Booger Network

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Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.

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.: Malvadas :. » Pitacos Masculinos

Como conquistar uma garota

por em 16/01/2012 às 14:29

O Malvadas tem espaço para os leitores e sempre, que possível, publicamos o conteúdo que é sugerido. Então, foi o que fez o nosso leitor Renato (de Porto Alegre):

É Renato, isso deve servir para garotas porque mulheres se conquistam de outra maneira…

 

 

 

 

 

Não vale falar cartão de crédito.

O banheiro feminino na visão de um homem

por em 13/01/2012 às 8:43

* Por Wanderlei

Vocês sabem que o hábito de mulheres entrarem acompanhadas em banheiros surgiu na Idade Média. Não, não me refiro a O Senhor dos Anéis. Idade Média mesmo. Sem fantasias com elfos ou anões. Na época devido à moda dos vestidos longos e a utilização de vários espartilhos pelo corpo, ficava complicado e difícil tirarem a roupa sozinha para fazerem as necessidades fisiológicas. Portanto entravam no local juntas com as suas respectivas mucamas para auxiliar e ajudar com as vestimentas. Porém com o passar do tempo e mudanças de moda, o costume acabou sendo incorporado na sociedade, e nos dias de hoje, quase impossível utilizarem o toalete de maneira individual. Chegam a fazer fila na porta, ficam horas dentro conversando e provavelmente falando de… homens!

É fato, queridas. Ou vão querer me dar um godô que é pra falar sobre a baixa do dólar ou como o cabelo da Patrícia Poeta no Jornal Nacional tá lindo de morrer? Homens, homens e homens. Tá, até rola um papinho sobre a maquiagem, a roupa da amiga, a galinha que deu em cima do namorado (olha o homem aí de novo), etc. E vá lá, até posso conceber que além de homens, vocês falem de… mulheres!

Sim, pois na minha concepção mulher no fundo não se arruma pro namorado, mas sim pras amigas. Pra fazer inveja às amigas. Vou mais longe até. Desafio qualquer mulher a ir contra minha teoria e dizer que não se fala sobre homens, mulheres e abobrinhas diversas num banheiro feminino. Querem estatísticas? Então aí vai: 80% (homens), 15% (mulheres) e 3% trabalho e 2% abobrinhas diversas. Tô certo ou não? Adiante…

Continue lendo…

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Ps: Esse texto é de um blog que nos achou. Chama-se “O Cercadinho” e tem cinco homens postando. Vale a leitura…

Verdades sobre as mentiras masculinas

por em 11/01/2012 às 14:55

Domingão, liderança do campeonato em disputa e a mulher quer visitar a mãe dela, do outro lado da cidade, pela terceira vez só nesta semana. O maridão começa a elaborar uma boa desculpa para não ter de acompanhá-la, envolvendo uma dor de estômago ou uma pilha de trabalho para entregar no dia seguinte (ou ambos). Algo tão épico que soa mais falso a cada detalhe adicionado. Enquanto ele se faz de mártir, nem percebe que seria muito mais fácil dizer que prefere ficar em casa.

Fato: homens mentem. Alguns, maquiavelicamente. Mas, a maioria, faz isso de forma ingênua. Costumamos soltar uma mentirinha ou outra antes mesmo de avaliar se existe necessidade de usá-la. Tudo porque fomos educados a driblar e não a passar a bola. Um consenso entre os machos é que a mulherada pega no pé sob qualquer circunstância. Então, para evitar situações de conflito, em vez de partir para o gol, a gente ginga, pedala, dá uma catimbada e cai para simular falta.

Malandro sempre acha que precisa se defender de alguma acusação. Mesmo inocente, a verdade pode parecer ameaçadora demais. Ele foi ao cinema sozinho, comprou ingresso com lugar marcado e nem imaginava que sua ex escolheu, por acaso, a poltrona ao lado. Coincidência engraçada para contar aos colegas de trabalho na hora do café. Mas o resumo da história, aos olhos da namorada, ainda seria ele vendo um filminho junto com uma mulher de seu passado. Em alguns casos, a mentira oferece menos risco.

Homem também se apóia em lorotas antes de admitir que está errado. Como o motorista que roda em círculos e não para para pedir informação. “Bem que o GPS disse lá atrás para você virar à esquerda”, a mulher esfrega na cara dele. “Ali era contramão, o GPS está desatualizado e prefiro um caminho alternativo que conheço”, ele resmunga, antes de dar a volta no quarteirão e, sorrateiramente, pegar a rua que ela havia apontado. Por que assumir o engano se pode justificar suas cabeçadas com uma pretensa sabedoria superior?

