Booger Network

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Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.

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.: Malvadas :. » Papo com o leitor

Virei amante do meu chefe e ele terminou tudo...

por em 14/11/2012 às 9:42

Olá Gabe, meu nome é “Ana” e estou com um probleminha. Tenho 23 anos e trabalho numa grande empresa há mais de um ano. Lá conheci o “Valter”, meu chefe, com 43 anos e casado. Só pra você entender: ele é um homem lindo e admirado por muitas. Além de ser muito charmoso.

Com o tempo fui me sentindo cada vez mais atraída por ele que se mantinha sempre muito sério e, aparentemente, fiel. Depois de várias investidas da minha parte ele começou a responder minhas paqueras. Fui muito discreta para que ninguém do setor desconfiasse. Após muitos bilhetinhos e olhadinhas começamos a dar uns beijinhos às escondidas até que marcamos um motel. Ele é muito tímido. Foi bom, mas não foi exatamente o que eu esperava. Ele ficou muito nervoso, mas foi carinhoso e agradável.

Depois disso os dias seguiram normais no trabalho. Ele me disse que tinha valido a pena, que sonhava comigo e que queria sair mais vezes. Passados quinze dias resolvi chamar ele para sair de novo. Para minha surpresa, ele disse que precisava conversar comigo e já imaginei que boa coisa não era. Então ele me disse: “Não me leve a mal, mas o problema é comigo. Estou fazendo um mal terrível a mim mesmo e a você. Sei que é madura e vai entender”. Confesso que fiquei sem entender nada. Foi um susto ele dizer que não queria mais nada.

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Meu namorado teve a intenção de me agredir?

por em 26/10/2012 às 8:49

Depois de reunir coragem, decidi te escrever.
Namoro há 3 anos a distância. Nos vemos esporádicas vezes. Ele trabalha e estuda e eu trabalho. Nos amamos muito e sempre nos damos muito bem. Quando nos víamos, era um conto de fadas… eu chorava muito quando voltava pra casa. Mas da última vez aconteceu algo que mudou totalmente o nosso “namoro perfeito”.

Fiquei 4 dias com ele, e brigamos 2. Nunca fomos de brigar pessoalmente, mas dessa vez foram as piores brigas que já tivemos desde que nos conhecemos. Na última briga, estávamos muito nervosos um com o outro. Já nas agressões verbais, ele me bateu com um travesseiro. Achei aquilo desrespeitoso e fui tirar satisfações apontando na cara dele como teve coragem. Nesse ato, ele segurou forte nos meus pulsos me afastando. Eu interpretei esses comportamentos dele como uma intenção de me agredir. Conversamos muito, chorei demais, ele pediu desculpas e uma chance de mostrar que nunca acontecerá novamente. Agora fico com pé atrás, em dúvida, com medo de acontecer de novo. Nosso namoro nunca chegou a um ponto tão desrespeitoso. Eu choro só de lembrar daquela situação degradante.

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Traí, me arrependi e mudei. Ele não conseguiu esquecer...

por em 25/09/2012 às 11:10

“Ficava com um cara que me procurava duas vezes por mês e estava cagando pra mim. Tinha uma quedooona por ele e ia toda vez que me ligava. Acabei conhecendo um amigo dele que começou a dar em cima de mim. Eu rejeitei por ser amigo do cara que eu gostava.

Depois de um certo tempo percebi que o cara que eu ficava realmente não me dava a mínima atenção e resolvi sair com o amigo pra ver o que poderia rolar. Mesmo receosa, decidi ficar com ele e foi a melhor coisa que fiz naquele ano. Ele me dava tudo que o outro  nunca me deu. Só que vira e mexe o que eu gostava antes me procurava e eu tinha as minhas recaídas. Sempre soube que não poderia ficar com os dois, ainda mais sendo melhores amigos, então decidi escolher o que me dava mais assistência.

