
Pode contar com a gente!
Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.
Integer erat orci, congue sed feugiat eu, pharetra in tellus. Nulla vel est et mi fermentum ullamcorper at a justo. Fusce scelerisque nisi vehicula mauris placerat quis accumsan dolor adipiscing. Donec tempus, nibh ut volutpat fermentum, mauris sem imperdiet ante, at dignissim magna tortor in dui. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit.
Praesent ac elit metus. Ut sed sem nec lorem fringilla molestie a vel risus. Phasellus a commodo felis. Praesent at libero velit.
Donec facilisis, sapien ut elementum faucibus, justo urna dignissim sapien, vel elementum lorem est euismod nisi.
Fusce vitae nunc mi, quis faucibus orci. Nam id lorem justo. In arcu lectus, commodo eget pharetra sed, rutrum quis sapien.
por Vanessa em 21/05/2013 às 19:10
Tá explicado… o porque de tanta gente usando essas calças.
por Vanessa em 21/05/2013 às 18:06
por Vanessa em 20/05/2013 às 9:00
Assim foi o sonho de quem viu a sua filha deitada num caixão mortuário.
Aquilo não significava que ele desejasse ver sua filha morta. Ou significava? Aquele sonho simplesmente ocultava um desejo de poder abraçá-la uma única vez. De talvez olhar pra ela e dizer: “Eu te amo“. Só que isso não é tão fácil…
Quanto arrependimento. E se tivesse acontecido mesmo? Porque nunca conversou com ela? A elogiou? Abraçou? Exceto no Ano Novo. Esta era a única data em que a olhava e abraçava. Meio que rápido, por obrigação. No aniversário, apenas fingia que era um dia como outro qualquer. Era mais fácil.
Parece que havia esquecido o quanto é doloroso não poder expressar o sentimento. Por que é tão difícil? Não deveria ser mais fácil? Amo, você ama, nos amamos. Pronto. Sem muros e orgulhos. Alguns ousam dizer que pais são assim, sem sentimentos. Eles podem, falam outros, não se deve dar tanta importância a pequenos detalhes. Pais fazem coisas deste tipo.
Relembrou o passado e que não era possível retomar as escolhas. Como foi apenas um sonho, e por mais real que tivesse sido, refletiu que deveria falar o que sente enquanto ainda pode. Ela ainda pode escutar. Pelo menos ia fazer um esforço… uma tentativa… por mais que no fundo soubesse que tudo ia continuar igual.Tweet
por Vanessa em 16/05/2013 às 2:35
“Olá, me chamo Cristiane, tenho 21 anos e terminei há alguns meses um relacionamento pra lá de perturbado (foi meu primeiro namorado e ficamos juntos 4 anos). Não temos condições de sermos namorados porque ele é uma bomba relógio. Já definimos que não existe mais respeito e acho que nem amor. Ele me traiu, me fez sofrer, etc. O problema é que ficamos tanto tempo juntos, nos conhecemos tanto que sinto a falta dele. Queria muito que fossemos amigos e voltássemos a andar juntos. Meio que conversamos e decidimos que seremos só amigos. Vocês acham que isso é possível?”
Ex-namorado não é e NUNCA vai ser somente seu amigo. Não suporto aquela conversa mole do tipo “podemos ser amigos” quando alguém quer dispensar o outro. Como ser amigo de alguém que você amou? Conviveu e conhece tudo (ou quase tudo) da pessoa? Não dá, simplesmente não rola. Não comigo. Não sei você, mas sou vítima confessa das memórias e estas não me abandonam.
Ser amiga de alguém que é uma bomba explosiva é algo que não tem condições. Dá pra ser no máximo COLEGA de ex-namorado. Daqueles que cumprimentamos de longe, mantemos certas formalidades e conversamos coisas triviais. Com amigo se sai pra encher a cara, chorar as mágoas, xingar o namorado, fazer confissões… Com ex você sai no máximo para umazinha ou se encarnar num jogo de “não me importo“. Que quase sempre deixa alguém magoado.
Para com isso garota, se não existe amor e respeito que tal dar uma repaginada nos contatos? Estamos aí pra isso, quebrar a cara, recomeçar, conhecer novamente, saber quase tudo da pessoa… etc. Isso é apenas uma zona de conforto gritando para você não mexer os quadris e dar a volta por cima. Vai por mim…
Beijos,
Vanessa
vanessa@malvadas.orgTweet
por Vanessa em 15/05/2013 às 21:53
Você possui um lança-chamas na língua que, em segundos, reduz qualquer ser superior a um montinho de cinzas.
Que na primeira lufada de vento transforma-se em nada.
Você sempre nada contra a corrente. Está acima do seu tempo.
Sua filosofia de vida é: sexo, drogas e rock and roll. Não necessariamente nesta ordem.
“Ah, deixa de papo furado” – você me interrompe antes de dizer – “me prepara a vodka que já estou na banheira!”.
por Vanessa em 19/12/2012 às 22:02

A arte feminina em fazer biquinhos para as fotos!Tweet
por Vanessa em 19/12/2012 às 17:14
Quantas mentiras nos contaram. Foram tantas que a gente bem cedo começa acreditar e, ainda por cima, se achar culpada por ser burra, incompetente e sem condições de fazer da vida uma sucessão de vitórias e felicidades.
Uma das mentiras é que nós, mulheres, podemos conciliar perfeitamente as funções de mãe, esposa, companheira e amante. Além disso, ter uma carreira profissional brilhante.
