios e novidades!
Um beijo meu,
GabeTweet
por Gabe em 29/04/2013 às 15:37
- Versos (im)previsíveis de estrofes e poesia pagã. De onde surgiu a ideia que sou um poeta, é assim que me vê, foi assim que me inventou, como o médico e o monstro? Você acredita no que não pode ver.
- Então me desculpe.
- Pelo que me pede desculpas? Quero ser o mais próximo a ti, te usar um pouco, quem sabe assim consigo tocar com meus dedos alguns corações, já que dos meus lábios só se derrama sangria?
- Se dos teus lábios não sai poesia, de teus dedos longínquos não sairá sentimentos derramados em virtude.
- Eu tô transformando nossa conversa em poesia… deixa?
- “Eu te deixo ser, deixa-me ser então…”
- Deixa eu ser o jovem Werther, pouco mais intenso, mais realista, mais despudorado?
- Eu deixo!
“Eu preciso me amar, me abraçar, me cuidar e ficar lindo e digno de você
Sentar bem a mesa
Andar como um lord
Recitar minha sangria
Ser imprevisivel
Pintar suas paredes
Escrever que te amo em post-it’s
Cruzar as pernas te observando com um olhar intimidador, com uma caneca de café e uma linda edição de Memórias Póstumas de Brás Cubas, ou melhor
Os Sofrimentos do Jovem Werther
e com movimentos delicados, mexer o açúcar inexistente na caneca, por que eu detesto açúcar.”PS: eu amo quando você faz isso…
- Tu falaste do Brás Cubas por acaso, ou eu te falei que comprei uma edição antiga dele esses dias num sebo?
- Foi o primeiro livro que me veio à cabeça, reparou que eu aprendi a usar crase?
Achei que seria esteticamente melhor representado no cenário.
… e sim, eu lembro que me falaste, que lhe proporcionou bastante alegria.- Mageticamente fica apropriado. Eu gosto de crase, mas sempre tiro. Odeio ter que usar o shift.
- É a primeira vez que eu escrevo algo pra você e sinto vontade/necessidade de publicar, eu gosto de como nossas conversas não soam vazias.
- Nossas conversas sempre tem um fundo de dor irremediável, de verdade, de sangue e cheiro, poesia do avesso. De verdade. De amor.
- Senti vontade de usar “verdade” 2 vezes.
- Senti vontade de ser Werther meio suburbano, meio gangster, mas com o mesmo ideal, falta coragem, um pouco de impulso talvez…
- “Mesmo que te mova o trem, tu não te moves de ti…”
Medo. Apenas, falta pouco…
Tu vai postar alguma coisa pra mim?- Sim.
- Eba
- Mas tu é co-autor
- Quero ser co-autor da tua vida
- Receio da minha cara–de–pau, às vezes acho que me exponho de mais, às vezes acho que é isso mesmo que eu quero pra mim, então não tem problema nenhum em se expor tanto
não tenho vergonha do que eu vivo
tu acha que eu deveria ter?- De jeito algum.
A vida é tua.
Glorifique- se!
por Gabe em 27/04/2013 às 13:40
Pascal Mannaerts é um fotógrafo belga que passou dez anos viajando porque descobriu que a união dessas duas paixões, a fotografia e viajar, mostrava no seu trabalho a forma pura da humanidade. Ele passou pela África, América, Ásia e Europa capturando momentos.
No seu site ele descreve sabores, detalhes, paisagens incríveis. São imagens recheadas de dizeres e olhares sensíveis àquela experiência.
A exposição Elas, que começou no dia 8 de março – Dia Internacional da Mulher e ficará até 28 de abril na CAIXA Cultural em São Paulo. São 60 imagens acompanhadas de frases que registram o reconhecimento das mulheres que ele viu ao longo de suas viagens, eternizando seu testemunho de resistência.
