No Brasil, infelizmente ainda existe um número vergonhoso de mulheres sendo abusadas, desrespeitadas e subjugadas. E muitas, ao contrário do que a maioria pensa, tem nível superior de educação. Nas que tiveram menos educação, posso compreender (sem concordar) a falta de autoestima. Mas nas que tem a chance de se educarem, queria saber até quando vão suportar essa situação.
Quero deixar bem claro que este artigo foi intencionalmente escrito para contribuir e não para julgar ou justificar. Acho absurdo o número de mulheres no Brasil e no mundo que sofrem por este tipo de desigualdade social. Quero deixar minha opinião registrada sobre esse câncer social.
Já venho há algum tempo lendo na Internet reclamações pesadas contra os homens pelas situações vergonhosas pela qual muitas mulheres estão passando, e me pergunto: Será que vamos conseguir vencer os obstáculos em relação ao machismo somente reclamando que os homens não nos respeitam e que não há leis severas o suficiente para diminuir o número de abusos alarmante neste país?
E quem foi que nos disse que somos do sexo frágil? Um homem ou uma mulher? E isso é verdade?
Em minha opinião, enquanto não cuidarmos de nós mesmas, aprendendo sobre nossos desejos mais íntimos e nossos sonhos mais altos, sem esperar que os homens nos respeitem primeiro, a injustiça social contra a mulher não vai acabar.
Seremos mais poderosas ainda quando aprendermos a ser feliz em toda a extensão da palavra sem esperar que os homens nos deem o devido e merecido respeito. Sei que isso é possível simplesmente por que vivo feliz desde que escolhi ser assim, com ou sem um homem pra me dar o aval da felicidade completa. Quando escolhemos algo com paixão e devoção, é garantido que conseguimos. Nelson Mandela, enquanto estava no cativeiro, nunca disse a um repórter que estava preso, mas que estava se preparando para o dia em que seria livre e se tornaria um dos líderes mais inspiradores da história da humanidade.
Temos um fato importantíssimo para ser usado como trunfo para nos prepararmos para uma vida – e um mundo – melhor: temos o poder de criar a vida de um novo ser em nosso útero. E se usarmos a enorme oportunidade de criarmos nossos filhos depois do parto para respeitarem as mulheres, com certeza contribuiremos para a formação de uma nova geração de homens. Se nós somos as responsáveis pela criação dos homens, por estarmos em contato com eles desde criança, é contraditório que não os ensinemos a nos respeitar. E se não o fizermos, estaremos entregando a outros o poder de ensiná-los e orientá-los para a construção de uma sociedade melhor. O mesmo deve ser feito em relação às filhas, que também devem aprender a respeitar outras mulheres. Existe muita intriga entre nós. Precisamos nos unir mais!
Nem todos os homens são agressivos fisicamente e inseguros emocionalmente corruptos ou larápios. Particularmente, adoro o sexo oposto. Já conheci homens maravilhosos. E parabenizo a todos que tratam as mulheres com respeito e carinho. Existem verdadeiros cavalheiros dedicados por toda a parte, mas devemos selecionar e escolher o que é melhor para nós. Acreditando no nosso poder mental e nunca desistindo de nossa força de atração universal! Podemos e devemos escolher um homem excepcional.
Portanto, minha querida irmã mulher, abra sua mente, seu coração e suas asas porque você também pode voar alto e nunca mais voltar à escravidão de um tempo remoto, onde nossas avós deixavam os homens desligar suas luzes, suas energias e seus direitos. Temos direito de viver feliz de igual para igual. Bom mesmo é viver com respeito mútuo, conscientes dos nossos poderes ilimitados e absolutos. Com possibilidades para criar uma união positiva entre dois seres que se amam.
Isso sim é que é poder, viver e vencer! Saber como usar o poder interior de seu ser!
Parabéns por ser mulher.









