Fiquei 3 meses sem ver o primeiro pelo qual eu tinha uma queda e fiquei super bem com o amigo até que decidi sair sozinha… Encontrei o dito cujo de antes que me ofereceu uma carona, pedi que ele me deixasse no ponto de ônibus mais perto dali, mas ele no caminho entrou numa rua longe e desconhecida do lugar onde estávamos, começou a chover e ficamos parados dentro do carro. Ele deu em cima de mim e disse que “não queria saber o que eu tinha com o amigo e que antes de ser de outros eu era dele. Falou que me queria ali e agora e que o melhor amigo dele não precisava saber”.

Neguei por um tempo, mas fui vencida pelo cansaço e ficamos. Dias depois, o pessoal que me viu entrando no carro com ele contou pro carinha que eu estava ficando e ele ficou muito magoado. Disse que quebrei as pernas dele e ficou em depressão sem sair de casa. Não queria me ver nem pintada de ouro. Foi aí que vi o quanto ele gostava de mim e que antes eu não tinha noção da imensidão do sentimento.

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Estou apaixonada por um gay

por em 12/09/2012 às 20:58

“Nem acredito que estou colocando esta história para ser publicada. A princípio, sei que quando se fala em paixão por alguém que não gosta da ‘fruta’, a primeira coisa que vem na cabeça é que as mulheres gostam de homens impossíveis. Verdade, mas peço que tenham paciência antes de fazer qualquer pré-julgamento.

Sou uma mulher bonita. Não daquelas que causam desastres naturais só pelo fato de cruzarem as pernas, mas me garanto. Tenho uma auto confiança enorme e acho que isso atrai muitos homens. O problema de ter um certo nível de beleza, é atrair sempre o mesmo tipo de homem: os babacas.

Não quero parecer arrogante, só quero que entendam o meu lado da história. Normalmente a mulher bonita intimida os caras que não tem muita confiança, os legais, os engraçados… e deixa uma brecha para que os confiantes (cascas-grossa, ignorantes, brutos, etc.).

Então, tenho 28 anos e nos últimos dois resolvi que não me envolveria mais com homens. Cansa, sabe? Pensei que se me envolvesse com mulheres, talvez, teria mais êxito na minha procura. Fiz muitas amizades no meio gay, mas não consegui me sentir completa (sem trocadilhos, por favor… hehehehehe) com mulheres.

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Ela me trocou por um homem casado. Devo me vingar?

por em 24/08/2012 às 16:00

“Olá minha cara! Namorei durante 7 anos com uma garota e vivemos juntos numa casinha no quintal com a família dela. Tivemos momentos bons, mas a minha sogra era muito chata e ditava muitas regras de convívio. Ela, por sua vez, apoiava a mãe e me oprimia. Me mandava fazer coisas que eu fazia porque ela dizia que me amava e eu não queria vê-la triste.

Além de subjugar minhas vontades fiz tudo o qeu podia e ela sempre reclamando e sendo grossa comigo. Depois que eu fazia ela vinha toda cheia de dengo e eu me sentia bem. Sei que a magoei algumas vezes por não saber expressar meus sentimentos. Não sou bom com palavras e isso a deixava insegura. Todas as vezes que ela me tratava mal eu não falava nada. Apenas ignorava porque não queria machucá-la. Eu até poderia ser mal também, mas não achava certo.

Depois de muito tempo aguentando a situação com ela, e minha sogra, me enchi e fui embora. Voltei a morar com meus pais, mas não terminamos. Na realidade, só queria um pouco de liberdade pra mim. Ficamos nesta situação por quase um ano e fui percebendo que ela estava cada vez mais distante. Começou a reclamar que eu era muito frio porque quase sempre discutíamos. Como eu já disse, para não ser agressivo acabava ignorando.

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Eu não consigo transar por medo de engravidar!

por em 9/08/2012 às 14:29

“Namoro há 9 meses com um garoto. Ele é simplesmente o homem ideal de muitas mulheres: dedicado, carinhoso e romântico. Mas assim como para muitos as “necessidades carnais” são extremamente, totalmente e indubitavelmente a base do nosso relacionamento.

