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Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.

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.: Malvadas :. » Dicas

Grudada no meu namorado

por em 1/08/2012 às 17:21

Oi Gabe, tenho 17 anos (18 em Setembro), e namoro há 9 meses com um cara de 17 anos (1 ano mais novo).
Durante esse tempo, nunca tivemos brigas ou desentendimentos, tudo foi sempre perfeito. Porém, nesses últimos dias, me vi numa situação complicada. Uma amiga do meu namorado (vamos chamá-la de Carla), anda muito carente porque o namorado dela, melhor amigo do meu namorado, (vamos chamá-lo de Marcos) não dá atenção pra ela.

Sob o meu ponto de vista, de certa forma ela está merecendo o que está passando agora.
Antes o Marcos vivia correndo atrás dela, se humilhava mesmo, e ela nem ai… Ficava com outros garotos e tal, e mesmo assim ele ainda andava atrás dela. Meu namorado, muito amigo dele, resolveu ajudar e conversou com ela, aos poucos ela descobriu que amava o Marcos, e começou a retribuir os carinhos dele. Porém, ele já cansado de correr atrás dela, nem dá mais tanta atenção, prefere ficar com amigos, do que com ela. Marcos já disse ao meu namorado que só não termina com ela, porque não quer vê-la sofrer; e ela, só não termina com o Marcos, porque ama ele, e está disposta a relevar tudo, para ficar com ele.

Até ai, estava tudo bem, porque o problema só estava entre eles, porém com o descaso de Marcos, a Carla vive procurando meu namorado para desabafar. As vezes ate algum lugar que ela tem que ir, e não quer ir sozinha, chama ele, ao invés do namorado dela. O que me incomoda, é que já que ela ama tanto o namorado dela, porque não dá preferência pra ele ao invés do meu?

Confio no meu namorado, pois ele mesmo já disse que só vê ela como amiga, e ainda mais ela sendo namorada do melhor amigo dele, porém uma mulher carente é capaz de tudo! Tenho medo que ela tente alguma coisa…

Os três são vizinhos, moram um do lado do outro, e eu moro em outro bairro, e não posso ficar indo lá toda hora, fora o fato da minha mãe ser das “antigas” e me prender muito em casa… Esse “Ciúmes” é com razão ou sem razão?
O que você vê nessa situação toda, que solução eu posso tomar?
O que está acontecendo afinal?

Beijos, e Abraços,
Júu.

Pois é querida, isso vai soar estranho devido a eu responder esses e-mails, mas as pessoas não devem se envolver nos relacionamentos alheios. Opinar, dar idéias, tudo bem, passou disso para tentar ajudar a consertar o namoro dos outros, não. Isso faz com que as pessoas não tomem decisões e não tenham atitude a respeito do que acontece com elas. Muitas vezes um relacionamento é salvo ou condenado por uma decisão dessas e isso deve pesar exclusivamente na cabeça dessas duas pessoas.

Eu tentei ajudar amigos, eles acabaram me envolvendo e me colocaram em situações horríveis. Não pode ficar escolhendo lado, falando pela pessoa, mandando recado, trocando historinha. A princípio seriam dois adultos se relacionando, então eles que se acertem!

Entendo o seu ciúme justamente porque você percebeu que agora ela está desesperada. É legal do seu namorado ajudar por ela ser amiga dele, mas tudo tem limite. Quando alguém termina namoro é comum que ele fique mais próximo dos amigos, justamente por aquele vazio que fica pronunciado no começo, mas conforme o tempo passa essas coisas devem ser cortadas, senão acontece a substituição.

Acredito que uma conversa resolva, tanto sua com ele como dele com ela. A relação deles já tinha como base o desrespeito, se envolver nisso é mais complicado justamente pelo que aconteceu no passado e pelo que está acontecendo agora, aí quem decide o que é justo? Certamente não são vocês dois, mas sim o casal.

Um beijo meu,
Gabe
gabe@malvadas.org>

Por que a imagem da vagina provoca horror?

por em 24/07/2012 às 15:35

“Muitos anos atrás, não sei precisar quantos, deparei-me com o quadro A origem do mundo (L’Origine du Monde, 1866) e me encantei. Nele, o francês Gustave Courbet pinta uma vagina. Cheguei a ela desavisada e fui tomada por uma sensação profunda de beleza. Forte o suficiente para sonhar, deste então, com a compra de uma reprodução, um plano sempre adiado. Quando passei a trabalhar em casa, há dois anos, desejei ainda mais ter o quadro na parede do meu escritório, onde reúno tudo aquilo que me apaixona em um pequeno universo perfeito e só meu. No último aniversário, em maio, meu marido me deu a reprodução de presente. Só na semana passada, porém, o quadro chegou da vidraçaria onde fez escala para receber moldura. Então, algo inusitado aconteceu.

Ouvi um grito:
- É o fim do mundo!

Eu estava no quarto e saí correndo, alarmada, para ver o que tinha acontecido. Encontrei Emilia, a mulher que limpa nossa casa uma vez por semana, com o rosto tomado por um vermelho sanguíneo, diante de A origem do mundo, que, ainda sem lugar na parede, jazia encostado em um armário.

- É o fim do mundo! – gritava ela, descontrolada. – Nunca pensei ver algo assim na minha vida! Eliane, que coisa horrível!

Meio atordoada, eu repetia: “Não é o fim do mundo, é o começo!”. E depois, sem saber mais o que fazer para acalmá-la, me saí com essa estupidez: “É arte!”. Como se, por ser “arte”, ela tivesse de ter uma reação mais controlada, quando é exatamente o oposto que se espera. Beirando o desespero diante do desespero dela que eu não conseguia aplacar, apelei: “Mas, Emilia, metade da humanidade tem vagina – e a humanidade inteira saiu de uma vagina! Por que você acha feio?”.

