
Ainnnnn! **Tweet
Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.
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por Vanessa em 29/06/2012 às 14:56
PS: Reegonato, aguardo seu comentário sobre esse vídeo!Tweet
por Vanessa em 29/06/2012 às 14:36
“Conheço a minha namorada há uns cinco anos. Nos gostávamos desde sempre. Começamos com um casinho, mas só nos envolvemos nos últimos dois anos.
Desde o começo eu sabia que ela sofria de anorgasmia, ou seja, ela não consegue chegar ao orgasmo. Era tipo um tabu. Nenhum ex-namorado tinha conseguido fazer ela gozar e, então, ela resolveu comprar um vibrador pequeno. Aqueles que ficam diretamente no clitóris vibrando (bullet). E é só deste modo que ela consegue chegar ao orgasmo. Eu respeito, e ela o utiliza em todas as nossas transas.
No começo do namoro, tinhamos uma vida sexual bastante ativa. Transávamos várias vezes. Ela nunca foi de tomar a iniciativa. Eu sempre converso sobre o assunto e até disse que estou aberto a outras ideias. O que realmente quero é dar prazer a ela. Em resposta, ela não diz nada. Fala que não tem nenhum fetiche.
Eu nunca fui “egoísta” em nossas transas. Sempre fiz oral (e nem sempre recebi em troca) e tento posições diferentes que possam vir a agradá-la.
Nosso relacionamento começou a esfriar após 10 meses de namoro. Transávamos uma vez por semana, isso quando acontecia. Estranhei e fui conversar com ela. A resposta que obtive é que estava trabalhando demais, que chegava em casa cansada e assim por diante. Eu achava estranho porque mesmo eu trabalhando (e estudando) tinha energia e vontade/amor pra transar.
Quando eu não a procurava e ficava em casa, ela me ligava dizendo que estava com vontade de transar. Aí eu ia na casa dela e era daquele jeito. Uma transa e deu.
Dica do Marcos!Tweet
por Vanessa em 27/06/2012 às 11:47
Muita gente espera pelo apocalipse zumbi. O Pessoal do The Walking Dead fez uma série de imagens de mulheres, de vários estilos, após a zumbificação. Confira as imagens:
Aline Ziolkoski (Curitiba)
Bianca Trevizan (São Paulo)
por Vanessa em 25/06/2012 às 15:21
No filme Amizade Colorida (Friends With Benefits), Dylan (Justin Timberlake) e Jamie (Mila Kunis) se tornam amigos, mas com um benefício: sexo. E essa situação não acontece apenas nas telonas. De acordo com uma pesquisa realizada pelo site MyCelebrityFashion, do Reino Unido, uma em três mulheres solteiras já foi para a cama com um amigo.
As 2168 entrevistadas especificaram o tipo de relação que têm com os amigos do sexo masculino, sendo que 62% disseram que são realmente “apenas amigos” e 34% admitiram ter amigos com benefícios.
Metade das que confirmam usufruir de uma amizade colorida investe nela porque não quer um relacionamento sério. Entre os números desse grupo estão que 19% transam para se divertir, enquanto apenas 8% se entregam na esperança de conseguir algo a mais.
Segundo o jornal Daily Mail, especialistas acreditam que o aumento da popularidade do amigo com benefícios é devido à atual falta de pressa das mulheres em relação a envolvimentos mais sérios.
por Vanessa em 25/06/2012 às 15:05
Talvez você não se identifique com tudo, mas a maioria sim. Piadas à parte, ele faz parte de uma campanha da ONG SOMOS que apoia a diversidade sexual, porém, sem estereótipos.
por Vanessa em 25/06/2012 às 14:55
Por Alex Xavier
Uma amiga minha foi a um bar encontrar um pessoal. Com eles, estava um sujeito que não conhecia. À certa altura, na frente de todos, ele se voltou para ela e soltou essa: “sabe, você não é do tipo de mulher que me atrai”. Até parece… Se não se interessasse, ficaria quieto. Não só gostou do que viu como sabia que era areia demais para o seu caminhãozinho. E achou que precisava dar uma patada antes de levar uma. Homens inseguros se defendem atacando.
Cuidado, mulherada, está cheio desses frustrados por aí. Parecem inofensivos, mas não estão preparados para uma rejeição. Com a moral abalada, reagem com uma grosseria gratuita qualquer. Em festas ou bares, andam em bando de machos, pois se sentem mais protegidos assim. E chegam na garota já segurando, sem clima nenhum, para não dar tempo de ouvir um “não”. Em uma conversa, soltam frases infatilmente agressivas, mesmo quando não há discussão alguma. A ideia de que não podem ter quem desejam é insuportável para eles.
por Vanessa em 22/06/2012 às 15:28
“Sempre que posso, leio o Malvadas! Tenho 25 anos e namorava há quase 10 anos com minha namorada. Ela sempre foi maravilhosa. Eu a conheci na minha terra natal onde vivi 15 anos da minha vida. Depois de me mudar, arrumar um emprego, etc, há uns 3 anos voltei a esta cidade onde cresci. Precisava ajudar os meus pais a cuidarem dos meus avós que estavam muito doentes.
Aí que começou tudo. Deixei uma vida completamente estável (por assim dizer) para trás. Pedi demissão e terminei com minha namorada. Ela morava comigo e teve que voltar pra casa dos pais dela.
Estávamos juntos há quase uma década e sabemos que não terminamos por falta de amor. Muito menos porque um de nós tivesse outra pessoa. Só que não dá certo namorar a distância. Infelizmente me falta de condições para trazê-la pra cá. Ainda estou recomeçando a minha vida por aqui.
Tadinha da menina! ![]()
por Vanessa em 22/06/2012 às 12:20
Aposto que na sua casa é assim também!
por Vanessa em 22/06/2012 às 11:52
por Gabe em 22/06/2012 às 9:44
Vadi@ ou vadia, eis que a questão. A primeira é de mentirinha, a segunda é pra valer.
Você me pergunta como pronunciar a palavra “vadi”? A resposta é: não se pronuncia. A intenção no uso de ” ” no lugar da vogal que designa o gênero de uma palavra é exatamente ser politicamente correto e emudecer a palavra. Coisa de fascista.
Pergunto-me: que mente brilhante teve tempo vazio o suficiente para pensar em algo tão sublimemente vazi@? Mas e “vadia”? Vadia, até ontem, era uma mulher fácil. Mas, agora, é um termo que designa um novo direito: aquele de vestir saia curta, mostrar os seios, e não ser objeto de violência sexual. Tem todo meu apoio. “Homem que é homem não bate.”
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