Booger Network

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Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.

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.: Malvadas :. » Feminicies

Precisando de amor próprio?

por em 21/05/2013 às 21:49

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Pode contar com a gente!

Tá explicado!

por em 21/05/2013 às 19:10

Tá explicado… o porque de tanta gente usando essas calças.

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Amor à primeira vista?

por em 21/05/2013 às 18:06

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As recalcadas adoram.

Elas

por em 27/04/2013 às 13:40

Pascal Mannaerts é um fotógrafo belga que passou dez anos viajando porque descobriu que a união dessas duas paixões, a fotografia e viajar, mostrava no seu trabalho a forma pura da humanidade. Ele passou pela África, América, Ásia e Europa capturando momentos.

No seu site ele descreve sabores, detalhes,  paisagens incríveis. São imagens recheadas de dizeres e olhares sensíveis àquela experiência.

A exposição Elas, que começou no dia 8 de março – Dia Internacional da Mulher e ficará até 28 de abril na CAIXA Cultural em São Paulo. São 60 imagens acompanhadas de frases que registram o reconhecimento das mulheres que ele viu ao longo de suas viagens, eternizando seu testemunho de resistência.

Peru
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Senegal
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India
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Jordânia
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Retratar o papel das mulheres nas sociedades, mostrar suas dificuldades e conflitos, mas também toda a sua resistência. Por fim, homenageá-las. Jaque Barbosa

Berlim
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Etiópia
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Nova Iorque
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Via: Hypeness

Não busque aceitação, você não é o que você pensa

por em 16/04/2013 às 15:12

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“Imagine um mundo onde beleza é uma fonte de autoconfiança e não de ansiedade”. Foi a partir deste principio – que, na teoria, parece ser bem simples – que a campanha se desenvolveu. Um filme que, certamente, vai provocar o público feminino e o masculino. Afinal, para que e para quem você vive? Ao assistir estas mulheres se descreverem, é quase certo que a insegurança de muitos usuários vai acabar se refletindo na telinha. Estes seres humanos que se definem e se reduzem como “apenas” um nariz fora de um padrão qualquer ou, ainda, se percebem com alguns números/quilos acima do que os outros esperam é algo que, infelizmente, nos é comum e familiar. Na minha opinião, a forma como elas falam de si chega a ser, de um jeito muito pouco sutil, bastante cruel. Se desvalorizam por aspectos que provavelmente passem despercebidos se comparados com as qualidades que as respectivas detém, mas que, infelizmente, encontram-se escondidas embaixo de seus “defeitos”.

Ao generalizar e dizer que você, sendo homem ou mulher, pode, certamente se identificar com o que está prestes a assistir, eu me apoio em uma triste estatística que mostra que apenas 4% da população feminina mundial se considera bonita: será que você faz parte dela?

Um vídeo que vale o play, a reflexão e, sem sombra de dúvida, uma mudança. Portanto, arrisque:

“Uma pessoa não é um nariz grande ou um cabelo ressecado. Ela é o conjunto de atributos que se somam ao brilho, muitas vezes escondido, de um olhar.”

A psicóloga Heloisa Lima, que mencionou a frase acima em um de seus artigos, diz que, muitas vezes, as perspectivas mais cruéis que um ser humano pode ter de si próprio é produzida por sua própria percepção, e não pela dos outros. A autodesvalorização, que não pode ser resumida como um pequeno ato de insegurança, deve ser atribuída à um perspectiva cultural muito mais ampla, responsável por tudo isso. Esta concepção gera e percorre desde as maiores capas de revista de moda, masculinas, de fofoca e de notícias, até preencher os mais diferentes canais de televisão, programas e propagandas que, querendo ou não, com muita força e inten$idade, se repetem em blocos comerciais e capítulos de uma trama qualquer que, infelizmente, em sua grande maioria, fortalecem, cada vez mais, um esteriótipo que a sociedade entende e cultiva – na prática – como o modelo de beleza a ser seguido.