O fato é que, para Emilia, era o fim do mundo – e não o começo. Tentei fazer piada, mas percebi que a perturbação não viraria graça. A questão para ela era séria – e ela só não pedia demissão porque trabalha há 12 anos comigo e temos um vínculo forte. Naquele dia, Emilia despediu-se incomodada e passei a temer que talvez ela não suporte olhar para o quadro a cada quinta-feira.

Por que Emilia, uma mulher adulta, que me conta histórias escabrosas da vida real, se horrorizou com a visão de uma vagina? Por que eu me encantei com a visão de uma vagina? Quando vivo uma experiência de transcendência, em geral eu não quero saber sobre a história da pintura que a produziu, porque temo perder aquilo que é só meu, a sensação única, pessoal e íntima que tive com aquela obra. É uma escolha possivelmente besta, mas faz sentido para mim. Por isso, eu quase nada sabia sobre “A origem do mundo”, para além do fato de que eu a adorava. Só no ano passado, ao ler um pequeno livro sobre um dos grandes nomes da história da psicanálise, o francês Jacques Lacan, soube que ele foi o último dono da pintura. Nos anos 90, sua família doou o quadro para o Museu D’Orsay, em Paris, onde está desde então.

Graças ao estranhamento de Emilia, transtornada que foi pela experiência artística quando se preparava para passar o pano no chão, fui levada a um percurso inesperado. Descobri que A origem do mundo causa escândalo desde que foi pintada. E agora quem está horrorizada sou eu, mas pela ausência de horror em mim diante do quadro. Por quê? Por que eu não sinto horror? O que há de errado comigo que não sinto horror?, cheguei a me perguntar. De repente, nossas posições, a minha e a de Emilia diante do quadro, inverteram-se. Eu, que não compreendia o horror dela, passei a suspeitar do meu não horror.

Eis uma breve trajetória da obra. A origem do mundo foi encomendada a Courbet, um pintor do realismo, por um diplomata turco chamado Khalil-Bey. Colecionador de imagens eróticas, ele pediu um nu feminino retratado de forma crua. E Courbet lhe entregou um par de coxas abertas, de onde despontava uma vagina após o ato sexual. A obra teria sido instalada no luxuoso banheiro do milionário, atrás de uma cortina que só se abria para revelar o proibido para uns poucos escolhidos. Khalil-Bey teria perdido a pintura em uma dívida de jogo, momento em que a tela passa a viver uma série de peripécias.

O quadro teve vários donos e, ao que parece, todos o escondiam atrás de uma cortina ou de uma outra pintura. Na II Guerra Mundial, algumas versões afirmam que chegou a ser confiscado pelos nazistas do aristocrata húngaro ao qual pertencia. Em seguida, passou uma temporada nas mãos do Exército Vermelho. Até que, após uma acidentada jornada, em 1954 foi comprado por Lacan e instalado na sua famosa casa de campo.

Até mesmo Lacan, um personagem pródigo em excentricidades e sempre disposto a chocar as suscetibilidades alheias, ocultava o quadro com uma outra pintura, encomendada ao pintor surrealista André Masson com esse objetivo. Como uma porta de correr, esse “véu” retratava uma vagina tão abstrata que só um olhar atento a adivinhava. Apenas visitantes especiais ganhavam o direito de desvelar e acessar a vagina “real”. Segundo Elisabeth Roudinesco, a biógrafa mais notória de Lacan, o psicanalista gostava de surpreender os amigos deslocando o painel. Anunciava então “A origem do mundo”, com a seguinte declaração: “O falo está dentro do quadro”. Boa parte dos intelectuais apresentados à tela ficava, como Emilia, bastante incomodada.
Por quê?

Que há algo perturbador no órgão sexual feminino não há dúvida. Até nomeá-lo é um problema. Vagina, como tenho usado aqui, parece excessivamente médico-científico. É como pegar a língua com luvas cirúrgicas. Boceta ou xoxota ou afins soa vulgar e, conforme o interlocutor, pejorativo. É a língua lambuzada pelo desejo sexual – e, por consequência, também pela repressão. Não há distanciamento, muito menos neutralidade possível nessa nomeação. É uma zona cinzenta, entregue a turbulências, e a palavra torna-se ainda mais insuficiente para nomear o que Courbet chamou de “A origem do mundo”. Para Lacan, “o sexo da mulher é impossível de representar, dizer e nomear” – uma das razões pelas quais teria comprado o quadro.

Em busca de respostas para o horror de Emilia, que, por oposição, revela o meu não horror, naveguei por algumas interpretações do quadro – e da perturbação gerada por ele. Jorge Coli, historiador, crítico de arte e autor de um livro sobre Courbet para a editora francesa Hazon, assim comentou sobre A origem do Mundo, em um artigo publicado em 2007: “Parece-me a radicalização do processo de transformar a mulher em um objeto orgânico, pois ele esconde a cabeça (pensante) e os braços e pernas (elementos da ação). Vemos a ponta do seio e, sobretudo, o sexo”. Coli assinala que uma das questões do século XIX era a ameaça do desejo contida no feminino. Inerte, entregue à contemplação, a mulher não ameaçaria.

Em algumas manifestações escandalizadas, o fato de Courbet ter “reduzido” a mulher a um pedaço da anatomia foi considerado uma afronta. Uma mulher sem cabeça, sem braços, sem história. A pintura chegou a ser definida pelo escritor e fotógrafo francês Maxime Du Camp como um “lixo digno de ilustrar as obras do Marquês de Sade”. Análises mais psicanalíticas explicam o horror de quem olha pela castração. Diante do espectador, entre as coxas abertas da mulher se revelaria a ferida aberta, a falta, a impossibilidade de ser completo. As mulheres se horrorizariam pela constatação da castração, os homens pelo temor a ela. Se alguns olhares produzem pistas, outros reforçam apenas o incômodo que a obra produzia.

