Acho que muitos já viram esse comercial… Mas vale a pena rever…
E dá pra duvidar da esperteza feminina? kkkkkkTweet
Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.
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por rafaela em 30/03/2011 às 12:19
Acho que muitos já viram esse comercial… Mas vale a pena rever…
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por rafaela em 30/03/2011 às 12:08
Ontem estive fazendo um treinamento na empresa onde trabalho. Esse treinamento falava sobre uma nova metodologia que vem sendo aplicada nos ambientes corporativos: a equidade de gêneros, ou seja, igualdade entre homens e mulheres na hora da contratação – leia-se: avaliação e oportunidades igualitárias.
A “treinadora” passou um vídeo e depois tivemos de fazer uma atividade sobre ele. Não descansei enquanto não achei o vídeo quando cheguei em casa. E aqui vai ele:
hahahahaha E aí… Alguém se reconheceu? Ou alguém é exceção?Tweet
por rafaela em 20/03/2011 às 12:30
Acho que todo mundo já ouviu essa frase dita por um matemático no séc. XIX. Mas, a que me refiro, especificamente, nesse caso? À ordem de nascimento. Pois é… Você, filha do meio ovelha negra e ele o caçula. Será que essa relação daria certo?
O site Bolsa de Mulher publicou uma pesquisa a respeito desse assunto. A ideia é a seguinte: a ordem de nascença influencia na hora de encontrar o grande amor (e na carreira profissional, também). Será???????? A psicóloga Linda Blair, idealizadora da pesquisa, diz que isso influencia e muito na hora de procurar um parceiro. Ela explica que o caráter de uma pessoa começa a se formar a partir dos seis anos de idade e que, nessa fase, tudo que acontece afeta diretamente essa formação (como divórcio dos pais, por exemplo). Um filho mais velho que passa por essa situação de divórcio, por exemplo, acabará sendo “pai” e adquirindo maior responsabilidade nesse tipo de assunto (tudo tem sua exceção!).
Mas, e você? É filha(o) caçula, mais velho, do meio, único? Clique aqui e confira sua combinação. A minha não existe no momento… hehehehe Mas, um dia, quem sabe, vou ficar atenta pra ver se isso é verdade mesmo…
Besitos
RafaTweet
por Vanessa em 28/02/2011 às 15:29
Sempre fui uma garota que priorizou os estudos. Tenho 20 anos e nunca quis me envolver em um relacionamento sério. Não sou uma nerd convicta. Saio, bebo minha cervejinha e fico com quem tenho vontade. Conheci um cara na balada e logo de cara fiquei interessada. Senti que era recíproco. Ficamos e nos envolvemos. Apesar de nunca conversarmos sobre a seriedade do relacionamento, acredito que estava sério. Nos víamos sempre.
Ele ia religiosamente todos os dias na minha casa. Não sei se é o calor da emoção, mas ele era muito atencioso, carinhoso e presente. Era o homem que eu sempre quis.
Foram 5 meses de pura felicidade. Não demorou para que percebesse que já estava preparada para me entregar completamente a ele. O fiz e foi lindo. Parece que nascemos um para o outro.
Um dia marcamos de sair. Ele iria passar na casa de um amigo antes e depois passaria me pegar. Me arrumei e fiquei esperando. As horas se passaram e nada. Resolvi ligar e o celular estava desligado.
Quando vi que passava da meia-noite, resolvi ir sozinha. Ele não estava lá. No outro dia, como de costume, fiquei esperando e ele não apareceu. Durante um mês percorri os locais onde costumávamos frequentar e nada. Fui até o apartamento dele e o síndico disse que ele tinha entregado o apartamento.
Gostaria de estar errada ao pensar que ele não se importava comigo. Que talvez ele tenha arrumado outro corpo para usufruir. Sei que posso ser crucificada por ter esperado tanto para perder a virgindade com um cara que fez um papel merecedor de Oscar. A pergunta que não sai da minha cabeça é: eu errei? O que eu fiz para ele sumir sem deixar vestígios?
Camile
———————————–
Meu amor, calma. Vamos analisar a situação:
- Dar prioridade aos estudos é algo louvável. Significa que você se preocupa com a sua estabilidade. Demonstra o quanto você deve ser uma mulher determinada, certo? O que dizer de alguém que abre mão das dores e amores de um relacionamento sério em pró da educação? Você é muito centrada e isso não te faz um robô.