A questão é que a absoluta maioria das mulheres não consegue, e nem sequer deveria se sujeitar, “caber” em um jeans 38 ou em um calçado 37. Ser fora do padrão que, sinceramente, nem sabemos como foi estabelecido, deveria ser visto como algo positivo – uma vez que é o verdadeiro modelo humano. Porém, para ir contra isso, antes de tudo, precisamos praticar este desligamento. Afinal, de que adianta eu fingir que não ligo para aparências se, no fundo, busco e invejo aquilo que mais critico? Habitar esta imensa hipocrisia é o que nos faz consumir 99% das marcas que continuam a exibir modelos com peso abaixo de 40 kg em capas de revista e a vender bilhões no embalo desta indústria que tem como combustível a nossa covarde cultura de não ir contra o que, evidentemente, nos desvaloriza em massa.

É válido ressaltar que você não precisa ser mulher para ser impactado por estes esteriótipos. Afinal, uma propaganda qualquer de cerveja, que tem o público masculino como maior alvo, é muito mais carregada de esteriótipos e pressões culturais do que algumas direcionadas para um público feminino, como, por exemplo, as de lingerie.

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Admito que sempre fui fã do posicionamento da marca pelo simples fato dela fugir do convencional. Mulheres sempre bonitas, perfeitas e que, infelizmente, se tornaram parâmetro de normalidade para a nossa sociedade, uma vez que o que é comum de se vender e instiga o consumo, acaba por ser comum no dia-a-dia, pois é ofertado em cada esquina e, ao nos impactar em capas de revistas, através de fotos photoshopadas com glamourosas bolsas, estranhos shampoos, diferentes vestimentas e peculiares cervejas, “sem ninguém perceber”, as imagens que compõe tudo isso sempre estão acompanhadas de um código de barras e/ou um logotipo qualquer. Se todos conseguissem notar uma destas duas coisinhas que sempre acompanham estes ‘parâmetros de beleza’ que nos aprisionam, certamente teríamos chance de construir uma cultura menos intensa no que diz respeito à frenética busca por uma inalcançável beleza que vivemos e, ao mesmo tempo, criticamos enquanto cultivamos, o que é um triste sinal de hipocrisia, mas que, se quisermos, de pouco em pouco, pode ser transformado.

Precisamos ser mais generosos uns com os outros, isto é fato. Mas este desafio começa diante do maior vilão deste contexto: o espelho. Este item que reflete nossa desconfigurada autoimagem, acaba por, consequentemente, projetar medos e receios em partes que vão cada vez mais nos desvalorizando, quando percebidas em um nariz que não é igual ao da personagem da novela ou daquela atriz que vive da própria imagem. Sei que é difícil digerir tudo isso, afinal, também sou humano e vivo esta batalha entre a dificuldade de ser feliz como sou e a busca proveniente da exigência sobre-humana de sempre ser aceito. Sentir-se bem como você é. Este é o verdadeiro desafio a ser vencido e tem que ser diário. Afinal, eu, você e todo o restante da população estamos vulneráveis aos impactos de novos parâmetros a qualquer minuto, seja na capa de uma revista ou com um novo implante de silicone. Precisamos deixar a superficialidade de lado e, de uma vez por todas, assumir o real sentido da verdadeira beleza humana.

Via: Eduardo Cabral – Comunicadores

Retratos da Real Beleza

Quimioterapia e Beleza

por em 8/04/2013 às 16:31

Flavia Flores inspira com o projeto Quimioterapia e Beleza, através dele muitas mulheres estão com a autoestima elevada. Ela dá dicas de beleza e, como ela mesma diz, ‘artifícios’ que ajudam no dia-a-dia dessa batalha, fazendo com que a vida fique um pouco mais leve.

Parabéns à Flavia por essa iniciativa linda, tenho certeza que passar pelas fases de cabeça erguida, com amor e paciência ajuda muitíssimo.

“Quanto mais pra cima você tiver, quando mais o seu emocional tiver estruturado, a sensação de cura ela já é, praticamente, imediata” Evelin Scarelli

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Dia Internacional da Mulher

por em 8/03/2013 às 19:31

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Parabéns leitoras pelo Dia Internacional da Mulher, por aqui trocamos as flores e chocolates por respeito.