Retratar o papel das mulheres nas sociedades, mostrar suas dificuldades e conflitos, mas também toda a sua resistência. Por fim, homenageá-las. Jaque Barbosa
por Gabe em 18/04/2013 às 14:49
Boas noites Gabe e pessoal do Malvadas.org,
O meu nome é Duarte, sou português, tenho 22 anos e recentemente descobri uma pequena parte do universo de blogues brasileiros, visitando alguns diariamente. ![]()
Tendo encontrado o vosso blog vi aí uma oportunidade de contar pelo menos uma parte da minha história de vida, desabafando um pouco. Namorei durante 3 anos e meio com uma boa moça, boa família e séria. Durante esse tempo todo tivemos sempre em altos e baixos, ora era ela com problemas do seu lado da família, ora era eu que na universidade entrava em época de exames e fechava-me sobre mim.
Acabamos a coisa de 2 semanas (fazendo 3 na próxima sexta-feira). As razões dela foram que eu era uma pessoa muito ausente, embora fosse um querido quando estávamos com mais gente, eu viro muito brincalhão respondendo torto e tal. Eu era a razão pela qual ela já não se dava bem com os pais e pela qual eles não a deixavam sair com as amigas dela. Quando íamos de férias a nossa terra natal, ela já não se sentia muito a vontade comigo, quando estávamos mais íntimos por tudo o que estava a acontecer, dei-lhe razão porque era a verdade e eu lá no fundo sabia que o era. =(
No fim de tudo sei que foi pelo melhor, nem acabamos mal, tendo sido uma coisa muito pacifica. Eu mantenho, e espero manter, o respeito que sempre tive por ela. Agora os meus amigos, por mais que lhes peça, falam dela como se ela me tivesse tratado como um pano velho, embora eu seja o único culpado.
E é assim, esta pequena história de um rapaz no corpo de um homem, uma alma sofrida e uma pessoa que sempre, mas mesmo sempre, se preocupou em ser boazinha, em não fazer mal aos outros e a respeitar as filhas dos outros para agora acabar assim… nem sei como vou acabar.
Já sei que vou levar mil e uma reprimendas das mulheres daí, mas mesmo assim acho que vale a pena enviar isto.
Melhores cumprimentos deste Açoriano,
Duarte
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Texto enviado por um leitor com a ideia de ajudar os outros, como o Eu era humilhada pelo meu ex, mas dei a volta por cima, Me senti um lixo, mas hoje sou feliz, amada e valorizada. Diferente dos outros depoimentos, o nosso querido leitor português não teve um final feliz, mas com certeza aprendeu com isso e por isso compartilhou conosco a sua história! Obrigada por utilizarem o Malvadas para contarem suas vidas. Um beijo meu, Gabe. (gabe@malvadas.org)Tweet
por Gabe em 16/04/2013 às 15:12
““Imagine um mundo onde beleza é uma fonte de autoconfiança e não de ansiedade”. Foi a partir deste principio – que, na teoria, parece ser bem simples – que a campanha se desenvolveu. Um filme que, certamente, vai provocar o público feminino e o masculino. Afinal, para que e para quem você vive? Ao assistir estas mulheres se descreverem, é quase certo que a insegurança de muitos usuários vai acabar se refletindo na telinha. Estes seres humanos que se definem e se reduzem como “apenas” um nariz fora de um padrão qualquer ou, ainda, se percebem com alguns números/quilos acima do que os outros esperam é algo que, infelizmente, nos é comum e familiar. Na minha opinião, a forma como elas falam de si chega a ser, de um jeito muito pouco sutil, bastante cruel. Se desvalorizam por aspectos que provavelmente passem despercebidos se comparados com as qualidades que as respectivas detém, mas que, infelizmente, encontram-se escondidas embaixo de seus “defeitos”.
Ao generalizar e dizer que você, sendo homem ou mulher, pode, certamente se identificar com o que está prestes a assistir, eu me apoio em uma triste estatística que mostra que apenas 4% da população feminina mundial se considera bonita: será que você faz parte dela?
Um vídeo que vale o play, a reflexão e, sem sombra de dúvida, uma mudança. Portanto, arrisque:
“Uma pessoa não é um nariz grande ou um cabelo ressecado. Ela é o conjunto de atributos que se somam ao brilho, muitas vezes escondido, de um olhar.”