É muito simples: não podemos. Não podemos porque nos dedicamos de corpo e alma ao filho recém-nascido que na hora certa de mamar, dorme e que à noite, quando devia estar dormindo, chora com fome. Não podemos porque é difícil estar bem sexy quando o marido chega para cumprirmos um dos papéis considerados obrigatórios na trajetória de uma mulher moderna: a de amante.
Aliás, nem a de companheira. Quem consegue trocar uma ideia sobre a poluição da Baía de Guanabara, se saiu do trabalho e passou no supermercado rapidinho para comprar uma massa e um molho já pronto para resolver o jantar, e ainda por cima está deprimida porque não teve tempo de fazer uma escova?
Mas as revistas femininas estão aí, querendo convencer as mulheres – e os maridos – de que um peixinho com ervas no forno, com uma batatinha cozida al dente, acompanhado por uma salada e um vinhozinho branco é facílimo de fazer – sem esquecer as flores e as velas acesas, claro, e com isso o casamento continuar tendo aquele toque de glamour fun-da-men-tal para que dure por muitos e muitos anos.
Ah, quanta mentira!
Outra grande, diz respeito à mulher que trabalha; não à que faz de conta que trabalha, mas à que trabalha mesmo. No começo, ela até tenta se vestir no capricho, usar sapato de salto e estar sempre maquiada; mas cedo se vão as ilusões. Entre em qualquer local de trabalho pelas 4 da tarde e vai ver um bando de mulheres maltratadas, com o cabelo horrendo, a cara lavada, e sem um pingo do glamour – aquele – das executivas da Madison.
Dizem que o trabalho enobrece, o que pode até ser verdade. Mas ele também envelhece, destrói e enruga a pele, e quando se percebe, a guerra já está perdida.
Não adianta: uma mulher glamourosa e pronta a fazer todos os charmes – aqueles que enlouquecem os homens – precisa, fundamentalmente, de duas coisas: tempo e dinheiro. Tempo para hidratar os cabelos, lembrar de tomar seus 37 radicais livres, tempo para ir à hidroginástica, para ter uma massagista tailandesa e um acupunturista que a relaxe; tempo para fazer musculação, alongamento, comprar uma sandália nova para o verão, fazer as unhas, depilação; e dinheiro para tudo isso e ainda para pagar uma excelente empregada – o que também custa dinheiro.
É muito interessante a imagem da mulher que depois do expediente vai ao toalete – um toalete cuja luz é insuportavelmente branca e fria, retoca a maquiagem, coloca os brincos, põe a meia preta que está na bolsa desde de manhã e vai, alegremente, para uma happy hour.
Aliás, se as empresas trocassem a iluminação de seus elevadores e de seus banheiros por lâmpadas âmbar, os índices de produtividade iriam ao infinito; não há auto-estima feminina que resista quando elas se olham nos espelhos desses recintos.
Felizes são as mulheres que têm cinco minutos – só cinco – para decidir a roupa que vão usar no trabalho; na luta contra o relógio o uniforme termina sendo preto ou bege, para que tudo combine sem que um só minuto seja perdido.
Mas tem as outras, com filhos já crescidos: essas, quando chegam em casa, têm que conversar com as crianças, perguntar como foi o dia na escola, procurar entender por que elas estão agressivas, por que o rendimento escolar está baixo.
E ainda tem as outras que, com ou sem filhos, ainda têm um namorado que apronta, e sem o qual elas acham que não conseguem viver (segundo um conhecedor da alma humana, só existem três coisas sem as quais não se pode viver: ar, água e pão).
Convenhamos que é difícil ser uma mulher de verdade; impossível, eu diria…Parabéns para as que conseguem fingir tudo isso…
————————–
Texto de Danuza Leão.Tweet
por Vanessa em 10/12/2012 às 15:01
Por que você continua aqui, do mesmo jeito, andando pelas mesmas ruas? Girando as mesmas chaves para abrir as mesmas portas. Senta nas mesmas cadeiras, ao lado das mesmas pessoas para fazer as mesmas coisas. São os mesmos amigos e, até mesmo, os mesmos amores. Mantém a mesma visão do mundo. Com os mesmos medos e preconceitos de sempre. O ciclo recomeça a todo momento. Por que repetir a mesma, angustiante, rotina? Onde está a força para o novo? A coragem para mudar e a audácia de (re)criar? Entusiasmo e ousadia. É com isso que definimos sonhos e projetos. Pena que, muitas vezes, demoramos a perceber isso.Tweet
por Vanessa em 12/09/2012 às 20:58
“Nem acredito que estou colocando esta história para ser publicada. A princípio, sei que quando se fala em paixão por alguém que não gosta da ‘fruta’, a primeira coisa que vem na cabeça é que as mulheres gostam de homens impossíveis. Verdade, mas peço que tenham paciência antes de fazer qualquer pré-julgamento.
Sou uma mulher bonita. Não daquelas que causam desastres naturais só pelo fato de cruzarem as pernas, mas me garanto. Tenho uma auto confiança enorme e acho que isso atrai muitos homens. O problema de ter um certo nível de beleza, é atrair sempre o mesmo tipo de homem: os babacas.
Não quero parecer arrogante, só quero que entendam o meu lado da história. Normalmente a mulher bonita intimida os caras que não tem muita confiança, os legais, os engraçados… e deixa uma brecha para que os confiantes (cascas-grossa, ignorantes, brutos, etc.).
Então, tenho 28 anos e nos últimos dois resolvi que não me envolveria mais com homens. Cansa, sabe? Pensei que se me envolvesse com mulheres, talvez, teria mais êxito na minha procura. Fiz muitas amizades no meio gay, mas não consegui me sentir completa (sem trocadilhos, por favor… hehehehehe) com mulheres.