Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.
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por Gabe em 22/03/2013 às 17:56
Dica do Leitor Robs: Carlos Santana Feat. Everlast – Put Your Lights On
Kings Of Leon – CloserTweet
por Gabe em 5/03/2013 às 14:40
por Vanessa em 19/12/2012 às 22:02

A arte feminina em fazer biquinhos para as fotos!Tweet
por Gabe em 14/11/2012 às 9:42
Olá Gabe, meu nome é “Ana” e estou com um probleminha…
Tenho 23 anos, e trabalho em uma grande empresa há mas de um ano. Nessa empresa conheci o “Valter” que é meu chefe e tem 43 anos e é casado. Bom só pra você entender, ele é um homem lindo e admirado por muitas além de ser muito charmoso e com o tempo foi me sentindo cada vez mais atraida por ele, e ele muito sério e aparentemente fiel.
O tempo foi passando e o Valter foi respondendo as minhas paqueras, eu sempre muito discreta para que ninguem do setor desconfiasse…
Enfim, foram muitos bilhetinhos, muitas olhadinhas até que começamos a dar uns beijinhos as escondidas, e depois de um tempo marcamos de ir para um motel. Ele como sempre timido e com medo de ser visto, fomos para o motel.
Foi bom mas não foi exatamente o que eu esperava ele ficou muito nervoso, mas foi carinhoso e agradável, os dias que seguiram no trabalho foram normais, ele me disse que tinha valido a pena, que sonhava comigo e queria sair mais vezes, até que quinze dias depois resolvi chamar ele para sair denovo, e ele para minha surpresa disse que precisa falar comigo… ai já imaginei que coisa boa não era. Quando conseguimos ficar sozinhos ele “Não me leve a mal, mas o problema é comigo… eu estou fazendo um mal terrivel a mim mesmo e a você, você é madura e eu sei que vai entender…” eu fiquei sem entender nada, foi um susto ele estar dizendo que não queria mais nada. Como nosso lance era apenas tesão incontrolável achei que seria facil lidar com a situação ele ficou perguntando se eu iria ficar muito triste esse tipo de coisa, mas no dia seguinte eu estava péssima. Me sentindo um lixo, acho que por que nunca me dei muito bem com a rejeição, e agora não estou sabendo levar a situação não consigo ver o Valter e não ter uma vontade enorme de beijar ele de abraçar etc… tenho certeza que ele gosta do nosso lance e eu já deixei claro que jamais vou atrapalhar o relacionamento dele assim como eu não quero que ele atrapalhe o meu.
Meu relacionamento continuou o mesmo, meu noivo não desconfia de nada… agora a dúvida, será que o Valter esta com medo de estar apaixonado, ou eu estou apaixonada? Parece loucura mas não sei o que fazer e como agir.
Sou super fã do Malvadas, e espero que não me julguem.
Beijos
Ana
Querida, você investiu em uma pessoa e depois de uma vez ele disse que não queria mais. É claro que isso iria abalar você, mas o fato é que ele é uma pessoa comprometida e você também. Não estranhe o fato dele não querer mais, vocês tinham um caso e isso não gera compromisso.
O fato de você ter dedicado tanto tempo conquistando o Valter prova que você precisava disso, dessa conquista. Penso que você não está apaixonada, mas o fato dele não querer mais e você ter dedicado tanto para conquistá-lo faz com que tenha essa necessidade dele, entende? A rejeição não é fácil para ninguém, ainda mais depois do esforço que você fez para chegar até ali. De repente você devesse investir no seu relacionamento essa energia, ao invés de investir em alguém que não tem mais interesse em você.
Uma possibilidade é que quando o caso se tornou real (quando vocês transaram) ele não quis continuar. Por mais que você não se importe em trair o seu noivo, muitas pessoas ficam com peso na consciência, por amarem das pessoas que estão, e talvez esse seja o caso do seu chefe. O que importa é que ele disse que não quer mais e você forçar a sua vontade nele é egoísmo.
Um beijo meu,
Gabe
gabe@malvadas.orgTweet
por Gabe em 9/11/2012 às 14:32
Mr. Peluche é um micro-escultor e miniaturista responsável por espalhar miniaturas de pessoas transando pela cidade de Berlim. O nome do projeto é My Summer of Love – Make Love Not War e abaixo vocês podem ver algumas das imagens.
por Gabe em 1/11/2012 às 16:42
O leitor rc25 deu as dicas Portishead e Lovage, então selecionei estas duas músicas:
por Gabe em 30/10/2012 às 13:40
O Ilustríssima convidou quatro pessoas para reescrever uma das cenas mais mornas de “Cinquenta Tons Mais Escuros”. Estas pessoas são Reinaldo Moraes, Carol Bensimon, André Sant’Anna e Juliana Frank, que tentarão ajudar Anastasia Steele e Christian Grey a esquentarem os lençóis.
“Um gosto de podre na boca
ANDRÉ SANT’ANNA
E ela chama isso de “fazer amor”. Já eu acho meio nojento. A começar pelo teatro. A cena do supermercado é obrigatória. A gente lá, pelos corredores, entre as prateleiras, escolhendo produtos especiais para uma noite especial:
- Vamos levar essa mostarda da Alsácia? Pega pra mim aquele vinho branco alemão. Olha só, Amor, o queijo que você adora!