Há ainda a mentira para se dar bem. Aumentamos feitos, criamos outros, damos uma polida na realidade, tudo para sair bonito na foto diante da pretendente. Poderia chamá-los, simplesmente, de calhordas aqui e limpar minha barra. Mas, para falar a verdade, todo cara já usou esta artimanha alguma vez na vida (e aposto que nenhum perdeu o sono depois). Aquele que disser o contrário, pode ter certeza, está mentindo.

De vez em quando, a gente mente para proteger as mulheres delas mesmas. Porque vocês adoram fazer perguntas cujas respostas não querem ouvir. Imaginem um sujeito tão sincero que falasse: “sua bunda parece enorme neste vestido” (do jeito que ele gosta, aliás); “claro que eu pegaria suas amigas” (é uma pergunta hipotética, não é?); “já transamos, já papeamos… agora me deixa dormir” (sexo dá sono, cientificamente provado).

Nada disso é motivo de preocupação. Afinal, a maioria dessas pequenas encanações desaparece conforme cresce a cumplicidade do casal, que passa a ler a mente um do outro. O problema é quando brincam com os sonhos de alguém. Como o casado que jura seguidamente para a amante que vai se divorciar em breve (“só não posso agora”, diz). Mais do que ninguém ela deveria saber que, se ele já enrola a esposa, não tem motivo para ser honesto com ela. As mulheres costumam pegar fácil as mentiras dos homens, mas ficam um tanto cegas quando alguém mexe com a esperança delas.

Por Alex Xavier

Quero meu antigo namorado de volta!

por em 13/12/2011 às 1:01

Olá, sou leitora do blog há anos e agora surgiu uma vontade de dividir o que ando tentando entender com vocês. Tenho 19 anos, tive dois relacionamentos no qual quando me lembro do primeiro namoro sinto um carinho enorme. Já o segundo, apesar de não me arrepender de nada, não tenho boas lembranças.

Conheci o meu primeiro namorado quando tinha 14 anos. Ele passava as férias na casa da avó e uma amiga até já tinha ficado com ele, mas sempre tive um pequeno interesse. No carnaval nos aproximamos e lembro que não ficamos no dia. Ele voltou em outro final de semana e a partir daí começamos um relacionamento sério que durou dois meses. Terminamos pela distância. Era difícil até por conta da nossa idade… Ah, ele tinha 16 anos!

Foi um ano tentando esquecê-lo, chorando e só pensando nele. Então ele apareceu novamente dizendo que durante esse tempo também não havia me esquecido e retornamos o namoro. Só que dessa vez era pra valer! Ficamos juntos mais um ano num relacionamento puro, sem malicia e o amor mais surpreendente que eu vivi!

Com o tempo começamos com aquelas briguinhas e desentendimentos bobos. Terminamos. Resolvi que queria esquecê-lo e que não iria perder mais um ano da minha vida pensando, chorando e esperando que um dia ele aparecesse de novo.

Foi nessa época que conheci o meu segundo namorado. Eu já tinha 16 e ele 19. Ele era encantado em mim. Mais velho e aparentemente maduro. Eu, na busca de esquecer o primeiro, me envolvi com ele. No começo era bom, ele me completava de certo modo e resolvi perder minha virgindade com ele. Depois que isso aconteceu ele se demonstrou totalmente ciumento e possessivo. Mesmo assim ficamos juntos por dois anos.

Hoje, faz exatamente um ano e sete meses que estou solteira. Curto demais a minha vida. Só que me sinto sozinha. Quero a companhia de alguém. Eu me envolvi com alguns rapazes, mas parece que com o tempo fiquei exigente. Está difícil encontrar alguém que de fato valha a pena!

Uma coisa que anda me incomodando é que nos últimos meses eu peno muuuuuuuuito no meu primeiro namorado. Com essas lembranças me vem uma questão: “será que ainda gosto dele”?

Eu já o reencontrei depois do meu último relacionamento. Não chegou a rolar sexo porque ainda tenho a grande ilusão que, se um dia acontecer, tem que ser num momento especial. Morro de vontade, tesão e coisas de pele. Sei lá, é uma coisa louca quando a gente se encontra. Sou atraída por ele como nunca fui por ninguém.