O Malvadas parabeniza todas as mulheres que seguem lutando lado a lado, diariamente. 

Um beijo grande e um abraço bem apertado ♥

Placas de ruas são adesivadas com nomes de mulheres

por em 8/03/2013 às 19:28

“Algumas ruas de Porto Alegre amanheceram nesta sexta-feira com adesivos com nomes de mulheres nas placas que nomeiam as vias. A rua dos Andradas na esquina com a Caldas Júnior, por exemplo, foi identificada como rua Olga Benário – em alusão à militante comunista alemã. Outros nomes como Maria da Penha também estamparam a sinalização de algumas ruas do Centro da Capital.

A manifestação possivelmente tem ligação com o Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, mas a autoria da intervenção ainda é desconhecida.”

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Via: Correio do Povo

Futilidades e levianices

por em 8/03/2013 às 19:17

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A Prefeitura de Porto Alegre publicou esta “homenagem” para o Dia Internacional da Mulher, devido a repulsa que gerou na população eles resolveram deletá-la e mais tarde se justificaram dizendo que a idéia foi uma “interação bem humorada e de conteúdo leve” que conteve participação de mulheres na sua criação.

A ONG SOMOS – Comunicação, Saúde e Sexualidade resolveu refazer esta campanha e as imagens abaixo são fruto desta iniciativa.

Com frases em defesa da luta contra violência às mulheres e combate a discriminação de gênero, os quadros foram disparados nos perfis das redes sociais da entidades. “Nós criamos um contraponto à esta campanha absurda e propondo o que acreditamos que deveria ser a verdadeira discussão sobre as mulheres. Sem clichês, machismos ou sexismos”

Sandro Ka

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Minha saia curta

por em 6/03/2013 às 10:47

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“My short skirt is not an invitation/ a provocation/ an indication/ that I want it or that I give it… my short skirt, believe it or not, has nothing to do with you.”

The Vagina Monologues

 

“Minha saia curta não é um convite/ uma provocação/ uma indicação/ de que eu quero ou de que eu daria… minha saia curta, acredite ou não, não tem nada a ver com você”

Os Monólogos da Vagina

E se Da Vinci pintasse a Monalisa hoje?

por em 19/12/2012 às 22:02

A arte feminina em fazer biquinhos para as fotos!

Mulheres, não se cobrem tanto...

por em 19/12/2012 às 17:14

Quantas mentiras nos contaram. Foram tantas que a gente bem cedo começa acreditar e, ainda por cima, se achar culpada por ser burra, incompetente e sem condições de fazer da vida uma sucessão de vitórias e felicidades.

Uma das mentiras é que nós, mulheres, podemos conciliar perfeitamente as funções de mãe, esposa, companheira e amante. Além disso, ter uma carreira profissional brilhante.

É muito simples: não podemos. Não podemos porque nos dedicamos de corpo e alma ao filho recém-nascido que na hora certa de mamar, dorme e que à noite, quando devia estar dormindo, chora com fome. Não podemos porque é difícil estar bem sexy quando o marido chega para cumprirmos um dos papéis considerados obrigatórios na trajetória de uma mulher moderna: a de amante.

Aliás, nem a de companheira.  Quem consegue trocar uma ideia sobre a poluição da Baía de Guanabara, se saiu do trabalho e passou no supermercado rapidinho para comprar uma massa e um molho já pronto para resolver o jantar, e ainda por cima está deprimida porque não teve tempo de fazer uma escova?

Mas as revistas femininas estão aí, querendo convencer as mulheres – e os maridos – de que um peixinho com ervas no forno, com uma batatinha cozida al dente, acompanhado por uma salada e um vinhozinho branco é facílimo de fazer – sem esquecer as flores e as velas acesas, claro, e com isso o casamento continuar tendo aquele toque de glamour fun-da-men-tal para que dure por muitos e muitos anos.

Ah, quanta mentira!