- Você sai, bebe, fica. Tem sentimentos e desejos. Você disse que essa atração foi recíproca. Por que não se envolver? Quando você conta, já estava envolvida. Isso é ótimo. Se o cara era tudo o que qualquer mulher gostaria de ter ao lado, imagino que tenha aproveitado cada momento ao máximo.
- Vocês ficaram quase meio ano juntos e então decidiu que era hora de perder a virgindade com ele. O foco é você achou que estava preparada para transar e escolheu ele. Ótimo. Você diz que foi lindo e que parece que vocês nasceram um para o outro.
O que vem a partir daqui é algo que você vai ter que ser fria o suficiente para entender. Sabe aquele ditado que diz que quando amamos uma coisa a deixamos livre e se voltarem é porque as conquistamos e se não voltarem é porque nunca as tivemos? Eu poderia discursar que ele te iludiu, te enganou, te usou e depois sumiu. Seria fácil. Você acreditaria que ele é um filho da puta e tudo iria melhorar com o passar dos dias.
O problema é que nunca olhamos e valorizamos o que fazemos. Ao invés de ficar se culpando, tente olhar a situação de outra forma. Dói ser abandonada sem explicação? Dói! Já aconteceu comigo. Eu nunca soube porque ele nunca mais voltou.
O cara pode ter perdido um parente e viajou sem dizer adeus. Ele pode ser um assaltante e estar na cadeia. Ele poderia estar andando na rua, pensando em você, e foi atropelado (credo). Como vamos saber? Isso é arte do destino. Quem sabe, hoje mesmo, ele apareça no seu portão com uma justificativa convincente e você o perdoe. Quem pode dizer?
Pelo que escreveu no e-mail você não tinha muitas informações sobre o sujeito. Pense no que você sentia por ele. Isso basta. Com todos os erros dos relacionamentos, criamos uma espécie de escudo. Cada tombo, porrada, desilusão ficamos mais paranóicas. É isso que quer?
Leve que você achou um cara que considerou bom o suficiente para se entregar. Não se arrependa. Viva. Você pode ter feito nada ou tudo para ele não aparecer mais.
O que importa, realmente, foi que você fez a sua escolha.
Beijos,
Vanessa
vanessa@malvadas.org
por rafaela em 26/02/2011 às 21:41
Bem, hoje em dia o papo da independência feminina está em alta. Aquilo de “Mulher não precisa de homem, mulher pode viver sozinha, mulher sabe fazer tudo que um homem faz e ainda melhor.” E blá blá blá.
Pois é. Isso tem seu enorme fundinho de verdade. Realmente buscamos nossa independência: financeira, principalmente. Queremos ser donas do nosso próprio nariz, sim! Viajar, pagar as contas em dia, assumir as rédeas na hora da conquista… Só que nenhum ser humano é uma ilha, certo!? E, desde sempre, precisamos de alguém ao nosso lado pra estarmos quase completos. A questão é: com todo esse papo de independência, algumas coisas se confundiram. Não é só porque trabalhamos muito e estudamos dobrado que desvalorizamos o tão esquecido romantismo.
Enquanto nós, mulheres, somos sonhadoras incorrigíveis, os homens são mais resguardados. Uns dizem que tem um jeitinho esquisito diferente de serem românticos. Outros assumem que são desligados mesmo. E outros, ainda, admitem: adorammmmmm mimar a amada.
Enfim, HOMENS, gostamos, sim, do bom e velho romantismo. Pra conquista, nada como detalhes carinhosos que farão a diferença e, mesmo com certo tempinho de relação, eles mantem a mesma sem cair tanto na rotina. Esses dias, mesmo, um aluno veio me contar a proeza romântica que fez pra esposa. Ele escreveu uma carta pra ela e mandou pelo correio. Em tempos virtuais, receber uma carta é coisa quase impossível, ainda mais uma carta romântica.
Bom, e pra quem quer se aventurar a deixar a mulher derretida, aqui vão algumas dicas:
Flores: algumas mulheres não curtem flores, por acharem indevidamente que elas morrem e, com elas, a atitude do moço. Sinceramente, o que vale é a intenção. Principalmente se for um gesto inesperado e com a flor que ela mais gosta. Claro que cada caso é um caso, né. Eu adoraria estar passeando com meu namorado num parque e ganhar uma flor colhida na hora, por ele, por exemplo.
