Pois é… Chega um momento na vida que percebemos que aquela paixão arrebatadora (que nos faz mudar de vida, tira a fome e faz querer abraçar o mundo) simplesmente acabou. E é neste momento que começam os problemas.
O que muitos não sabem é que o amor aparece depois da paixão.
Ele é sereno, sucinto e rotineiro.
E é aí que muita gente se engana acreditando que foi o amor, e não a paixão, que acabou. Simplesmente partem para outra. Se apaixonam por terceiros mesmo amando o atual. É um ciclo vicioso numa rede de mentiras. Vivem disso.
Conheço várias pessoas que afirmam: Relacionamentos têm prazo de validade. Alegam que existe a crise das duas semanas, três meses, dois anos e meio e três anos.
Eu concordo e, no meu caso, o prazo é de 1 ano. Depois desse tempo se ainda estou com o coitado é porque virou amor. E não tem jeito, começo a surtar. Porque o amor, às vezes, cansa. Ele faz você ter vontade de correr em direção contrária a do seu parceiro e, no momento seguinte, voltar para os seus braços.
E aí você se pega pensando coisas corriqueiras como, por exemplo, “no começo ele fazia a barba diariamente” ou “tínhamos mais ligação na cama”. Demora para percebermos que, na verdade, as coisas não mudaram em nada. Apenas vocês conhecem a rotina.
O erro é que, muitas vezes, toda essa serenidade acaba com o próprio amor e faz com que o prazo de validade acabe ainda mais rápido. E não há nada que psicólogos, amigos e amantes possam te ajudar. A maneira mais simples de resolver esse problema é colocar tudo em prática novamente. Começar do zero e esquecer que vocês já sabem o que o outro gosta. Aposte e vá atrás de fantasias, e possibilidades, que existiam no começo. Reconquiste. Procure no outro algo que ainda não se permitiram fazer.
Reconhecer. Reaprender. Reconquistar.
É possível. Faça a validade do seu relacionamento ser indeterminada.
Só depende de você!
Bjos,
MarE
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Já tive, aos montes, pessoas que não compensam esquentando a cadeira ao lado do cinema, o banco do passageiro do carro e o travesseiro extra da cama.
Olha, não me leve a mal. Não é nada com você, mas hoje quero me deixar levar.
- Vem, confia. Não mordo. Só se você pedir - sorri maliciosamente.
Sempre confiei na minha intuição. Nem sempre segui o que ela me dizia, mas ela sempre estava certa. Não me arrependo de todas as vezes que disse “sim” e, igualmente, não me arrependo de todas as vezes que disse “não”. Na verdade, por culpa de uma das vezes em que não segui minha intuição, passei a ter medo de relacionamentos sérios.
* Por
Por Bruno Aichinger


