O efeito do quadro já foi tentado em fotografias de mulheres, em geral prostitutas, colocadas na mesma posição, mas o resultado revelou-se diverso. Ao transpor para a fotografia, não é mais a imagem de Courbet, mas outra. Até que, em 1989, uma artista francesa, Orlan, fez algo marcante – e com grande potencial para gerar polêmica – a partir da obra original. Ela reproduziu a pintura trocando a vagina por um pênis – ou a boceta por um caralho. E chamou-a de A origem da guerra. Olhar para essa imagem causa um estranhamento, especialmente porque a posição, deitada de costas, é muito mais íntima da mulher do que do homem. O pênis, no caso, se oferece ereto ao olhar, mas a partir de um corpo na horizontal, entregue.

É instigante, desde que a provocação não seja reduzida a um feminismo indigente, banalizado pela crença pueril do “a mulher gera a vida, o homem a morte”. A intenção de Orlan, segundo Roudinesco, era bem mais refinada. Ela “pretendia desmascarar o que a pintura dissimulava, realizando uma fusão da ‘coisa’ irrepresentável com seu fetiche negado”. Reivindicava então a “imprecisão do gênero e da identidade” que marca o nosso tempo, anunciando, por sua vez: “Sou um homem e uma mulher”.

O que se pode afirmar é que Courbet revelou o que está sempre coberto, oculto, escondido. No Carnaval brasileiro, por exemplo, como lembra a psicanalista Maria Cristina Poli em um artigo interessante sobre o feminino, tudo é exposto – e até superexposto – do corpo da mulher, menos a vagina. Mas a força do quadro não está só no “mostrar”. Há algo de incapturável e único na forma como Courbet mostrou o “imostrável”, já que a transposição da imagem para a fotografia não causa o mesmo efeito. E o que é?

Não sei.

A vagina pintada por Courbet é peluda como não vemos mais nos dias de hoje. A depilação quase total do sexo feminino tornou-se um popular produto de exportação do Brasil. Tanto que virou um dos significados da palavra “Brazilian” no renomado Dicionário Oxford: “Estilo de depilação no qual quase todos os pelos pubianos da mulher são retirados, permanecendo apenas uma pequena faixa central”. Pelo visto, a partir dos trópicos supostamente liberados e sexualizados, a vagina depilada virou um clássico contemporâneo.

Este é um ponto interessante. Ao primeiro olhar, a extração dos pelos serviria para revelar mais a vagina, mas me parece que este é mais um daqueles casos, bem pródigos na nossa época, em que se mostra para ocultar – a superexposição que ofusca e cega. A vagina sem pelos é uma vagina flagelada – e arrancar os pelos com cera é mesmo um flagelo. É também uma vagina infantilizada pela força. E é ainda uma vagina esterilizada, já que vale a pena lembrar que no passado recente essa depilação agressiva só acontecia nos hospitais para, supostamente, facilitar o parto. “Se não depilo totalmente, me sinto suja”, disse-me uma amiga. Suja?

Em janeiro de 2000, a atriz Vera Fischer exibiu sua vagina peluda em um ensaio fotográfico da revista Playboy. Causou furor. Falou-se na “Mata Atlântica”, na “Amazônia”, na “selva” onde sempre é perigoso penetrar. Havia algo de poderoso e incontrolável na vagina em estado “natural” de Vera Fischer, e a polêmica se fez. Era uma mulher não domesticada ali. Uma mulher adulta.

Não me parece – e nunca saberemos se tenho razão – que, se Courbet tivesse pintado uma vagina careca, ela teria causado tanto o horror de Emilia quanto o êxtase em mim. A vagina pintada por Courbet é uma vagina que revela. Mas o quê?

Não sei. A maravilha da arte é que ela nos transtorna sem a menor intenção de nos dar respostas – muito menos caminhos a seguir. A arte é sempre labiríntica. Não há sentimentos “certos” ou “errados” diante da expressão artística, há sentimentos apenas. Movimentos. Que nos levam por aí, aqui. É em respeito a essa ideia que decidi não colocar nenhuma imagem do quadro aqui, nem mesmo um link – ou um atalho – para a imagem na internet. A busca da origem do mundo é pessoal e intransferível. Assim como a decisão de buscá-la.

A obra de Courbet sempre foi oculta por uma outra pintura. Ou cortina. Exceto agora, que a exibição no museu deu a ela uma espécie de salvo-conduto, por ser ali “o lugar certo”. De algum modo, até então, a vagina mais famosa da História da Arte fora coberta por um véu – além do véu representado pela própria pintura.

Decidi não cobrir minha reprodução de A origem do mundo com uma burca. Vamos ver o que acontece.”

Por Eliane Brum

Seguindo o alfa

por em 19/07/2012 às 10:07

Gabe, eu estou com um problema horrível e preciso muito de ajuda. A história é longa e eu preciso que tu preste muita atenção.

Eu namoro há muito tempo e sempre fui o tipo namorada perfeita, sempre fui carinhosa, atenciosa e muito obediente. Amo meu namorado, mas ele tem alguns defeitos que sempre dificultaram nossa relação. Ele é muito machista, desses que acham que a mulher tem seu papel no relacionamento, entendem que a mulher está abaixo do homem. Eu sempre concordei com isso e sempre permiti que assim fosse. Nós temos momentos perfeitos, mas quando é ruim, é péssimo. Sempre liguei, dei presentes, sempre atendi suas vontades e sempre fiz de tudo pra agradar ele. Ele nunca foi um namorado romântico, nunca fala o que sente e não é de ir atrás das pessoas. Eu achava que era por isso que a gente era tão perfeito, porque o que ele não fazia e eu fazia.