Outra grande, diz respeito à mulher que trabalha; não à que faz de conta que trabalha, mas à que trabalha mesmo. No começo, ela até tenta se vestir no capricho, usar sapato de salto e estar sempre maquiada; mas cedo se vão as ilusões. Entre em qualquer local de trabalho pelas 4 da tarde e vai ver um bando de mulheres maltratadas, com o cabelo horrendo, a cara lavada, e sem um pingo do glamour – aquele – das executivas da Madison.

Dizem que o trabalho enobrece, o que pode até ser verdade. Mas ele também envelhece, destrói e enruga a pele, e quando se percebe, a guerra já está perdida.

Não adianta: uma mulher glamourosa e pronta a fazer todos os charmes – aqueles que enlouquecem os homens – precisa, fundamentalmente, de duas coisas: tempo e dinheiro. Tempo para hidratar os cabelos, lembrar de tomar seus 37 radicais livres, tempo para ir à hidroginástica, para ter uma massagista tailandesa e um acupunturista que a relaxe; tempo para fazer musculação, alongamento, comprar uma sandália nova para o verão, fazer as unhas, depilação; e dinheiro para tudo isso e ainda para pagar uma excelente empregada – o que também custa dinheiro.

É muito interessante a imagem da mulher que depois do expediente vai ao toalete – um toalete cuja luz é insuportavelmente branca e fria, retoca a maquiagem, coloca os brincos, põe a meia preta que está na bolsa desde de manhã e vai, alegremente, para uma happy hour.

Aliás, se as empresas trocassem a iluminação de seus elevadores e de seus banheiros por lâmpadas âmbar, os índices de produtividade iriam ao infinito; não há auto-estima feminina que resista quando elas se olham nos espelhos desses recintos.

Felizes são as mulheres que têm cinco minutos – só cinco – para decidir a roupa que vão usar no trabalho; na luta contra o relógio o uniforme termina sendo preto ou bege, para que tudo combine sem que um só minuto seja perdido.

Mas tem as outras, com filhos já crescidos: essas, quando chegam em casa, têm que conversar com as crianças, perguntar como foi o dia na escola, procurar entender por que elas estão agressivas, por que o rendimento escolar está baixo.

E ainda tem as outras que, com ou sem filhos, ainda têm um namorado que apronta, e sem o qual elas acham que não conseguem viver (segundo um conhecedor da alma humana, só existem três coisas sem as quais não se pode viver: ar, água e pão).

Convenhamos que é difícil ser uma mulher de verdade; impossível, eu diria…Parabéns para as que conseguem fingir tudo isso…

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Texto de Danuza Leão.

O que é a sensualidade burlesca (e como encontrar a sua)

por em 28/09/2012 às 11:03

“Mesmo com as inúmeras matérias e tutoriais falando de como ser sensual sem ser vulgar, e de como explorar essa sensualidade em meio à correria do dia-a-dia, para muitas (e muitos) de nós, o contato com esse lado pode ser um pouco intimidador. “Acho lindo, mas não é pra mim”, “me sinto ridícula quando tento ser sexy” e “talvez quando eu perder alguns quilinhos” são algumas das coisas que mais ouço nos workshops de sensualidade burlesca.

Não é de hoje que veículos midiáticos e principalmente as revistas femininas lucram com matérias sobre sensualidade. É algo com que nossa sociedade tem uma relação de amor e ódio. É bonito ser sensual entre quatro paredes. É vulgar ser sensual na rua. É preciso se encaixar num molde tamanho 38 ou menor para ser sensual. Toda mulher tem que usar X para ser sexy. O batom Y e o perfume Z são a chave da sedução. Só lingeries de renda são sensuais. Bullshit.

Descobrir, encarar e lidar com o fato de que somos criaturas sexuais/sensuais é algo íntimo e pessoal. Não é algo que possa ser comprado em uma boutique erótica ou mesmo dissecado em duas horas de workshop. Sim, claro que uma boa lingerie que valoriza as formas, uma make bem feita, um hidratante super cremoso e o perfume certo ajudam. Mas nem todas as horas de academia do mundo vão garantir a auto-confiança e a segurança que chamamos de sensualidade.