Tenho vontade de me declarar? MUITA! Não sei se ele sente o mesmo, mas sinto que ele tem um carinho por mim que ninguém vai conseguir quebrar! Eu gostaria de saber como agir diante de todos esses pensamentos e desejos… será carência? Espero que vocês possam me ajudar!

Obrigada, obrigada!

M.V

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Sou virgem e insegura. O que eu faço?

por em 7/12/2011 às 18:30


Então, queria uma ajuda. Tenho 17 anos e as pessoas ficam me zoando por eu ainda ser virgem. Não é por falta de opção, mas espero o momento certo com a pessoa certa. Ultimamente tenho ficado meio apressada nas coisas e com muita vontade de fazer. Queria saber como são as sensações, mas também tenho um certo medo de qual seria a reação da minha mãe se descobrisse que não sou mais virgem. Além de tudo, sou  muito insegura com meu corpo medo e tenho medo do cara não gostar. O que você me aconselharia?

Thais

Olá Thais, antes de mais nada quero te dizer que inseguranças são comuns quando você é nova e tudo mais. Com os homens é a mesma coisa e sempre existirá os trolls da vida pra incomodar você. Não se preocupe quanto a isso.

Já o seu “problema” acredito que seja a coisa mais normal do mundo você querer perder a virgindade com alguém que seja especial. Esta é uma questão bastante discutida entre quem perdeu e vai perder. É muito interessante.

Sobre a sua mãe o melhor a fazer é conversar com ela. Fale que ainda é virgem e tem curiosidade. Mostre que você é uma pessoa que tem maturidade pra encarar isso e ter uma conversa com ela numa boa. Os pais são fundamentais nesses momentos, pois sabem dar muitos conselhos necessários de prevenção e educação.

Quanto a seu corpo, se o cara não gostar, ele nem vai chegar perto de ti. Homens são bastante simples, se o cara está ali contigo até determinado “nível” ele vai até o fim, não tem preocupação.

Meu conselho antes de mais nada é:

-Converse com sua mãe e com seus amigos (não os que ficam fazendo brincadeiras, os maduros);

-Procure ver do que você gosta e do que não gosta, e principalmente ame a si mesma, pois quando chegar a grande hora, você vai estar confiante e tudo vai correr bem.

Se precisar, entre em contato conosco.

Um beijo,

Jorge Henrique

 

Escreva seu e-mail para pitacomasculino@malvadas.org

Homens que apreciam seios vivem mais, diz estudo

por em 6/12/2011 às 10:22


“Excitação sexual faz o coração bombear e melhora a circulação sanguínea”, diz médica da pesquisa

Olhar para um par de seios durante dez minutos por dia é igual a 30 minutos de exercício aeróbico e pode prolongar expectativa de vida em até cinco anos, de acordo com um estudo alemão publicado no New England Journal of Medicine.

Depois de comparar a saúde de 200 pacientes do sexo masculino, cem dos quais instruídos para ver os seios diariamente, a pesquisa revelou que os observadores desta parte da anatomia feminina tinham menor pressão arterial e mostraram menos propensos a desenvolver doenças coronarianas.

“Excitação sexual faz o coração bombear e melhora a circulação sanguínea”, disse a Dra. Karen Weatherby, uma das responsáveis pelo estudo. “Não há dúvida de que o hábito de olhar para os seios deixa os homens mais saudáveis​​”, acrescentou.

D’qui

Sem noção [2]

por em 5/12/2011 às 19:41

Caros leitores, nós AMAMOS vocês, ao menos 99,9%!

A menos que você seja essa pessoa, escreva seu e-mail para pitacomasculino@malvadas.org !

Já aproveita e segue agente no twitter!

Pedido de Casamento

por em 5/12/2011 às 13:42

Eu escolho você! **

Sexta das Malvadas

por em 2/12/2011 às 22:00

A Malvada dessa sexta é a Carolina, que prometeu mandar ainda mais fotos. Estamos esperando hein!

Quer mandar sua foto? Clique Aqui!

Jorge Henrique.’

Escreva seu e-mail para pitacomasculino@malvadas.org

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Senso Materno

por em 30/11/2011 às 14:34

AVISO: Esse texto foi escrito exclusivamente com o intuito de difamar as mulheres. Se for o seu caso, esteja ciente de que você foi avisada antes de prosseguir com a leitura. (não que isso fosse adiantar).