Já passamos por circunstâncias difíceis e por duas vezes ele conheceu garotas nos lugares que trabalhava. Eu vi que ele ficou atraído cada vez que aconteceu mas ele nunca admitia. Eu pedia pra ele se afastar delas e ele não aceitava. Se eu pedisse pra ele escolher, ele dizia que me deixava. Essas situações ele deixou que chegasse ao extremo e só assim, quando tava tudo escancarado: o interesse delas por ele e vice-versa, ele deixou de fazer. Ele não aguentou que eu passasse mais de dois dias brigando com ele. Não aconteceu nada entre ele e essas garotas… depois ele me pôs contra a parede e eu tive de perdoar assim, do nada.

Eu quis te contar isso,porque queria que você entendesse que eu sempre o perdoei mesmo quando ele não me pedia por isso. Nós sempre passamos por crises, pois ele tem épocas de ficar ma tratando super mal, ignorando minhas ligações, não falando direito comigo e essas coisas. Mas os últimos meses foram insuportáveis! Ele me tratava tão mal, me ignorava, não queria marcar encontros comigo, se os amigos chamassem ele me deixava na mão sabe?

Eu sempre dei toda a liberdade do mundo pra ele e tive de ouvir ele me dizer que estava cansado de ter que dar satisfação do que fazia, ele disse que não queria ter de avisar aonde ia e eu mais uma vez abaixei a cabeça e disse a ele que ia tentar melhorar. Mas ele foi ficando cada vez pior, eu que sempre tive dúvidas sobre o amor dele, tive a certeza de que ele não me amava. Entenda que eu cheguei no meu limite, Gabe! eu sofria tanto que não tinha mais aonde doer. Eu estava destruída,sem forças e perdi a fé. Nunca fui tão infeliz na vida quanto naqueles meses!

Nesse tempo conheci um colega de trabalho, que foi muito atencioso comigo e super legal. Viramos amigos e ficamos conversando todos os dias. Ele me lembrava muito o meu namorado e toda aquela atenção fez com que eu ficasse confusa sabe? Eu fiquei buscando o meu namorado naquele menino e depois de tanto tempo ruim, sendo infeliz, eu sorria de novo. Sabe que quando a gente ama a gente fica vendo o outro em todos os lugares, num jeito de andar, num sorriso… Gostei de receber atenção,vocês sabem como mulher é! Mas eu nunca quis de fato nada com meu amigo, eu só queria me despedir do meu namorado sabe? Sentir que ele me amava uma última vez antes de ir embora pq ele ja não me ama e eu ia sofrer por ele. Eu estava mesmo convencida de que não tinha jeito, ele estava cheio de amiguinhas no trabalho, dando sempre mais atenção a elas. Eu não parecia ser importante sabe? Qualquer um fazia mais falta do que eu. Bem, na época que eu conheci meu amigo ele era apenas um estagiário e iria embora da empresa em uma semana.

No final dessa semana, depois de ter me despedido do “meu amor” quando meu amigo foi embora, chamei meu namorado pra conversar e pedi um tempo. Passamos assim uma semana mais ou menos e durante esse tempo eu já não pensava no meu amigo, mas contrariando o que meu namorado havia mandado de não dar meu telefone a nenhum homem, eu dei ao meu amigo. Ele me ligou dois dias depois e eu fiquei super contente com a ligação, mas no final da ligação vi que aquele não era meu namorado e bloqueei o número dele. Dias depois meu namorado volta e me diz que vai ser tudo o que eu sempre quis que fosse, disse que me amava e que ficou com medo de me perder. Eu não queria aceitar ele de volta porque 1. não acreditava naquela mudança depois de anos e 2. porque queria conversar com ele sobre o que tinha acontecido e mostrar até onde a falta de atenção dele me levou. Mas fiquei feliz e resolvi aceitar e pensei em conversar com ele no outro dia.

Mas eu acho que não fui feita pra ser feliz, então ele viu uma conversa minha com uma amiga onde eu tecia elogios ao meu amigo e contava a ela o que tava acontecendo. Preciso dizer que ele ficou furioso? Ele terminou tudo, me xingou, me chamou de puta, de safada e de todos os nomes possiveis e eu aguentei firme. Meu Deus Gabe, eu nunca me senti tão mal. Passei dias indo atrás e implorando uma nova chance, vi ele me dizer que eu não era uma mulher digna e que quando ele me imaginava casada com ele, via ele trabalhando enquanto eu tava em cima de qualquer homem que chegasse. E eu sempre sonhei com nosso casamento, nossos filhos, cuidar da nossa casa, fazer tudo pra ele. Tive de ouvir isso, sabe o que é se sentir acabada?

Mais eu não desisti. Consegui com que fiquemos juntos e as coisas foram melhorando. Mas ele ainda não me perdoou de vez sabe? Ele não confia em mim e desconfia de tudo que eu digo. Às vezes estamos bem, mas às vezes ele volta a me tratar como estava me tratando naqueles meses e isso dói demais. Eu não suporto mais ser tratada daquele jeito e isso faz com que eu pense em desistir dele outra vez. Eu mesma não consigo me perdoar pelo que eu fiz, logo eu que sempre fui a menininha dele, olhei pra outro homem! Eu não mereço nada dele sabe? Mas eu aguento ser tratada assim! Não sei o que é pior, ser tratada assim ou ficar sem ele. Eu sou a pior pessoa do mundo Gabe, não tem um só dia que eu não me odeie pelo que eu fiz!