A psicóloga Heloisa Lima, que mencionou a frase acima em um de seus artigos, diz que, muitas vezes, as perspectivas mais cruéis que um ser humano pode ter de si próprio é produzida por sua própria percepção, e não pela dos outros. A autodesvalorização, que não pode ser resumida como um pequeno ato de insegurança, deve ser atribuída à um perspectiva cultural muito mais ampla, responsável por tudo isso. Esta concepção gera e percorre desde as maiores capas de revista de moda, masculinas, de fofoca e de notícias, até preencher os mais diferentes canais de televisão, programas e propagandas que, querendo ou não, com muita força e inten$idade, se repetem em blocos comerciais e capítulos de uma trama qualquer que, infelizmente, em sua grande maioria, fortalecem, cada vez mais, um esteriótipo que a sociedade entende e cultiva – na prática – como o modelo de beleza a ser seguido.
A questão é que a absoluta maioria das mulheres não consegue, e nem sequer deveria se sujeitar, “caber” em um jeans 38 ou em um calçado 37. Ser fora do padrão que, sinceramente, nem sabemos como foi estabelecido, deveria ser visto como algo positivo – uma vez que é o verdadeiro modelo humano. Porém, para ir contra isso, antes de tudo, precisamos praticar este desligamento. Afinal, de que adianta eu fingir que não ligo para aparências se, no fundo, busco e invejo aquilo que mais critico? Habitar esta imensa hipocrisia é o que nos faz consumir 99% das marcas que continuam a exibir modelos com peso abaixo de 40 kg em capas de revista e a vender bilhões no embalo desta indústria que tem como combustível a nossa covarde cultura de não ir contra o que, evidentemente, nos desvaloriza em massa.
É válido ressaltar que você não precisa ser mulher para ser impactado por estes esteriótipos. Afinal, uma propaganda qualquer de cerveja, que tem o público masculino como maior alvo, é muito mais carregada de esteriótipos e pressões culturais do que algumas direcionadas para um público feminino, como, por exemplo, as de lingerie.
Admito que sempre fui fã do posicionamento da marca pelo simples fato dela fugir do convencional. Mulheres sempre bonitas, perfeitas e que, infelizmente, se tornaram parâmetro de normalidade para a nossa sociedade, uma vez que o que é comum de se vender e instiga o consumo, acaba por ser comum no dia-a-dia, pois é ofertado em cada esquina e, ao nos impactar em capas de revistas, através de fotos photoshopadas com glamourosas bolsas, estranhos shampoos, diferentes vestimentas e peculiares cervejas, “sem ninguém perceber”, as imagens que compõe tudo isso sempre estão acompanhadas de um código de barras e/ou um logotipo qualquer. Se todos conseguissem notar uma destas duas coisinhas que sempre acompanham estes ‘parâmetros de beleza’ que nos aprisionam, certamente teríamos chance de construir uma cultura menos intensa no que diz respeito à frenética busca por uma inalcançável beleza que vivemos e, ao mesmo tempo, criticamos enquanto cultivamos, o que é um triste sinal de hipocrisia, mas que, se quisermos, de pouco em pouco, pode ser transformado.
Precisamos ser mais generosos uns com os outros, isto é fato. Mas este desafio começa diante do maior vilão deste contexto: o espelho. Este item que reflete nossa desconfigurada autoimagem, acaba por, consequentemente, projetar medos e receios em partes que vão cada vez mais nos desvalorizando, quando percebidas em um nariz que não é igual ao da personagem da novela ou daquela atriz que vive da própria imagem. Sei que é difícil digerir tudo isso, afinal, também sou humano e vivo esta batalha entre a dificuldade de ser feliz como sou e a busca proveniente da exigência sobre-humana de sempre ser aceito. Sentir-se bem como você é. Este é o verdadeiro desafio a ser vencido e tem que ser diário. Afinal, eu, você e todo o restante da população estamos vulneráveis aos impactos de novos parâmetros a qualquer minuto, seja na capa de uma revista ou com um novo implante de silicone. Precisamos deixar a superficialidade de lado e, de uma vez por todas, assumir o real sentido da verdadeira beleza humana.”
por Gabe em 12/04/2013 às 17:21
Olá Gabe,
Primeiramente quero parabenizá-la pelo ótimo blog que tem. As suas dicas são ótimas e tenho certeza que muita gente recebe o auxílio necessário e sincero de sua parte.
Devido a isso que eu lhe escrevo, pois preciso muito de um conselho.
Deixa-me apresentar: Prazer! Meu nome é Pablo, tenho 24 anos e estou em um relacionamento há exatos 2 anos e 11 meses.