Levei exatamente 44 anos para perceber que todas as mulheres são iguais. Senso materno, todas elas tem. Quer dizer, eu não conheço nenhuma que nunca desejou ser mãe. E, nesse desejo feminino, quem se da mal somos nós, homens. O desejo é muito simples: a ação mais nobre, para ser sincero, se torna a atitude mais repressiva possível. Atitude, essa, que permite que as mulheres falem “não”. Com que desculpa? Sempre a mesma: proteger os filhos.

Quanto a isso, tenho duas teorias formuladas no meu devaneio matinal (são três e vinte e dois, e estou com fome). A primeira a ser comentada diz que assim que uma mulher nasce, ela recebe uma cota de “sim’s” para ser utilizada durante sete ou oito décadas de opressão. Exemplo:

– Mãe, me compra um Kinder Ovo?
– Sim filho, mamãe faz tudo por você.

Depois que essa cota acaba, prepare-se para ouvir não atrás de não.

– Mãe, vou fazer uma tatuagem.
– Não! Porra, vai estudar.

Juro, até hoje não sei o que o cu tem a ver com as calças. Tipo, se eu fizer uma tatuagem, eu obrigatoriamente me tornarei um marginal e vou parar de estudar?

De qualquer jeito, vou pular para a outra teoria. Acho que já fiz claro meu ponto quanto a essa. A outra teoria, apesar de ser mais simples, é a que levo mais fé que seja real: é mais fácil dizer não do que sim.

Com onze anos:
– Mãe, posso namorar a Amanda?
– Sim amor, ela é uma gracinha.

Com treze anos:
– Mãe, posso ir ao cinema ver Mortal Kombat?
– Não sei filho. Quem vai com você? O filme não é muito violento?

Com quinze anos:
– Mãe, posso dormir na casa da Amanda?
– Não.
– Mas…
– SEM MAS. Não é não.

Nessa época, minha mãe decidiu que nada que viesse da minha boca era digno de atenção.

Dezesseis anos:
– Mãe, eu posso…
– Não.

Dezoito:
– Mãe, eu pos…
– Não.

Dezenove:
– Mãe, eu p…
– Não.

Meu aniversario de vinte três anos. Finalmente tomei coragem (e três doses de tequila pra peitar a minha mãe):

– VOU ME CASAR COM A AMANDA. PRONTO, FALEI. SEM MAS.
– Ok.

Cinco anos se passaram, me mudei com a Amanda para um conjugado lindo em Copacabana (com ótima vista para a favela), e comecei a perceber semelhanças entre ela e minha mãe.

– Amor, posso ir à casa do Renato ver o jogo do fluminense?
– Não sei. Quem vai? Que horas você volta?

Trinta anos:
– Amor, é despedida de soltei…
–Não. Você não vai e ponto final.

Trinta e sete anos:
– Amor, vou fa…
– Não.

Com mais maturidade do que nos meus vinte e três anos de vida, resolvi encarar a Amanda e já cheguei abrindo o jogo.

– Ganhei na mega sena. Corre e faça as malas porque eu vou viajar.

Tenho certeza que vi a Amanda ficar tão pálida quanto um fantasma.

– NOSSA AMOR, que bom! E eu coloco o que? Roupas de frio, de calor?

– Por mim, tanto faz mulher. Desde que você esteja fora daqui em uma hora senão eu perco o voo.

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Extraído do Fuck Yeah Textos

Conversa de homens

por em 29/11/2011 às 14:20

Experiência própria…

Fui selvagem e me arrependi

por em 28/11/2011 às 11:59

Gostaria que ocultassem meu nome, por favor. Escrevo à coluna “Pitaco Masculino” desse blog. Gosto muito do Malvadas e tenho acompanhado o blog principalmente por essas interações do público com os colaboradores. Nunca pensei que iria escrever, mas eu estou precisando mesmo desabafar. Queria um conselho sobre um assunto que não posso conversar com ninguém e nem tenho com quem conversar.

Namoro há quase três anos com um rapaz que penso ser maravilhoso. Mesmo com alguns problemas como o fato da mãe dele ser uma grande pedra no meu caminho. Temos 18 anos, ambos éramos virgens até semana passada quando acabamos transando. Aí que o meu terror começa.