Mas será que eu mereço mesmo ser tratada assim? Eu já pensei em colocar ele contra a parede, dizer que ele precisa me aceitar de uma só vez e que pela metade, não dá! Mas isso só aconteceu há um mês, não sei se devo ser mais paciente e aguentar firme. Preciso de ajuda Gabe, eu estou perdida! Não consigo ver mais o que fazer…. Eu o amo, Gabe e esses dias ele me disse que não me tratava bem porque eu não dava espaço e que eu nunca fui importante porque não soube ser. E eu pensava que tratar ele bem era uma coisa boa! Mas que agora não adiantava mais me afastar as vezes, porque se eu fizesse isso, ele me deixava depois do que eu fiz!! Ás vezes penso em me afastar um pouco, talvez eu deva ir me afastando aos poucos até me acostumar e cada um viver sua vida. Eu não queia viver sem ele, queria ser feliz.

O que eu faço?
Beijo Gabe :/

Querida, você sempre alimentou justamente esse lado machista ignorante dele, então é interessante esse desespero todo quando ele age conforme você incentivou. Você não está abaixo dele? Então aceita que você é uma vagabunda que olhou pra outro homem. Não é assim que vocês pensam? Então você está certíssima: Se humilhe, chore, ligue mil vezes até ele aceitá-la de volta, para continuar tratando você pior do que lixo.

Entenda uma coisa, e tenha absoluta certeza que eu li e reli essa sua história com muita atenção, ele não FEZ você fazer coisas. Ele deu a ordem e você, cadelíssima do seu alfa, seguiu. Então quando ele disse que trocaria você por qualquer mulher que chamasse atenção, quando ele ignorou, tratou mal, xingou e você ficou ali dizendo que ia melhorar, a errada é VOCÊ.

Não penso ser a pessoa mais indicada para ajudar, porque eu acho que você merece ser tratada assim, é o que você gosta. Você não se dá o respeito, por que ele deveria? Você se descreveu como “obediente” e eu só vi esse termo usado com crianças pequenas e animais. A posição que você se coloca é tão ridícula que eu penso que ele é o homem perfeito para você.

Além disso, tratar alguém bem não significa aceitar tudo o que a pessoa faz. Enfrentar alguém quando essa pessoa é injusta não é feio. Parei por aqui pra não passar do limite.

Um beijo meu,
Gabe
gabe@malvadas.org

Presa ao meu namoro

por em 17/07/2012 às 15:29

Mais um post em parceria com o Me Metendo!

“Namoro há dois anos um cara 8 anos mais velho. Nosso namoro sempre deu certo, já vivemos muitas coisas juntos, sempre viajamos, saímos, mas sempre só nós dois. Desde que comecei a namorá-lo me afastei de meus amigos, ele sempre fala que meus amigos são crianças e que eles não me dão o mesmo valor que eu dou para eles.

Sinto muita falta de sair com minhas amigas, tipo o clube da Luluzinha, ele não me proíbe de fazer isso, mas não admite que seja no fim de semana, pois é a única hora de ficarmos muito tempo juntos. Dia de semana não tem como eu encontrar com elas, pois algumas estudam de manhã, outras a tarde e eu estudo e trabalho, de noite chego em casa super cansada e ainda tenho as coisas de faculdade para fazer para a manhã seguinte, simplesmente não dá pra sair dia de semana.

Há alguns meses ele parou de fumar e anda muito estressado e sem paciência, principalmente comigo. Implica com coisas bobas, praticamente todo dia estamos discutindo por motivos quase que banais, por coisas simples, que seria só conversar, mas não, ele sempre apela e eu sem paciência pra discussão faço de tudo pra encerrar a conversa, só pra não render e não ficarmos mal um com o outro.

Confesso que tenho também uma parcela de culpa nessa brigas constantes, eu quase não converso sobre nossos problemas com ele, mas não é pra evitar brigas (na verdade acho que isso só as adia), eu tenho uma certa dificuldade em falar sobre o que penso e por isso prefiro me calar. Acho que por não falar dos meus sentimentos e ser muito fechada, sempre tive dificuldades em fazer amizades, desde nova fui de poucos amigos e agora estou afastada dos únicos que tinha, não tenho quase ninguém mais.

Pra ser sincera ando um pouco desanimada com nosso namoro, sabe, eu amo ele, eu aprendi demais, cresci, na verdade eu virei mulher ao lado dele. Ele é um cara perfeito, inteligente, carinhoso, bonito, responsável, engraçado, e está crescendo muito profissionalmente, seria o cara ideal pra casar, se eu não tivesse apenas 19 anos.

Às vezes me pergunto por que não o conheci mais tarde, aí ficaria o resto da minha vida com ele, mas sou muito nova e ainda quero viver e aprender muito, quero ir às festas da faculdade, sair mais pra balada, não quero essa vida monótona que estou tendo, nem ficar anos e anos com o meu segundo namorado.

Já pensei várias vezes em terminar e quem sabe até voltarmos daqui uns 4 ou 5 anos. Mas em conversas ele já deixou bem claro que quando termina é realmente terminar, sem essa história de ficar de vez em quando ou voltar tempos depois.
Quando penso em terminar, eu não consigo admitir a hipótese dele ficar com outras mulheres, mesmo se não tivermos mais nada, é algo que eu não consigo nem imaginar, eu o amo demais, mas sabe, nosso namoro está saturado, cansativo e não sei o que fazer. Espero que me ajudem nesse momento de dúvida. Beijos,
G.T.”

Quer saber o que eu respondi? Clique aqui e continue lendo.

Um beijo meu,
Gabe
gabe@malvadas.org

Mulher exploradora e...

por em 6/07/2012 às 11:02

“Durante cinco anos morei com uma pessoa que acreditava ser o “amor da minha vida”. Até pensava que envelheceria ao lado dela. Tivemos uma relação conturbada, cheia de irresponsabilidade e traições (de ambos os lados). Há 1 ano ela conheceu um cara e ficou loucamente apaixonada. Chegou a cogitar a possibilidade de me deixar para viver com ele, só que não esperava que ele iria dizer que não queria.