Ok, vamos ao que interessa. Como ser sexy? Estude, encare e abrace o seu estilo. Simples assim. A sensualidade não vem numa fôrminha, mas pode ser construída com base no estudo de um estereótipo. Especialmente quando se fala de burlesco, uma arte construída sobre clichés divertidos. Os mais comuns? A diva que é uma musa intocável, a femme fatale devoradora de homens e a pin-up fofa e desastrada que acaba perdendo a roupa no meio do caminho. Sim, há muitos mais. Há a intelectual que é desleixadamente sexy, as desportistas saudáveis de pele brilhante, e até as melindrosas decadentes que topam quase qualquer coisa. É uma questão de referência e escolha.

O segundo passo é um pouco mais difícil. Falar em conquistar auto-estima e confiança é fácil. Mas é um processo contínuo e que leva tempo. Baby steps. Comece pelo olhar, treinando se conquistar no espelho. Pense na postura, nos movimentos que faz. Preste atenção nos seus trejeitos. Quais são benéficos? Quais não o são? Você é sua maior aliada e sua maior inimiga. Não gosta de algo a seu respeito? Pense em como pode usar isso a seu favor. A sensualidade é construída sobre detalhes e sutilezas. E começa pelo olhar. Para dentro e para fora.

Sim, você é sexy.”

Escrito por Sweetie Bird, do The Burlesque Takeover
Via: Revista Entremundos

Liberte-se

por em 18/09/2012 às 15:32

“Pois é. Vira e mexe as pessoas querem saber qual o tipo de rosto combina com o que, qual a cor de pele pode usar isso ou aquilo, qual o tom de vermelho para orientais, negras, loiras, morenas, cacheadas, bronzeadas, sardentas, míopes. E sombra azul, pode? E o delineador, pode?

A gente cansou disso. Faz parecer que maquiagem é um jogo interminável de regras e que se não segui-las à risca não passa de fase.

A verdade é que todo mundo pode usar tudo. Vamos escrever mais uma vez: todo mundo pode usar tudo.
Com a pele feita, as imperfeições corrigidas, é bem provável que quase tudo fique bom. É claro que algumas cores vão te valorizar ainda mais, no entanto não é preciso se apegar nisso.

As escolhas vão depender muito mais do seu gosto. Sim, também do local, da hora, da roupa, do seu estilo, do humor.
Não acredite em categorizações de maquiagem. Negras usem isso, loiras usem aquilo, rosto quadrado passe assim, rosto hexagonal esfume assado.

O que vale mesmo é saber usar os produtos, aprender as técnicas, não ter medo de tentar alguma coisa nova de vez em quando e se permitir errar sempre.
Da próxima vez que ler alguma matéria caga-regra, lembre-se desse post.
Esqueça regras, divirta-se.

Use o que quiser.”

Via: Liceu de Maquiagem

Não deixe que seus pelos pubianos virem vítimas da moda!

por em 18/09/2012 às 15:03

“Difícil responder se o fim dos pelos perdurará para sempre, ou se logo outra tendência vai surgir (quem sabe trazendo de novo as madeixas para essa região).” Esse trecho foi retirado de um site para mulheres, confirmando de forma absurda o que já sabíamos: agora existe tendência também para os nossos pelos pubianos. Não basta seguir tendência de moda com roupa, esmalte, corte de cabelo.
Você também tem que ter a depilação de virilha da moda. Não, não vem dizer que você não cai nessa. A maioria de nós, hoje, depila mais do que nos anos 90 porque é MODA. Ou porque os homens gostam assim. Ou porque alguém inventou que os homens gostam assim.

Atenção: a opinião dos homens (na nossa opinião) não importa. Essa é uma parte do nosso corpo (como o resto dele, por sinal) e a gente faz o que quer com ela. Mas, se é para falar de homem, a gente parafraseia o nosso ídolo Xico Sá e aposta que homem que é homem não sabe a diferença entre uma virilha cavada e uma xoxota levemente raspada.