Tenho noção de que sexo é  importante numa relação, mas existe um problema que me incomoda e me atrapalha todas as vezes que transei com ele: tenho um medo descomunal de engravidar. Tomo anticoncepcional e ele usa camisinha, mas meu psicológico não me deixa sentir confortável com a situação.

Teve um episódio em que cheguei a chorar enquanto transava com ele. Apenas por pensar que a consequência do ato apareceria nove meses mais tarde.

Após algumas pesquisas (e conversas com algumas garotas) percebi que esse medo é mais comum do que imaginava. Acontece que simplesmente não consigo aceitar o fato que estou protegida. Ele fica mal com isso e fala que não há porquê eu ficar assim. Confesso que ultimamente evito ao máximo ter relações com ele. Procuro desconversar quando o assunto chega a esse ponto.

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A amiga do meu namorado não desgruda. O que eu faço?

por em 1/08/2012 às 17:21

Oi Gabe, tenho 17 anos e namoro há 9 meses com um cara de 17 anos. Durante esse tempo nunca brigamos. Tudo sempre foi perfeito. Porém, nesses últimos dias, estou vivendo uma situação bem complicada. O meu namorado tem um melhor amigo e este uma namorada. Eles moram todos no mesmo prédio o que facilita muito a comunicação entre eles. Eu já sou de um bairro mais afastado e não posso estar sempre presente.

Acontece que esse casal de amigos está numa ‘crise’ no namoro. Ela anda muito carente porque o namorado não lhe dá atenção. De certa forma, ela está colhendo o que plantou porque o cara vivia correndo atrás dela e se humilhando e ela só esnobava.

Meu namorado, como bom amigo, resolveu intervir e conversou com ela. Com o tempo ela percebeu que o amava e começou a ser a namorada perfeita. Só que o amigo do meu namorado estava de saco cheio de ser pisoteado e agora não dá mais tanta atenção. Troca ela por amigos, etc. Disse que só não acaba o namoro porque não quer vê-la sofrer.

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Submissa ao namorado machista

por em 19/07/2012 às 10:07

Eu namoro há muito tempo e sempre fui o tipo namorada perfeita: carinhosa, atenciosa e obediente. Amo meu namorado, mas ele tem alguns defeitos que sempre dificultaram nossa relação. Ele é muito machista. Desses que acham que a mulher tem seu papel no relacionamento e está abaixo do homem. Eu concordei com isso e permiti que assim fosse. Nós temos momentos perfeitos, mas quando é ruim… é péssimo.

Sou daquelas que dá presentes, atende vontades e faz de tudo pra agradar. Já ele, nunca foi um namorado romântico. Não fala o que sente e não é de ir atrás das pessoas. Acreditei que esse era o motivo da gente ser tão perfeito: eu fazia o que ele não fazia.

Já passamos por circunstâncias difíceis e por duas vezes ele conheceu garotas nos lugares em que trabalhava. Eu vi que ele ficou atraído, mas ele nunca admitia. Pedia pra ele se afastar e ele não aceitava. Se eu falasse para escolher, ele dizia que me deixava. As situações chegaram ao extremo e só quando as coisas estavam escancaradas entre eles é que parava com tudo. Não aconteceu nada entre ele e essas garotas. Depois disso, me pôs contra a parede e tive que  perdoar. Assim, do nada.

Sempre perdoei mesmo quando ele não me pedia por isso. Tem épocas que ele me trata mal, ignora minhas ligações e não fala direito comigo. Os últimos meses foram insuportáveis.  Dei toda a liberdade pra ele e tive que ouvir me dizer que estava cansado de ter que dar satisfação do que fazia. Falou que não queria ter que avisar mais nada. Eu, mais uma vez, abaixei a cabeça e disse que ia tentar melhorar.
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Amo meu namorado, mas quero minha liberdade...

por em 17/07/2012 às 15:29

“Namoro há dois anos um cara 8 anos mais velho. Nosso namoro sempre deu certo (já vivemos muitas coisas juntos) e sempre viajamos, saímos, mas sempre só nós dois. Desde que comecei a namorá-lo me afastei de meus amigos. Ele sempre diz que são crianças e que não me dão o mesmo valor que  dou a eles.