Resolveu então ficar comigo. Continuamos tentando, mas a cada dia que passava a relação se desgastava mais e acabamos nos separando. Ela continuou morando na minha casa mesmo estando com outros caras. Eu me rastejava pedindo para que ela voltasse e ela dizia que eu a completava em todos os quesitos, menos na cama. Ela alegava que se continuássemos era capaz dela procurar outro para transar e não achava isso justo.

Foi difícil. Ela saiu de casa e foi morar com o cara. Ficou um mês com ele e eu já estava me recuperando quando ela ligou me contando que ele havia quebrado a mão dela. Fiquei indignado e aceitei que ela voltasse pra casa. Nesse período ele me disse que estava arrependida de ter me largado e pediu para voltar. Aceitei. Ficamos bem por dois meses, depois disso nossa relação virou um inferno. Eu percebia que ela não tinha prazer comigo e para ajudar o cara que ela era apaixonada resolveu aparecer. Não deu outra, nos separamos novamente e mais uma vez o cara disse que não queria assumir ela.

Resolvi então deixar ela morando na minha casa e prometi ajudar enquanto ela precisasse. O problema é que estou com dificuldade em aceitar a sua vida de solteira. Ela sempre teve uma enorme necessidade de sexo e para se satisfazer, procura vários homens. Fico com muita raiva e extremamente indignado. Estou sendo machista? Não estou pronto para me relacionar com ninguém. Na verdade, estou com medo.

Depois de cinco anos de relacionamento ela me julgou somente pela minha performance na cama. Eu temo não conseguir fazer alguém feliz e pra piorar a situação, sofro de ejaculação precoce. Estou muito frustrado e amarrado a este sentimento.

Ela está saindo com outras pessoas e às vezes me procura somente para pedir assistência financeira. Sinceramente, não sei mais o que fazer.”

Álvaro

Quer saber o que a Gabe respondeu para ele? Clique aqui e continue lendo.

Minha namorada não consegue gozar

por em 29/06/2012 às 14:36

“Conheço a minha namorada há uns cinco anos. Nos gostávamos desde sempre. Começamos com um casinho, mas só nos envolvemos nos últimos dois anos.

Desde o começo eu sabia que ela sofria de anorgasmia, ou seja, ela não consegue chegar ao orgasmo. Era tipo um tabu. Nenhum ex-namorado tinha conseguido fazer ela gozar e, então,  ela resolveu comprar um vibrador pequeno. Aqueles que ficam diretamente no clitóris vibrando (bullet). E é só deste modo que ela consegue chegar ao orgasmo. Eu respeito, e ela o utiliza em todas as nossas transas.

No começo do namoro, tinhamos uma vida sexual bastante ativa. Transávamos várias vezes.  Ela nunca foi de tomar a iniciativa. Eu sempre converso sobre o assunto e até disse que estou aberto a outras ideias. O que realmente quero é  dar prazer a ela. Em resposta, ela não diz nada. Fala que não tem nenhum fetiche.

Eu nunca fui “egoísta” em nossas transas. Sempre fiz oral (e nem sempre recebi em troca) e tento posições diferentes que possam vir a agradá-la.

Nosso relacionamento começou a esfriar após 10 meses de namoro. Transávamos uma vez por semana, isso quando acontecia. Estranhei e fui conversar com ela. A resposta que obtive é que estava trabalhando demais, que chegava em casa cansada e assim por diante. Eu achava estranho porque mesmo eu trabalhando (e estudando) tinha energia e vontade/amor pra transar.

Quando eu não a procurava e ficava em casa, ela me ligava dizendo que estava com vontade de transar. Aí eu ia na casa dela e era daquele jeito. Uma transa e deu.

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Uma em três solteiras já fez sexo com um amigo

por em 25/06/2012 às 15:21

No filme Amizade Colorida (Friends With Benefits), Dylan (Justin Timberlake) e Jamie (Mila Kunis) se tornam amigos, mas com um benefício: sexo. E essa situação não acontece apenas nas telonas. De acordo com uma pesquisa realizada pelo site MyCelebrityFashion, do Reino Unido, uma em três mulheres solteiras já foi para a cama com um amigo.

As 2168 entrevistadas especificaram o tipo de relação que têm com os amigos do sexo masculino, sendo que 62% disseram que são realmente “apenas amigos” e 34% admitiram ter amigos com benefícios.

Metade das que confirmam usufruir de uma amizade colorida investe nela porque não quer um relacionamento sério. Entre os números desse grupo estão que 19% transam para se divertir, enquanto apenas 8% se entregam na esperança de conseguir algo a mais.

Segundo o jornal Daily Mail, especialistas acreditam que o aumento da popularidade do amigo com benefícios é devido à atual falta de pressa das mulheres em relação a envolvimentos mais sérios.

Via Terra

Coisas que os homens falam...

por em 25/06/2012 às 15:05

Talvez você não se identifique com tudo, mas a maioria sim. Piadas à parte, ele faz parte de uma campanha da ONG SOMOS que apoia a diversidade sexual, porém, sem estereótipos.

Homens frustrados na área. Fujam!

por em 25/06/2012 às 14:55

Por Alex Xavier

Uma amiga minha foi a um bar encontrar um pessoal. Com eles, estava um sujeito que não conhecia. À certa altura, na frente de todos, ele se voltou para ela e soltou essa: “sabe, você não é do tipo de mulher que me atrai”. Até parece… Se não se interessasse, ficaria quieto. Não só gostou do que viu como sabia que era areia demais para o seu caminhãozinho. E achou que precisava dar uma patada antes de levar uma. Homens inseguros se defendem atacando.