Alguém tem ideia do gosto do beijo dela, depois do queijo que nós adoramos, do vinho branco doce e do boquete que ela faz questão de pagar em noites especiais?
Aí tem a cena da cozinha. Tudo teatro. Teatro não -comercial de molho de tomate. O casal sorridente, cortando pimentão, temperando frango. Então, ela começa a se esfregar. Fica encostando aquele bundão em mim, sempre fingindo naturalidade.
Não sei quem inventou que sexo é coisa espontânea. Quem faz sexo espontâneo é cachorro vira-lata. E é assim que me sinto: um vira-lata sarnento -o cheiro da cebola, do alho, do suor azedo que encharca meu sovaco nessas horas.
Silêncios constrangedores. Nós dois pensando em sexo, fingindo que aquele frango cru, ensebado, é a coisa mais importante da noite. Só que o frango, depois de assado e coberto por especiarias de “Primeiro Mundo” (quando quer elogiar algo, ela diz que é “coisa de Primeiro Mundo”) fica até bonito, cheiroso. A nossa alma é que vai ficando fedorenta.
E ela lá, com o bundão espontâneo, se esfregando espontaneamente no meu pau. Quer saber? Não gosto de intimidade com quem já sou íntimo.
Ela não aguenta o silêncio por muito e tempo e tem de falar alguma coisa. Qualquer coisa:
- Às vezes tenho a impressão que mal conheço você.
Que merda é essa? A gente já se conhece há mais de dez anos, já fez sexo em todas as poses pornográficas e ela ainda me envolve nessa conversa nada espontânea só porque não aguenta um silêncio de cinco minutos. Sou obrigado a responder qualquer coisa:
- Você me conhece melhor do que qualquer pessoa.
E pronto. Até poderíamos calar a boca por mais alguns minutos.
Mas não. Ela tem que falar, assim, de repente:
- Faça amor comigo.
Porra, mas a gente ainda nem jantou! E eu? Sabe o que eu digo?
- Boa menina.
E ela:
- Beije-me daqui até aqui.
O “aqui” dela é lá. O gosto na boca dura uns três dias. O queijo, o boquete, o vinho branco adocicado -ela é metida a chique, mas bebe “Liebfräumilch”- e, pra completar, o gosto que vem das entranhas dela. Dos infernos! E os barulhos do sexo oral? Tanto os que eu faço, quanto os que ela faz:
- Sssscccchluuuuuuuurrrrrrrrpppppfffffnnnnnnnssssplussssh!
Mas também não posso reclamar muito. Participo do teatrinho que nem um ator de filme pornográfico. Peço a ela que implore pelo meu “Bimbim” – o apelido carinhoso que deu para o meu pênis.
Sabe como eu chamo ela na hora do sexo?
- Baby!
Ai, que vergonha!
O cúmulo da simulação é quando ela tira a boca do meu pau e me empurra pra cama, simulando uma excitação bem maior do que a verdadeira. Outro dia, ela falou que eu era “hot”. “Hot”, eu? Não dá para trepar sem dizer nada?
Não. Não dá. Ela tem que ouvir e falar palavras como “Bimbim”, “baby” e “hot”.
Eu a chupo. Ela me chupa. Eu coloco meu órgão sexual dentro do órgão sexual dela. Ela fala:
- Mais rápido, Christian, mais rápido… por favor.
Eu digo a ela:
- Goze, baby. Goze para mim.
Eu gozo. Ela finge que goza.
Depois, o que sobra é esta sensação de ridículo, este gosto azedo na boca, este cheiro de ovo impregnado nas narinas. E ela chama isso de “fazer amor”.”
Para ler os outros três, clique aqui
Via: Juliana FrankTweet
por Camila em 21/09/2012 às 19:45
— EDIT
O Rafael sugeriu então vamos lá, Traduzindo…
Quando fica prostrado, estático, me olhando. Me deixa agir. Tirar zíper, tirar calça, tirar tudo! Quando só fica me olhando, atento e desatento. Os cabelos nas mãos, a saliva secando do lado de fora da boca. Gritas. Olhos vidrados. Símbolos máximos do êxtase.
(Alguns) sons que não me importa entendê-los. Um “pare”, misto de “continue”, com “não sei se aguento por muito mais”. Um sorriso, um movimento a mais, algum som mais alto.
É o fim. Minha vez.
[SÓ PENSO] Sometimes I don’t.Tweet
por Camila em 20/09/2012 às 17:59
É estranho gostar de um livro do nada. É estranho, ninguém te dizer dele e você simplesmente querê-lo. Se com pessoas isso me parece sem sentido, de olhar e querer, não imagino por que caralhos isso acontece com papel.
Gerações o leram e se identificaram. Pelo menos, a geração dos Baby Boomers e nós, a Y. No malvadas.org era até frase de parachoque. “These words I write keep me away from total madness”.
Vou começar de novo. Vomitei tudo de uma vez e acabei com o tesão do clímax.
Me mostraram Bukowski há um tempinho. Comecei como todo mundo, de qualquer um. Li o “Parte 2″ antes do “Parte 1″. Me deram. Era pra ser especial, suponho. Acabou que foi um fiasco, mas acabou. É o que interessa. E essa mania ficou. Fui atrás de mais. Li o “Parte 1″. Adorei. Fui atrás de mais, fui atrás de todos. TODOS. Até uma versão em Português Ora-Pois acabei adotando.