Mensagens: não dá pra negar. Mensagens surpresas são sempre boas aliadas. É uma boa forma de mostrar pra querida que pensou nela, durante o trabalho, no meio do dia, enfim. Não precisa nem ligar. Só uma mensagem já a fará suspirar! Principalmente se nela tiver um “linda” – e não “gostosa” (deixe esse para mensagens – ou momentos – com intenções mais picantes).
E-mails, recados em orkut e facebook: aqui vale o mesmo da mensagem: quando for inusitado, é ainda melhor, principalmente se o conteúdo a deixar de queixo caído por saber que, mesmo que a demonstração não seja tão explícita, você pensa e quer estar com ela. Outra dica é mandar uma música ou um vídeo que te faz lembrar de momentos especiais com ela – ou simplesmente do sorriso dela.
Cavalheirismo: nem uma surpresa. Aqui está aquilo que muitas mulheres reclamam depois de casadas: “meu marido não abre mais a porta do carro pra mim, não puxa a cadeira, não me deixa ir à frente, etc.” Sério! É muito raro encontrar um homem que faça isso hoje em dia. Abrir a porta do carro, ceder o lugar, ser educado e puxar a cadeira são detalhes importantíssimos: indicam o quanto o homem pensa no nosso bem-estar, mesmo que não diga isso.
Eu te amo! – não precisa ser dito sempre, tipo o tempo todo, mas deve ser dito com sinceridade, olhando nos olhos, senão acaba se tornando banal.
Mimos – ela adora Suflair. Vez ou outra, dê um pra ela. Ela ama ler. Você passa em frente a uma livraria e dá de cara com o livro que ela está querendo. Se não estiver quebrado, vale a pena comprá-lo. Quer uma boa dica? Escreva um bilhetinho simples, com uma mensagem marcante e, ou esconda na bolsa (sem mexer nela, ok!), ou entregue “do nada”.
Andar de mãos dadas- sinceramente, essa é uma atitude especial, pois indica companheirismo. E adoramos andar de mãos dadas.
Poesias – não precisa ser poeta, mas, vezenquando, vale a pena mandar um poeminha ou uns versinhos.
Surpresas – um pouco dos mimos, das mensagens, flores, etc. Qualquer atitude agradável e que a faça se sentir bem, é válida - como um jantar à luz de velas, um bom vinho, ou simplesmente abraçá-la bem forte! Ah, outra dica legal: procurar se informar sobre os assuntos que ela gosta. Além de ter muita conversa, ela saberá do esforço pra agradá-la.
Enfim, ser romântico não é ser irritantemente meloso. Essas foram algumas dicas, mas tem muitas coisas a mais que podem ser feitas. Por mais que sejamos independentes na hora da conquista, ainda gostamos de saber dos sentimentos masculinos. Não precisa de um megafone nem de um carro de som, mas um simples gesto pode fazer toda a diferença. Além de ficarmos derretidas, ficamos mais sensíveis e menos chatas. Kkkkkkkkkkkkkkkkk
E, claro, muitas das dicas valem pra mulherada, né, mas, sem ser grude.Tweet
por Vanessa em 21/02/2011 às 14:46
A saudosa Inês de Castro, colunista da Band News FM, fez hoje um texto sobre as feministas. Achei interessante. Fui buscar o texto para postar aqui e achei uma réplica ainda melhor. Com vocês o texto da paulista Cíntia Fulador:
“Prezada Inês de Castro,
Ouvi hoje sua coluna em que você fala sobre a ignorância de alguns jovens alemães que acham que o muro de Berlim não deveria ter caído. Eles alegam que o comunismo era muito melhor. Que o comunismo é um ideal, etc. E, concordo com você, as coisas não são bem assim…
Logo após, você fala das meninas mais novas que atacam o feminismo e detestam as feministas pois, segundo elas, as mudanças que houveram não são legais, etc, etc…. e então você diz que elas precisam ler mais, ter conhecimento, assim como os jovens alemães.
Agora, neste ponto discordo de você. Talvez você esteja mal informada sobre o Feminismo, sobre o que é, e qual sua finalidade!
Está patente (e só não vê quem não quer), que o Feminismo, em pouquíssimo tempo, conseguiu implodir uma instituição sagrada e maravilhosa, que durou cerca de 5.000 anos: a família. Nesse ponto, estou de acordo com essas meninas “novas”: o Feminismo é uma doença insana e radical.
por Gabe em 21/02/2011 às 14:17
Olá, tenho 17 anos e só fiquei com 2 meninos. Eu sei que nessa fase as coisas costumam ser bem íntimas e, apesar das pouquíssimas experiências, eu sei que tenho que ter um grande contato com o meu corpo se quiser me sentir confortável pra levar as coisas adiante.