Cuidado, mulherada, está cheio desses frustrados por aí. Parecem inofensivos, mas não estão preparados para uma rejeição. Com a moral abalada, reagem com uma grosseria gratuita qualquer. Em festas ou bares, andam em bando de machos, pois se sentem mais protegidos assim. E chegam na garota já segurando, sem clima nenhum, para não dar tempo de ouvir um “não”. Em uma conversa, soltam frases infatilmente agressivas, mesmo quando não há discussão alguma. A ideia de que não podem ter quem desejam é insuportável para eles.

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Separados pela distância e unidos pelo amor

por em 22/06/2012 às 15:28

“Sempre que posso, leio o Malvadas! Tenho 25 anos e namorava há quase 10 anos com minha namorada. Ela sempre foi maravilhosa. Eu a conheci na minha terra natal onde vivi 15 anos da minha vida. Depois de me mudar, arrumar um emprego, etc, há uns 3 anos voltei a esta cidade onde cresci. Precisava ajudar os meus pais a cuidarem dos meus avós que estavam muito doentes.

Aí que começou tudo. Deixei uma vida completamente estável (por assim dizer) para trás. Pedi demissão e terminei com minha namorada. Ela morava comigo e teve que voltar pra casa dos pais dela.

Estávamos juntos há quase uma década e sabemos que não terminamos por falta de amor. Muito menos porque um de nós tivesse outra pessoa. Só que não dá certo namorar a distância. Infelizmente me falta de condições para trazê-la pra cá. Ainda estou recomeçando a minha vida por aqui.

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A fantasia de ser dominada

por em 21/06/2012 às 14:36

“Olá Malvadas, li esses dias um post falando sobre dominação aqui no blog e fiquei muito interessada. Gosto de coisas rudes, pegadas fortes e tudo mais. Meu namorado (estamos juntos há 2 anos) não faz esse perfil. Eu peço pra ele me dar uns tapas, uns puxões de cabelo, mas ele tem o maior zelo quando vai fazer. Resumindo: Eu fico frustrada porque não realizo meu desejo de ser dominada, e ele fica chateado ou achando que está tudo bem quando na verdade não está. Existe uma maneira para que ele mude de ideia?

Obrigada,

Jake

Jake, você tem tudo para fazer a sua fantasia se tornar realidade. Você namora há algum tempo com um cara que a respeita tanto que não tem coragem de machucá-la. Muitas vezes os homens pensam que ‘tapinha de amor’ precise ser igual a um soco do Anderson Silva.

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Sobre os homens...

por em 19/06/2012 às 13:53

Um homem de verdade te faz molhar a calcinha e não os olhos.

Estou cansada de chorar pelos outros

por em 16/06/2012 às 11:14

Olá. Preciso muito da ajuda de vocês.
Eu namoro há quase dois anos e amo muito meu namorado. Nós estamos com muitos problemas e eu estou completamente perdida. Bom, pra começar, desde o início nosso relacionamento foi conturbado. Vou explicar:
Logo no início minha sogra fez ‘inferninho’, com coisas bem ridículas. O principal que ela alegou é que eu era muito reservada, e realmente sou. Depois que ela viu que não iria adiantar me pediu perdão e tudo mais.
E eu acreditei. Estava tudo bem.

Um belo dia, eu e meu namorado discutimos por telefone, e ele veio da cidade dele até aqui sem que eu soubesse. Detalhe: era noite e havia chovido. Ela ligou e falou um monte pra ele e eu ouvi tudo. Até a hora que ela falou que iria até o inferno atrás de mim caso acontecesse algo com ele na estrada. E que ele havia saído de lá pra vir atras de ‘uma qualquer’. Aí foi a gota d’agua pra mim. Eu peguei o telefone e expliquei pra ela que ele tinha vontade própria, mas ela não me deixou falar. Começou a gritar e eu fiquei p. da vida. Falei que ela era louca e que estava cansada de tentar agradá-los. E ficou melhor; mandei ela pra merda e desliguei. Ela espalhou a versão dela. Desde então não nos falamos mais.

O outro problema é que eu e meu namorado só saímos juntos (até onde eu sei) antes saíamos com os amigos dele. Só que como não moramos na mesma cidade, no fds ele vem pra minha e fica longe dos amigos. Ele está trabalhando muito, e o único tempo livre (sábado e domingo) ele opta por ficar comigo. Esses dias, fucei no note dele e achei uma conversa com um amigo dele. O amigo perguntou se o namoro estava bem e ele disse que sim. E o guri
emendou: já era hora né, depois de ter fodido com você. Se todo mundo fala, então não ta bem. Eis que continuo a ler a conversa e o amigo chama ele pra sair depois da faculdade. Meu namorado fala que ta com saudades dos amigos, e que ‘vai mudar’. Eu to tentando entender esse ‘vou mudar’ até agora.
O que me deixou super p. da vida é que ele não falou nada comigo, não reclamou, nada… Contei pra ele que li a conversa e se ele queria ficar lá no sábado, sair com os amigos, que no domingo ele viria. Eu, naturalmente, sairia com minhas amigas aqui. O que me intriga é que quando os amigos deles saíam, convidavam umas meninas
assim…é. Ainda assim, pedi que ele fosse, mesmo sabendo que isso vai distanciar a gente. Ele não concordou e disse que iria resolver isso sozinho. Ou ele não resolveu nada, ou ele está saindo sem que eu saiba.

Eu estou mal por que não é bom sentir que afastei ele dos amigos, e estou tão, mas tão cansada disso…
Ultimamente penso em terminar pra deixar que ele viva do jeito que vivia antes, que ele seja feliz. Eu to cansada de todas essas pedras no caminho, de chorar por causa dos outros. Parece ser a única solução pra isso tudo.
Me ajudem, por favor.
Luiza.