Sinto muita falta de sair com minhas amigas. Ele não me proíbe, mas não admite que seja no fim de semana. É a única hora de ficarmos juntos. Já dia de semana não tem como  encontrar com elas.

Há alguns meses ele parou de fumar e anda muito estressado e sem paciência – principalmente comigo. Implica com coisas bobas e praticamente todo dia estamos discutindo por motivos quase que banais.

Confesso que tenho também uma parcela de culpa nessa brigas constantes: quase não converso sobre nossos problemas. Faço isso para evitar brigas (na verdade acho que isso só as adia). Tenho certa dificuldade em falar sobre o que penso e por isso prefiro me calar.

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Minha ex-namorada me faz de gato e sapato

por em 6/07/2012 às 11:02

“Durante cinco anos morei com uma pessoa que acreditava ser o “amor da minha vida”. Até pensava que envelheceria ao lado dela. Tivemos uma relação conturbada, cheia de irresponsabilidade e traições (de ambos os lados). Há 1 ano ela conheceu um cara e ficou loucamente apaixonada. Chegou a cogitar a possibilidade de me deixar para viver com ele, só que não esperava que ele iria dizer que não queria.

Resolveu então ficar comigo. Continuamos tentando, mas a cada dia que passava a relação se desgastava mais e acabamos nos separando. Ela continuou morando na minha casa mesmo estando com outros caras. Eu me rastejava pedindo para que ela voltasse e ela dizia que eu a completava em todos os quesitos, menos na cama. Ela alegava que se continuássemos era capaz dela procurar outro para transar e não achava isso justo.

Foi difícil. Ela saiu de casa e foi morar com o cara. Ficou um mês com ele e eu já estava me recuperando quando ela ligou me contando que ele havia quebrado a mão dela. Fiquei indignado e aceitei que ela voltasse pra casa. Nesse período ele me disse que estava arrependida de ter me largado e pediu para voltar. Aceitei. Ficamos bem por dois meses, depois disso nossa relação virou um inferno. Eu percebia que ela não tinha prazer comigo e para ajudar o cara que ela era apaixonada resolveu aparecer. Não deu outra, nos separamos novamente e mais uma vez o cara disse que não queria assumir ela.

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Minha namorada não consegue gozar

por em 29/06/2012 às 14:36

“Conheço a minha namorada há uns cinco anos. Nos gostávamos desde sempre. Começamos com um casinho, mas só nos envolvemos nos últimos dois anos.

Desde o começo eu sabia que ela sofria de anorgasmia, ou seja, ela não consegue chegar ao orgasmo. Era tipo um tabu. Nenhum ex-namorado tinha conseguido fazer ela gozar e, então,  ela resolveu comprar um vibrador pequeno. Aqueles que ficam diretamente no clitóris vibrando (bullet). E é só deste modo que ela consegue chegar ao orgasmo. Eu respeito, e ela o utiliza em todas as nossas transas.

No começo do namoro tínhamos uma vida sexual bastante ativa. Transávamos várias vezes.  Ela nunca foi de tomar a iniciativa. Eu sempre converso sobre o assunto e até disse que estou aberto a outras ideias. O que realmente quero é  dar prazer a ela. Em resposta ela não diz nada. Fala que não tem nenhum fetiche.

Eu nunca fui “egoísta” em nossas transas. Sempre fiz oral (e nem sempre recebi em troca) e tento posições diferentes que possam vir a agradá-la.

Nosso relacionamento começou a esfriar após 10 meses de namoro. Transávamos uma vez por semana, isso quando acontecia. Estranhei e fui conversar com ela. A resposta que obtive é que estava trabalhando demais, que chegava em casa cansada e assim por diante. Eu achava estranho porque mesmo eu trabalhando (e estudando) tinha energia e vontade/amor pra transar.

Quando eu não a procurava e ficava em casa, ela me ligava dizendo que estava com vontade de transar. Aí eu ia na casa dela e era daquele jeito. Uma transa e deu.