Além de todo o nervosismo do momento, e o fato de não termos planejado nada, eu sou uma pessoa muito insegura. Estávamos sozinhos num quarto de hotel vagabundo. Eu o arrastei apenas para ficarmos sozinhos e conversar. Não pensei mesmo que iriamos perder o controle tão fácil, mas tudo bem. Já estávamos há meses malucos de vontade.

Quando dei por mim já estávamos rolando pela cama daquele quarto nojento. Passei por cima dos meus medos, e do fato que não era assim que eu queria que as coisas acontecessem, só porque estava louca de tesão e não pensava em mais nada. Ele também,  óbvio.

Depois que ele gozou começou a ter uma crise de consciência. Estávamos sem camisinha e ele tentou sair de cima de mim. Eu o abracei e tentei argumentar que estava tudo bem. Disse que a minha menstruação tinha acabado fazia apenas quatro dias, logo, provavelmente eu não iria engravidar. Só que as minhas palavras pareciam piorar a situação. Eu queria continuar, afinal, já que eu estava na chuva era pra me molhar.

Ele deitou e ficou fitando o teto. Tremia mais do que vara verde. Com os braços cruzados falava que isso não podia acontecer e que tínhamos feito uma grande besteira. Eu, por outro lado, só queria que ele socasse mais e calasse a boca porque estava me irritando. O que aconteceu depois foi horrível. Não me reconheço e estou me sentindo um lixo, canalha, crápula e cretina! Estou pensando tão mal de mim mesma que nem consigo me olhar no espelho ultimamente e todo o momento lembro daquela noite e começo a chorar.

Eu subi em cima dele e fiquei me esfregando. Tentava convencê-lo a continuar. Disse para ele parar de besteira e que estava tudo bem. Eu queria mais e ele estava estragando tudo. Quando ele ficou excitado de novo eu praticamente estuprei ele. Fiz tudo sozinha enquanto ele olhava pro teto com os braços cruzados atrás da cabeça quase chorando. Ficou com uma cara que agora me corta o coração, mas que na hora eu só queria mandar ele a merda e gozar porque ele já tinha gozado duas vezes e eu não.

As vezes dizia que eu estava machucando ele, mas ele mexia pra cima tentando fazer o que eu queria, mas a contra gosto. Desisti depois que percebi que ele não iria mudar aquela atitude, sai de cima, me vesti e disse que foi uma bela bosta pois ele estragou tudo. Depois que ele se vestiu percebi que ele estava com os olhos muito vermelhos de quem tava chorando em silêncio e na penumbra do quarto eu nem tinha percebido, me senti horrível, deitei ao lado dele abraçando ele e pedi perdão, beijei ele, mas ele nem se movia mais, pedi pra ele não chorar que ia ficar tudo bem, acho que pedi perdão umas mil vezes.

Foi traumatizante para nós. É horrível não poder saber o que ele estava pensando. Tomei pílula do dia seguinte na mesma noite antes de nos despedirmos para ele ficar mais tranquilo e prometi que iria fazer um exame. Desde então ele está muito estranho comigo e ainda não nos vimos de novo, vai fazer uma semana que não nos encontramos, até ai tudo bem pois isso é meio comum entre nós porque ele mora em outra cidade, mas eu continuo achando que é ele me evitando.

Já conversei com ele por telefone sobre isso, do que eu fiz, como eu estou me sentindo e ele diz que tá tudo bem, que me perdoa, que não liga e que só estava daquele jeito pelo medo de estragar nossas vidas com uma gravidez indesejada, mas é difícil acreditar. O que eu posso fazer pra consertar as coisas? Eu não consigo acreditar no perdão dele pois nem eu estou conseguindo me perdoar pelo o que fiz, depois que me coloquei no lugar dele e com a cabeça fria pensei sobre tudo que aconteceu e estou desesperada que isso acabe com o meu namoro. Preciso do conselho de alguém e a única pessoa com quem tenho conversado sobre isso é o meu namorado que está se sentindo tão culpado quanto eu, mas por motivos diferentes.

Não estou e nunca estive me importando pra um futuro bebê, sei que isso é impossível de acontecer, ainda mais agora depois do remédio, eu só estou preocupada com ele e comigo pois eu o amo demais, amo mais que qualquer pessoa na face da Terra e não quero perdê-lo assim. Me ajudem!

Anônima Continue lendo →