Querida, xingar a mãe dele é uma idéia idiota em muitos níveis… Você é namorada e isso significa respeitar, não ficar dando pitaco em coisas que dizem respeito a família dele. Independente de gostar ou não, existe uma linha que não deve ser atravessada a respeito dos pais e irmãos do companheiro, porque eles podem ser chatos e desgraçados mas são a família da pessoa que amamos. Você pode não conviver e não dar intimidade, mas a única pessoa que pode chamar a mãe de louca, é o filho.

Olha só, o drama foi absurdo na segunda parte, viu? Inclusive vou destacar as partes absurdas aqui:

“Se todo mundo fala, então não ta bem” Claro, porque você leu a opinião de todas as pessoas que conhecem vocês dois… ou foi SÓ DE UM AMIGO?

“Eu to tentando entender esse ‘vou mudar’ até agora.” Ele só quis dizer que está com saudades dos amigos e que gostaria de vê-los mais, mudar isso, não ficar completamente excluído do grupo.

“O que me intriga é que quando os amigos deles saíam, convidavam umas meninas
assim…é. Ainda assim, pedi que ele fosse, mesmo sabendo que isso vai distanciar a gente”
Como você é boa, dedicada, parabéns (era isso que você queria que eu dissesse?) Querida, quem namora são vocês, os amigos podem convidar quantas garotas eles quiserem! Ou você acha que eles deveriam ficar todos sozinhos porque o princepezinho não pode ter contato com outras fêmeas senão não consegue ser fiel? E outra coisa, como que uma saída vai distanciar vocês? Drama queen absoluta.

“Ultimamente penso em terminar pra deixar que ele viva do jeito que vivia antes, que ele seja feliz. Eu to cansada de todas essas pedras no caminho, de chorar por causa dos outros.” Eu acho uma ótima idéia, porque você não sabe lidar com as coisas simples do relacionamento. No começo do relato você disse que ele OPTA por ir ver você no final de semana, ou seja ele ESCOLHE isso. Se ele quiser, vai sair com os amigos, vai mandar a mãe não se meter nos assuntos pessoais, etc. Pare de reclamar e aproveite porque ele parece gostar de você e tenta fazer dar certo.

Um beijo meu,
Gabe
gabe@malvadas.org

Dia dos Namorados: Que tal uma massagem sensual?

por em 12/06/2012 às 14:28

Olá leitores, Feliz Dia dos Namorados. Resolvemos prolongar o sorteio para que vocês tivessem mais chances de ganhar. Hoje terminamos esta saga de premiações para o Dia dos Namorados (jura?). Na semana passada demos algumas dicas de produtos para que as mulheres utilizassem com seus parceiros.

Hoje é o dia… E falaremos como preparar uma noitada para que ela seja inesquecível. Para isso utilizaremos umkit bem bacana que inclui Vela Sexy Candy, Massageador em Acrílico, Aromatizante Bucal e Pétalas (para decorar a cama).

Ou seja, hoje, você vai estar toda trabalhada(o) nas más intenções.

Esse Kit saí por aproximadamente R$78. Se você incluir um Hot Shock Viberspray – Vibrador Líquido, passando assim de R$100, você ganha o Frete (via PAC) grátis. É uma sugestão especial e barata, para você deixar seu parceiro maluco! Ah, o envio é bem discreto, não tem referência nenhuma na caixa, e vem super lacrado, pode confiar.

Convenhamos que é melhor isto do que só um buquê de rosas e uma caixa de bombons né?

Para deixar o quarto lindo, nada melhor que jogar pétalas vermelhas na cama e no chão. Ela não desmancha, tem um aroma divino e deixa um clima todo especial.

Vamos combinar que a primeira pessoa que disse que “o que os olhos não vêem, o coração não sente“, simplesmente não levou em conta o poder do cheiro.

Apesar de valorizarmos a imagem mais que tudo, o odor natural da pele mega desperta o desejo e é um dos fatores principais para que a atração se estabeleça. O homem é o único animal que faz sexo para sentir prazer físico ou psicológico. É mais que uma questão de mera reprodução. Na hora do sexo, o odor é um fator importante.

Para ajudar neste lance de cheiros, indico a Vela Sexy Candy. Eu utilizei a combinação com Chocolate e Menta. Particularmente, adoro esse cheiro. Ela não é apenas uma vela. Aí que está a grande sacada. Ela funciona, também, como creme de massagem corporal.

Explico, você acende e deixa o ambiente todo perfumado e vai pras preliminares. Enquanto vocês estão nos toques e beijos, a vela derrete e quando ela apaga, você pode utilizar o liquido derretido para jogar na pele e fazer uma massagem. Calma, não queima. Você pode até brincar com esse lance de jogar no corpo… é uma delícia!

Depois da massagem, super bem feita, ele ainda é beijável. Foi uma das coisas que eu mais gostei de testar. Sério, é um pacote completo…

Só que ainda não acabou. Ela também deixa a pele hidratada deixando, ainda mais completo, o seu momento cheio de sensualidade e provocação.

Aproveitando essa maravilha acima, tem também o massageador de acrílico que dá uma incorporada na massagem. Ele é bem fácil de utilizar e o bom que você pode utilizar a sua mão para acariciar enquanto o produto faz sua própria performance. É muito gostoso…

Para finalizar, o Aromatizante Bucal Beija Muito vai deixar aquele gostinho bom na hora de uma necessidade básica: sexo oral.

Sofisticar o jogo de sedução com aromas e essências pode ser uma boa. Quando você usa esse tipo de artifício e dá tudo certo, você gera uma cumplicidade ainda maior.

Vencedores da promoção da semana passada:
Quem escolhe os vencedores da promoção é a própria Desejo Oculto. Essa semana quem levou foi a leitora Cíntia Rodrigues:


Já no Twitter quem ganhou os R$ 150 para gastar no que quiser na loja da Desejo Oculto foi a:

Parabéns as ganhadoras e não deixem de participar das próximas promoções!