Dito isso, quando a gente acha que não dá mais para piorar, as depiladoras afirmam que a moda é a depilação total ou a “menininha”, novas tendências de pelos púbicos (ou de ausência deles) que foram encontradas pela equipe da Tpm. Não, não estamos inventando, é tudo verdade! São elas:

Depilação artística
Depois da ginástica artística, chegou a vez da depilação. A ideia (horrível) é depilar os pelos pubianos em formatos de desenhos. Exemplos: raio, seta, coração, letra do nome do namorado (socorro!), sinal de cadeado e… ursinho. Gente, na boa, o que pode ter de sexy em um ursinho? Calma, calma, POIS TUDO PODE PIORAR.

Pintura
Você pode pintar o ursinho de rosa, sim. E ter um ursinho carinhoso no lugar onde ficariam seus pelos normais, assim, caracóis da cor do seu cabelo. Explicamos. Existe uma outra “tendência” de pelos púbicos: as pinturas. Sim, ninguém aqui está inventando nada. No fim dos anos 90, era moda pintar o cabelo de rosa, verde, azul. Agora, algumas moças pintam seus pentelhos com essas cores. Como se fossem… poodles de antigamente! A ideia vem dos EUA e o carro-chefe é uma tinta chamada Betty Color, autopropagandeada como a primeira tinta segura para pelos púbicos do mundo. Ela já existe em salões do Rio de Janeiro e de São Paulo, mas você também pode comprar a tinta pela internet e fazer o serviço em casa. Custa cerca de US$ 14 na Amazon. Dizem que isso serve para apimentar a relação. Cada um faz o que quer, mas o que achamos: se a sua relação está tão ruim que é preciso que você transforme os seus pelos em um raio (lembre do item anterior) verde limão… talvez seja mais fácil se separar. OK, ninguém aqui tem nada a ver com a vida de ninguém. Se você quiser transformar seus pelos em pelos púbicos da Família Restart… problema seu!

Adereços
Ainda dá para piorar mais. Por isso, informamos: você pode piorar tudo isso colocando uma corrente de cristal Swarovski no seu urso cor de rosa. E, sim, tudo isso vai ser feito na sua xoxota. Não basta fazer desenho, não basta pintar de cores berrantes. Você também pode usar produtos como glitter e cristais Swarovski, que serão colados lá. De novo, dizem que isso serve para apimentar a relação. E repetimos: uma vida sexual que precisa de cristal Swarovski pendurado nos pelos já está falida. E ficamos aqui pensando na parte prática… O cara vai fazer sexo oral e seus dentes grudam no cristal. Ou ele sai com a cara cheia de glitter. Bizarro.

Aroma
A depilação em formato de morango pode ter cheiro de morango. Sim, tudo isso vem em kits que podem ser comprados pela internet por cerca de R$ 100. A coisa é tão profissa que vem até um DVD de instrução. Você compra a cera (com aroma), os moldes e os adesivos, que podem ser colados lá (que dor!). O quanto isso pode dar errado sendo feito em casa não podemos imaginar! Nem queremos. Porque NÓS NÃO VAMOS ADERIR A ESSA TENDÊNCIA.

Conclusão disso tudo
A Tpm adverte: seguir a moda com os pelos pubianos já é um pouco demais. Essa parte do nosso corpo, não por acaso, é chamada de ÍNTIMA. Se é íntima, é porque é nossa, é porque ninguém tem nada a ver com isso. E, se um namorado falar que só gosta de mulher depilada, sugira que ele também experimente a depilação. Se você quiser depilar tudo, pintar, fazer isso por um dia de brincadeira, VÁ FUNDO. Agora, entrar nessa porque alguém falou que é moda: NÃO!!! DIGA NÃO! RESISTA! GUARDE ESSE ÚLTIMO REDUTO DE PRIVACIDADE. Como se isso ainda existisse… E lembre-se do funk carioca… A p**** da b***** é sua!”

Via: Revista TPM