O blog me ajudou muito a entender que na hora do sexo os garotos não se importam com imperfeições como estrias, celulites e essas coisinhas que as meninas encanam muito. Nesse sentido, sou bem relaxada. Com o segundo menino que fiquei (e único que realmente gostei), quando as coisas esquentaram, tudo o que aprendi no blog ajudou muito!
Mas ainda sim tem uma coisa que me incomoda bastante. Sei que tenho que procurar uma médica pra conversar e resolver esse problema, mas tenho mamilos invertidos. Pesquisei pouco na internet e descobri que é mais comum do que eu imaginava. Também entendo que o garoto por quem eu tiver interessada pra ter um relacionamento mais longo, se gostar de mim, não vai se importar com isso.
As dúvidas são: se os meus mamilos não ‘saltam pra fora’ mesmo com a excitação, existe alguma forma de obter prazer? E também quero saber a opinião dos meninos: na hora H eu vou ter que contar pro bonitão, pra ele não se assustar e sair correndo, ou posso deixar as coisas irem na boa, porque ele não vai se importar?
Beijos, Bih
———–
Querida, fico muito feliz que o Malvadas tenha ajudado você dessa forma. É muito importante ter essa confiança e esse auto-conhecimento que você tem e ainda busca. Acredito que a sua vida sexual e os seus relacionamentos serão menos “complicados” em conta disso.
A respeito dos mamilos invertidos, sim, é importante você ir a um médico para que ele possa dar a você todas as informações necessárias e pertinentes sobre isso. Até onde eu saiba não existe nenhum problema acerca do prazer no local devido a isso. Mesmo que eles não “saltem para fora” quando você está excitada o prazer e sensibilidade no local existe, então você vai poder se divertir da mesma forma.
Eu vi que é interessante fazer uma massagem nos mamilos, movimento circular “puxando pra fora”, diariamente. Isso é uma recomendação que vindo de um médico realmente seria mais indicado, mas é o que eu li.
A respeito de avisar antes, eu acredito ser completamente desnecessário. Isso é um detalhe do seu corpo que não influencia e não vai assustar ninguém, não se preocupe.
Um beijo meu,
por Vanessa em 21/02/2011 às 13:08
21 de fevereiro de 2011. Dois mil e onze. Poucas coisas tiram o meu foco do trabalho. Para quem não sabe, trabalho em um jornal e cuido da editoria “Geral”. Chegam, diariamente, as mais diversas pautas possíveis. Hoje fiquei triste com uma delas.
O slogan é: “Pesquisa diz que 5 mulheres apanham a cada 2 minutos”.
Cinco mulheres a cada dois minutos.
E a situação já foi pior: há 10 anos, eram oito as mulheres espancadas no mesmo intervalo.
Me lembrei de uma antiga leitora. Ela sofria de “abuso de força”. Eu, nunca estive nessa situação. Não posso afirmar aqui o que leva – ou deixa de levar - as mulheres a se submeterem a tanta humilhação.
- Ah, mas tem mulher que curte apanhar.
Tem?
A pesquisa, que foi feita pela Fundação Perseu Abramo em parceria com o Sesc, projetou um cenário de horror. Realizada em 25 Estados, a pesquisa Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado ouviu em agosto do ano passado 2.365 mulheres e 1.181 homens com mais de 15 anos.
“Os dados mostram que a violência contra a mulher não é um problema privado, de casal. É social e exige políticas públicas“, diz Gustavo Venturi, professor da Universidade de São Paulo (USP) e supervisor da pesquisa.
Sim, é um problema público. É a sua filha, sua irmã, sua mãe. Mulheres do meu Brasil, já se foi o tempo em que não tinhamos voz e vivíamos na era da Testosterona. Denuncie. Lute por você. Ninguém merece conviver com a violência.
Inacreditavelmente, ficou concluído que 7,2 milhões de mulheres com mais de 15 anos já sofreram agressões – 1,3 milhão nos 12 meses que antecederam a pesquisa.
Entre os pesquisados, 85% conhecem a lei Maria da Penha e 80% aprovam a nova legislação. Mesmo entre os 11% que a criticam, a principal ressalva é ao fato de que a lei é insuficiente.