Eu e minha namorada nos conhecemos no início da universidade e desde o segundo semestre estamos namorando. Como a gente desfruta de um círculo de amigos semelhantes, não pedi conselhos aos meus amigos para não a expôr e nem a nossa intimidade, por isso também recorro a vc. Continuando,fui e sou o primeiro namorado dela, posso dizer que sou bastante rodado e muito mais experiente do que ela. Assim, durante esse tempo quando uma pegação ia rolar ela parava sem explicar o por quê, pode imaginar o quão broxante era. Depois conversando com ela sobre isso, ela falou para mim que era virgem e nunca tinha ficado com alguém de um jeito mais forte. Compreendi. Estava muito apaixonado. Ela é maravilhosa, linda, engraçada, muito bacana, não tem como não gostar dela. Mesmo com isso o início do namoro foi tranquilo e tal, a gente se dava muito bem, só que raramente(quase nunca) rolava um pegação mais quente,como disse antes, isso acontecia até quando a gente ficava. Fui achando isso muito estranho, pois eu estava acostumado a outras coisas, geralmente sempre rolava uma pegação muito quente e sexo com outras mulheres que ja havia me envolvido durante o tempo que eu ficava ou namorava com elas. Cheguei e conversei com ela novamente sem pressioná-la, pois acho isso atitude de babaca, e ela entendeu muito bem, abriu o jogo e disse que queria esperar um pouco até se sentir mais preparada, pois ela queria também e etc. Aguardei o tempo que foi preciso para ela: 2 anos. Só que durante esses dois anos começou a rolar uma pegação mais forte só que em vez de raramente, passou para pouquíssimas vezes. Mesmo assim compreendi, pois a primeira vez de uma mulher tem que ser do jeito que ela quer e de uma maneira maravilhosa e inesquecível e eu sendo o namorado dela tinha o dever de poder proporcionar isso a ela. E fiz: aluguei um quarto em um hotel 5 estrelas, velas, vinho, rosas espalhadas na cama, no outro dia mandei um buquê de rosas colombianas, durante o ato fui gentil, carinhoso, amoroso; só que o sexo não foi como o esperado. Nem para mim, nem para ela. Fora isso, tudo ocorreu traqnuilamente. Pensei que isso occorreu pq era a primeira vez da gente quee ia melhorar aos poucos. Entretanto, não é isso que vem ocorrendo. Sinceramente, vou ser direto e grosso: o sexo é uma merda! Juro que não queria ter que dizer isso. Acontece que nesses 11 meses após a gente ter feito amor pela primeira vez, acredito eu que nós não fizemos mais de 20 vezes. Para um casal na flor da idade- eu com 24 e ela com 22- tem algo incomum nisso. Acontece que toda vez que transamos, na hora que vou penetrá-la dói, a ponto de algumas vezes ela chorar. O KY é sempre presente nas nossa relações. E já aconteceu dela nem ficar molhada e ela broxar, duas vezes. Sinceramente, para mim que sempre recebi elogios a meu desempenho na cama isso foi algo que mexeu comigo de um jeito que nem sei explicar. Claro que ela também fica mal com isso. Vendo tudo isso ocorrer, fiz meu papel de namorado: conversei sobre isso com ela, fui ao ginecologista com ela para tentar resolver, falei que podia ser psicológico, fui atrás de um psicológo para ela, apoiei-a em tudo, fui novamente compreensivo. Mas, eu acho que ela fez pouco caso disso. Ela não conversa com as amigas sobre isso, sobre o que podia fazer para melhorar e só foi realmente atrás de um tratamento efetivo nesse último mês, quando fez dois meses que eu não a procuro( só eu que procuro) para fazer amor desde a última broxada dela. Eu estou receoso de ir para cama com ela e chegar lá e ela broxar de novo ou então chorar. É muito frustrante para qualquer pessoa uma broxada. Outra coisa que também não falei: sempre que vamos fazer amor ou quando rola um amasso, sempre, sempre, sempre, sempre, sempre eu a faço gozar seja com sexo oral seja a tocando, porém ela não se preocupa em me dar algum tipo de prazer; ela me deixa na mão literalmente.Eu estou muito ACABADO com isso, frustrado mesmo, muito FRUSTRADO. Não estou bem. eu como homem, sem querer ser machista, tenho certeza que se estivesse solteiro estaria transando MUITO mais e não passando por esse constrangimento. E para mim namoro é: 50% diversão e 50% sexo e um completa o outro. Se vc tem um e não tem outro, não tem para que namorar e eu tenho só os 50% de diversão.Mas gosto dela, a AMO e não quero trair só pelo sexo