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Separados pela distância e unidos pelo amor

por em 22/06/2012 às 15:28

“Sempre que posso leio o Malvadas! Tenho 25 anos e namorava há quase 10 anos com minha namorada. Ela sempre foi maravilhosa. Eu a conheci na minha terra natal onde vivi 15 anos da minha vida. Depois de me mudar, arrumar um emprego, etc, há uns 3 anos voltei a esta cidade onde cresci. Precisava ajudar os meus pais a cuidarem dos meus avós que estavam muito doentes.

Aí que começou tudo. Deixei uma vida completamente estável (por assim dizer) para trás. Pedi demissão e terminei com minha namorada. Ela morava comigo e teve que voltar pra casa dos pais dela.

Estávamos juntos há quase uma década e sabemos que não terminamos por falta de amor. Muito menos porque um de nós tivesse outra pessoa. Só que não dá certo namorar a distância. Infelizmente me falta de condições para trazê-la pra cá. Ainda estou recomeçando a minha vida por aqui.

Estávamos nos vendo uma ou duas vezes ao ano e isso não me deixava tranquilo. Estou preso nesta situação e isso me deixa melancólico demais. Não que eu não consiga viver sem ela. O fato é que NÃO QUERO! Mas creio não ter alternativa, além de morar com meus parentes, o meu salário mal dá pra pagar a minha faculdade.

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A fantasia de ser dominada

por em 21/06/2012 às 14:36

“Olá Malvadas, li esses dias um post falando sobre dominação aqui no blog e fiquei muito interessada. Gosto de coisas rudes, pegadas fortes e tudo mais.

Meu namorado (estamos juntos há 2 anos) não faz esse perfil. Eu peço pra ele me dar uns tapas, uns puxões de cabelo, mas ele tem o maior zelo quando vai fazer.

Resumindo: Eu fico frustrada porque não realizo meu desejo de ser dominada, e ele fica chateado ou achando que está tudo bem quando na verdade não está. Existe uma maneira para que ele mude de ideia?

Obrigada,

Jake

Jake, você tem tudo para fazer a sua fantasia se tornar realidade. Você namora há algum tempo com um cara que a respeita tanto que não tem coragem de machucá-la. Muitas vezes os homens pensam que ‘tapinha de amor’ precise ser igual a um soco do Anderson Silva.

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Ele quer strip pela webcam, o que eu faço?

por em 30/05/2012 às 15:04

“Oi gabe, sou a A. e tenho 18 anos. Minha história é a seguinte: tenho um amigo virtual desde setembro do ano passado. Quando eu falo “virtual” muita gente inventa que eu não conheço e nem sei com quem eu estou lidando, mas já falei com ele por telefone, webcam, conheço alguns amigos dele, tenho no facebook, etc. Então sei que ele é quem ele diz ser.

Temos muito em comum e acabei me apaixonando. Só que vi que não estava dando certo e não ia dar em nada esse “relacionamento virtual” que nunca chamamos de namoro, apesar de ser exatamente o que era.

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Ele não quer compromisso, mas eu quero!

por em 22/05/2012 às 14:22

Este e-mail vou responder de maneira diferente, será por partes. T.J., querida, existe a história real e a paralela, a última é aquela que você recheia de detalhes imaginários e que confortam você para continuar nesse caminho de autopunição que a deixa absolutamente parada na vida. A real é aquela que você opta por ignorar para não ficar chateada.

Vou explicar de maneira bem clara o que você escreveu, pra ajudar a quebrar a ilusão que você colocou…

 

“Tem um carinha do meu prédio que a muito tempo ele é afim de mim, sempre dava suas investidas pelo MSN, nós conversamos desde Setembro de 2010 +/-”

Ele tinha interesse em você em 2010, já estamos em maio de 2012.

“Descobri que ele não quer se comprometer com ninguém e tal, mas na verdade, eu nunca me interessei por ele mesmo, até um certo tempo… “

Você cagou pra ele sempre, só deu corda porque assim ele ficava atrás… mas agora ele não quer compromisso e isso significa que ele não está mais em rod… BOOM! Surgiu o SEU interesse.

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