Basta.Tweet
por rafaela em 17/02/2011 às 11:12
Saudações, Malvadezas… Finde vem chegando com tudo!
Semana passada, não consegui postar o “Tirinhas da semana” e nem o “Música, sim!”. Mas amanhã eu compenso!
Bem, vamos realizar uma pesquisa aqui no Malvadas, muito simples.
Quais qualidades uma pessoa tem que ter pra manter um relacionamento? Em contrapartida, quais defeitos ela não pode ter de jeito algum?
Então, homens e mulheres, mandem um e-mail para: rafaelamerli@yahoo.com.br, listando:
10 qualidades essenciais que o(a) seu(sua) parceiro(a) deve ter, e que motivam a manter um relacionamento
10 defeitos que ele(a) não deve ter, e que podem por tudo por água abaixo.
Assim que o resultado ficar pronto, será postado.
Besitos,
RafaTweet
por Gabe em 10/02/2011 às 2:49
Meu nome é D.J., tenho 18 anos e há um tempo eu venho observando uma garota que me chama muita atenção: loira, bonita e gostosa. Ontem rolou uma oportunidade, eu fui a luta e consegui ficar com ela, de quebra ainda rolou um sexo. Após a primeira transa, que demorou um pouco, dei um tempo para nos recuperarmos e parti para o segundo round, fiquei excitado, coloquei o preservativo e acabei broxando na hora H. Fiquei meio “desesperado”, pois foi a primeira vez que isso me aconteceu. Normalmente quando transo, a primeira vez é rápida e da segunda em diante “o bicho pega”.
Ela tratou o assunto com tranquilidade na hora, disse que era normal, mas também alfinetou com frases do tipo “pra que provocar se não vai dar conta”. Eu fingi que estava tranquilo na hora, mas não consegui dormir direito. Prometi a ela que iria “pagar minha dívida com juros e correção monetária”.
Conversando com amigos mais velhos, eles disseram que ja passaram por situações assim e que às vezes chegam a tomar algum estimulante sexual para casos desse tipo.
Eu acho que pegou mal para a primeira transa, não sei se ela achou que eu sou só “pressão”, enfim, surgiram inúmeras dúvidas na minha cabeça. Gostaria de saber a sua e a opinião das leitoras do blog sobre esse fato. Como é para mulher lidar com uma broxada? Será que isso pode me prejudicar com outra parceira? Vocês comentam entre si esses tipos de situação? Se algum homem quiser dar a sua opinião também será bem vinda.
Grande beijo e um forte abraço!
———–
Querido, eu penso que isso é normal, mas a questão é todo aquele papo de auto-estima da mulher. Independente de todo mundo saber que isso acontece e que não tem nada a ver com falta de desejo, acaba sendo “delicado”. Obviamente todos homens e mulheres gostariam de nunca passar por isso, mas é um assunto que deve ser lidado com tranquilidade. Se isso ficar acontecendo direto o cara tem que procurar um médico pra ver se é algo fisiológico, se é coisa de uma vez, fica em paz que não é nada demais.
Acredito que numa próxima vez, se você for na boa, sem medo para que não aconteça de novo, as chances de isso não ocorrer de novo melhoram muito, tanto com ela como com outra. O que eu vejo é que depois de uma brochada o cara se sente pressionado e meio afoito para provar que consegue e que foi um fato único. Aí pode ocorrer da cabeça ficar se concentrando mais nisso do que na putaria que está acontecendo, aí né? Pode brochar de novo e ter uma pseudo-foda ruim, hehe.
É claro que isso já aconteceu comigo e o pior foi o cara tentando se desculpar e me dizer que aquilo era primeira vez e etc. Eu nem tinha me estressado com o assunto, mas ele encheu tanto o saco falando sobre isso que me irritou. Outra vez (que foi com outro cara) ele lidou super bem, ficamos conversando, dando risada, bebemos mais um pouco e depois de um tempo começamos a pegação de novo. Rolou tranquilo e foi ótimo. Não fiquei feliz que aconteceu mas não me senti menor mulher ou menos atraente, porque isso não tem nada a ver.
A questão dos comentários variam de pessoa para pessoa. Eu comento sempre sobre situações que aconteceram mas sem dizer com quem foi, porque isso é chato. Só se faz propaganda se for boa!