Tenho pensado bastante sobre terminar o relacionamento. Preciso de um conselho de amigo. O que vc faria na minha situação? To perdido. Por favor, me ajuda.Obrigado desde já,
Pablo
Querido, posso dizer por experiência própria que isso acontece no começo, senti bastante dor na hora da penetração durante as primeiras 20 vezes. Até hoje não existe essa de meter do além, porque eu sinto dor mesmo! O que eu fiz foi: Preliminares gostosíssimas para relaxar e lubrificar BEM. Depois é ir com calma, fala para ela ir por cima e ir sentando conforme vai conseguindo, bem devagarinho. Respirando fundo, relaxando mesmo…
Você faz oral e masturba, mas não entendo como ela não fica bem lubrificada depois de inclusive gozar! Entendo que o medo de doer sempre faz com que exista uma dificuldade muito maior de relaxar. Chorei algumas vezes com medo de que nunca fosse NÃO doer, sabe? Mas a intimidade que eu tinha com meu namorado foi me deixando confortável, aos poucos. Sei que o apetite sexual é diferente em cada um, mas depois da minha primeira vez eu tentei mais umas cinco vezes no mesmo dia e não havia esperado dois anos, como vocês. Se bem que ela nunca teve muito interesse mesmo antes, né?
Gostaria de saber o que o ginecologista e psicólogo disseram sobre a sua namorada, porque existem inúmeras razões para que aconteçam essas coisas. Qual foi o tratamento efetivo que ela buscou? É importante saber o que ela pensa sobre tudo isso, também. Ela sente tesão? Ela buscava você ANTES da primeira vez para os agarramentos?
Penso que você é um excelente cara por ter respeitado ela e ainda mais por tentar ajudá-la a superar isso, mas é óbvio que você está frustrado! Até agora você está esperando o momento que você imaginou que teria com ela, quando esperou todo esse tempo. Infelizmente não existe mais o que VOCÊ possa fazer acerca disso, você já buscou ajuda para ela, conversa e está ao lado dela. Penso que ela deve tentar resolver isso sozinha, já se passou quase um ano, ela deve estar frustrada também, mas o corpo é dela. Ninguém além dela pode resolver isso.
Sugiro que você converse com ela antes de terminar porque mesmo que vocês não tenham a penetração vaginal existe MUITÍSSIMAS coisas a fazer, não é? Ela está passando por isso e realmente é horrível, mas que não role nada além das tentativas eu não consigo entender. Diga que você está cansado da inércia dela, proponha uma noite diferente: Façam coisas tipo vendar o outro e ir explorando o corpo todo, massagens, dancem juntos, coisas que vocês normalmente não fariam mas que excitam, dão tesão. Tentem reascender o relacionamento, de repente numa noite gostosa dessas tudo dê certo. Se ela se recusar às idéias aí sim percebe-se que ela não tem interesse, nem em melhorar, nem em você sexualmente.
Um beijo meu,
Gabe
gabe@malvadas.orgTweet
Dica do leitor Lipe Mello: Hindi Zahra – At The Same TimeTweet
por Gabe em 8/04/2013 às 16:31
Flavia Flores inspira com o projeto Quimioterapia e Beleza, através dele muitas mulheres estão com a autoestima elevada. Ela dá dicas de beleza e, como ela mesma diz, ‘artifícios’ que ajudam no dia-a-dia dessa batalha, fazendo com que a vida fique um pouco mais leve.
Parabéns à Flavia por essa iniciativa linda, tenho certeza que passar pelas fases de cabeça erguida, com amor e paciência ajuda muitíssimo.
“Quanto mais pra cima você tiver, quando mais o seu emocional tiver estruturado, a sensação de cura ela já é, praticamente, imediata” Evelin Scarelli
… e aí, valerá a pena ter esperado.Tweet
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