Enfim, deixo pros leitores (as) para comentarem mais, mas o que eu tenho pra dizer é isso: Vai na boa que isso acontece com todo mundo e se a menina ficou mimizando azar o dela. Espera um tempo, tenha uma conversa divertida e dá uma tentiada depois, com uma preliminar bem gostosa.
Um beijo meu,
por rafaela em 9/02/2011 às 12:07
Ele se atrasa. Não atende suas ligações. Se faz de desentendido. Das duas, uma: ou ele é um completo desligado (do tipo que detesta falar ao telefone – aliás, nem lembra que tem celular) ou… Ele não quer compromisso! E hajam desculpas nessas horas. Não estou querendo dizer que nós, mulheres, não temos nossas desculpinhas. Mas algumas são carta marcada. As escritoras Nara Franco (Homem é tudo palhaço) e Danielle Means (Mulé é um bicho burro mermo) enumeraram algumas dessas falsárias explicações:
1 – “Eu nunca trai minha mulher, mas com você é diferente”
Aqui cabe essa outra: “Eu não amo mais minha mulher, só estou esperando o momento certo para terminar”. Convenhamos… Se envolver com um cara comprometido já é uma M, e ainda acreditar na carinha de bom moço, fala a sério! É pedir pra desidratar de tanto chorar mesmo!
2 – “Meu cachorro passou mal, vou levá-lo ao veterinário”
Mais antiga que a nossa infalivelmente verdadeira e odiada desculpa da “dor de cabeça”. Só vi um pet-shop 24h até hoje. E que, na verdade, só funcionava até meia-noite. E ele sairia do trabalho pra levar o cãozinho ao veterinário? Se sim, pode até ser verdade. É bom dar uma sondada se oferecendo pra ir junto.
3 – “Estou sem tempo para assumir um relacionamento agora, trabalhando muito…”
Eu também estou sem tempo. E daí? Alguém aí não trabalha, não estuda, ou não faz tudo ao mesmo tempo? De caras assim, é melhor cortar volta. Ele, REALMENTE, não quer compromisso, nesse caso, com você. Quando o homem se apaixona, de fato, ele encara a responsabilidade! Aliás, aqui ainda podemos colocar as outras clássicas: “Não estou pronto para me envolver a sério com alguém” e a “Não sei o que eu quero” – ele sabe, sim! Só não sabe como falar.
4 – “Não precisa ter ciúme. Ela é bonita, mas eu não saio com gente do trabalho”
Bem, palavras das escritoras: “Bela mentira. O código de ética masculino não inclui o ambiente de trabalho. A menos que a mulher seja muito chata, ele vai aprontar – se quiser, é claro.”
5 – “Não assinei o canal de sexo, veio de brinde no pacote do Brasileirão”
Também não comprei esse batom. Veio de brinde com a sombra. Dá um tempo. Ele deveria é assumir que assinou e reverter, dizendo que queria assistir com você (se você vai querer assistir ou não, a conversa é bem outra…).
6 – “Ciúme dela? Imagina, é só uma chata que fica me enchendo no Facebook”
Ué, mas se ela é chata, por que ele deixa ela ficar lá? Seguinte: as redes sociais, hoje, estão muito mais privativas. A gente só tem quem permitimos ter. Se a chata fica lá, é porque ele deixa. Agora, o porquê dele deixar é outra história…
7 – “Eu não sumi, só estive trabalhando, ocupado”
Se o cara sumiu depois daquele encontro maravilhoso (na sua cabeça, óbvio), é batata: ele não está afim, ou não deu certo com outra e ele resolveu tentar de novo. Algo do tipo: “plano B”. E, sinceramente, ser escape é ser burra.
8 – “Sério que você me ligou a tarde toda? Não vi.”
O visor do celular deve estar quebrado, né… Se cair nessa, pode se preparar pra desidratar, mais uma vez…
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por rafaela em 9/02/2011 às 1:05
“Eu me flagrei pensando em você, em tudo que eu queria te dizer…”
Nunca se tem certeza do que alguém pode realmente significar. Quer dizer… As pessoas tem importâncias diferentes na nossa vida. Uma pessoa que possa vir a ter uma importância diferente começa por despertar aquele básico sentimento da simpatia. A pessoa é tão incrivelmente simpática, comunicativa que até dá vontade de conversar com ela pra sempre. Aí surgem as semelhanças. Tanta coisa parecida que até parece impossível alguém assim existir: “Penso da mesma forma…”, “Nossa, não acredito! Eu adoro isso também”… Os dias passam e o pensamento parece estar enguiçado: não vai pra frente nem pra trás. Só quer saber de pensar naquela pessoa. Parece até um vício. Mas vício tão bom que nem dá vontade de ser diferente. Sabe aquela coisa de sorrir no meio do dia porque a imagem da pessoa veio na cabeça? Ou porque ouviu o mesmo nome em algum lugar… Ou alguém disse algo muito parecido com que o outro disse. Ou uma música… Um lugar… Um texto… Um contexto! A conexão é tamanha que as coincidências não são poucas. A mesma música ouvida. O mesmo lugar visitado, o mesmo desejo… Ah, o medo de, no fim, ser tudo uma grande cilada. Cilada da vida. E quando saber? Depois que esperar, viver, sentir… Até saber que se apaixonar é o melhor risco da vida! E que viver a paixão é declarar a necessidade de um estado de emergência! Ou não?
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por rafaela em 6/02/2011 às 22:56
Saudações, Malvadezas… Enfim, mais uma semana que vai se iniciar… E, homens, que tal um início bem promissor cursando uma formaçãode maridos? O texto eu recebi, por e-mail, do Fábio, de Curitiba! Ele já está fazendo o curso. Ah, e os complementares, também! rsrsrsrs =P
Objetivo pedagógico:
Permite aos homens desenvolver a parte do corpo da qual ignoram a existência (o cérebro).
São 4 módulos:
Módulo 1: Introdução (Obrigatório)
1 – Aprender a viver sem a mamãe. (2.000 horas)
2 – Minha mulher não é minha mãe. (350 horas)
3 – Entender que não se classificar para o Mundial não é a morte. (500 horas)
Módulo 2: Vida a dois
1 – Ser pai e não ter ciúmes do filho. (50 horas)
2 – Deixar de dizer impropérios quando a mulher recebe suas amigas. (500 horas)
3 – Superar a síndrome do ‘o controle remoto é meu’. (550 horas)
4 – Não urinar fora do vaso. (1000 horas – exercícios práticos em vídeo) 
5 – Entender que os sapatos não vão sozinhos para o armário. (800 horas)
6 – Como chegar ao cesto de roupa suja. (500 horas)
7 – Como sobreviver a um resfriado sem agonizar. (450 horas)
Módulo 3: Tempo livre
1 – Passar uma camisa em menos de duas horas. (exercícios práticos)
2 – Tomar a cerveja sem arrotar, quando se está à mesa. (exercícios práticos)
Módulo 4: Curso de cozinha
1 – Nível 1. (principiantes – os eletrodomésticos) ON/OFF = LIGA/DESLIGA
2 – Nível 2. (avançado) Minha primeira sopa instantânea sem queimar a Panela.
3 – Exercícios práticos: Ferver a água antes de por o macarrão.
Cursos Complementares
Por razões de dificuldade, complexidade e entendimento dos temas, os cursos terão no máximo três alunos.
1 – A eletricidade e eu: vantagens econômicas de contar com um técnico competente para fazer reparos.
2 – Cozinhar e limpar a cozinha não provoca impotência nem homossexualidade. (práticas em laboratório)
3 – Porque não é crime presentear com flores, embora já tenha se casado com ela.
4 – O rolo de papel higiênico: Ele nasce ao lado do vaso sanitário? (biólogos e físicos falarão sobre o tema da geração espontânea)
5 – Como baixar a tampa do vaso passo a passo. (teleconferência)
6 – Porque não é necessário agitar os lençóis depois de emitir gases intestinais. (exercícios de reflexão em dupla)
7 – Os homens dirigindo, podem SIM, pedir informação sem se perderem ou correr o risco de parecerem impotentes. (testemunhos)
8 – O detergente: doses, consumo e aplicação. Práticas para evitar acabar com a casa.
9 – A lavadora de roupas: esse grande mistério.
10 – Diferenças fundamentais entre o cesto de roupas sujas e o chão (exercícios com musicoterapia)
11 – A xícara de café: ela levita, indo da mesa à pia? (exercícios Dirigidos por Mister M)
12 – Analisar detidamente as causas anatômicas, fisiológicas e/ou psicológicas que não permitem secar o banheiro depois do banho.
Obs.: O curso é gratuito para homens solteiros e para os casados damos bolsas.Tweet