Booger Network

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Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.

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Arquivo do Autor | Gabe

Gabe escreveu 181 artigos neste blog.

Amamentando em público

por em 11/12/2013 às 11:00

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Garota Interrompida

por em 10/12/2013 às 13:19

O abuso sexual, um tabu que causa não só traumas, mas prazer e culpa

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Sofia* tinha 6 anos quando descobriu a sexualidade – pelo menos, na prática. Estava com o primo de 17, na casa da avó, quando ele começou a tocar regiões do seu corpo em que só sua mãe encostava, durante o banho. A menina não sabia que aquele tipo de carinho, nessas circunstâncias, não era natural entre adultos e crianças, embora aconteça em muitas outras famílias. E, nas primeiras vezes que Marcos* se esfregou nas coxas dela até ejacular, tocou seu clitóris ou mandou que ela fizesse sexo oral nele, Sofia ficava paralisada pelo medo da situação desconhecida. A confusão aumentou quando sentiu que os estímulos geravam uma sensação prazerosa – porém involuntária –, causada pelas terminações nervosas que se concentram nas zonas erógenas do corpo. Como qualquer criança, ela descobriria isso interagindo com amiguinhos da mesma idade e tocando o próprio corpo. Mas não deu tempo.

A menina passou oito anos se submetendo aos desejos eróticos do rapaz. Ele, então, pedia a ela que não contasse a ninguém o que faziam, senão os pais dela sentiriam vergonha. De fato, nenhum familiar, mesmo morando todos no mesmo sítio, parecia desconfiar. Nem quando ela completou 14 anos e Marcos a iniciou no sexo com penetração.

Mas por que, afinal, uma menina não diz “não” ao passar por isso? “É difícil dizer ‘chega’, pois a nossa sociedade é caracterizada pela submissão da criança ao adulto”, explica a psicóloga Karen Michel Esber, que escreveu o livro Autores de Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes. Sofia, hoje com 33 anos, confirma o que diz a especialista. “Ele se fazia de ‘o primo mais legal’ e criei certa dependência da relação.

Por isso, me sentia culpada. Como podia gostar do cara que fazia aquilo comigo?”, questionava ela. Embora nunca tenha sido pega à força, Sofia arriscava dizer “não quero”. Mas o garoto respondia que ia ser rápido e partia pra cima. “A mulher tem tendência a resistir, resistir até que cede. Quando a relação é saudável, o homem a corteja até ela se entregar por amor. No caso de abuso, ela entrega os pontos”, resume o psicanalista Oscar Cesarotto, da PUC-SP. Ele conta que suas pacientes que sofreram abuso sexual** só depois foram descobrir que as questões que as levaram a procurar seu consultório – dificuldade de se relacionar com filhos ou marido, ou travas sexuais – estavam associadas aos traumas da infância.

A constatação acima é comum a todos os médicos e psicólogos ouvidos pela Tpm. Os especialistas também concordam que casos de abuso acontecem com igual frequência em todas as classes sociais, embora percebam que nas mais altas o comum é abafá-los. Porém, quando o silêncio é rompido, elas costumam lidar melhor com a questão. “As mais pobres têm preocupações básicas de sobrevivência”, observa o psicólogo Julio Peres, autor de Trauma e Superação – O Que a Psicologia, a Neurociência e a Espiritualidade Ensinam. Por exemplo, se o salário vai dar para pagar as contas. “Já as que têm estudo, condições financeiras, enfim, mais possibilidade de refletir sobre si mesmas, assimilam melhor a experiência”, conclui.

Apesar das variáveis, ninguém que passe por isso está privado de conhecer, precocemente e de uma só vez, sensações tão paradoxais quanto prazer, culpa e solidão. “A criança sente dificuldade em saber que aquilo é errado. Geralmente, o abusador é alguém em quem confia, que muitas vezes dá doces ou um dinheirinho para conquistar o silêncio”, esclarece Daniela Pedroso, psicóloga e mestre em saúde materno-infantil. Ela trabalha há 12 anos no Núcleo de Atenção Integral a Mulheres em Situação de Violência Sexual do hospital paulistano Pérola Byington. Lá, todos os dias são atendidos entre 15 e 18 casos de violência sexual, sendo a metade deles com crianças. Mas estima-se que as 21 mil denúncias que o hospital recebeu em 16 anos representem apenas 10% do que acontece na realidade.

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Trepation Songs - The Corrs (Little Wing)

por em 6/12/2013 às 11:00

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Apaixonada pelo filho do patrão

por em 5/12/2013 às 18:55

http://curlytops.deviantart.com/

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Tenho 16 anos e em março desse ano arrumei um emprego. Nessa empresa os patrões são muito amigos dos funcionários e assim acabei me aproximando da família. Meus patrões tem dois filhos, um faz faculdade perto de onde eu estudo e quando eu saía tarde do trabalho ele me dava carona pra escola.

Há três meses essas caronas ficaram diárias, até que certo dia estávamos indo para a escola e ele disse umas coisas do nada!  Que não tava a fim de se envolver com ninguém agora, que está no último ano de faculdade, além de  trabalhar e estudar demais, que sofreu muito não quer mais isso pra si, nem para outra pessoa.

Quando chegamos na escola eu fui sair do carro e ele me deu um selinho, falou pra eu pensar no que ele tinha dito e que na hora da saída ele me buscaria. Nesse dia logo que entrei no carro ele falou: Espero que não tenha vindo aqui atoa! Chegando perto de casa rolou o primeiro beijo e foi aquela química de perder o ar. Nisso ficamos mais umas vezes, teve até um dia que ele passou lá em casa e me buscou ficamos no caminho para a escola.

Um belo dia saí cedo e ele também, aí rolou um convite de sairmos um pouquinho e eu aceitei. Paramos o carro para conversar e foi rolando aquela química inevitável: acabamos transando!
Eu inconsequente me apaixonei! Nisso fizemos mais três vezes, a última foi ontem e ele disse que só não vale se apegar, que a brincadeira tá boa assim, nem eu podia me apaixonar, muito menos ele! Fiquei assim sem reação, porque eu sabia disso mas tinha esperança dele se apaixonar por mim também…

O que eu faço? Dou um tempo e deixo ele pra lá? Ou invisto forte porque do jeito que ele falou parece que também pode se apaixonar apesar de não querer! A família dele super apoia, a mãe dele sempre diz que adoraria que eu fosse nora dela.

Um beijo fico no aguardo do seu conselho!
A. Caroline R. P.

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Diga não ao sutiã

por em 2/12/2013 às 12:58

no-bra-44“De acordo com um estudo feito na França, está na hora das mulheres queimarem os sutiãs de novo, só que dessa vez podem jogá-los fora.

Isto porque, segundo o estudo conduzido durante 15 anos, usar sutiã não previne e pode ainda aumentar a queda dos seios.

“Os nossos primeiros resultados confirmam a hipótese de que o sutiã é uma necessidade falsa” afirmou o diretor da pesquisa, Jean-Denis Rouillon.

Jean-Denis chegou a esse resultado depois de medir os seios de 330 voluntários, entre as idades de 18 e 35 anos. Surpreendentemente, as mulheres que não usaram sutiãs tiveram uma queda de apenas 7 mm e registraram também peitos mais firmes.

Outra conclusão do estudo afirma que não há nenhuma evidência de que a peça íntima também previne problemas na coluna.

Além disso, os pesquisadores acreditam que os sutiãs atrapalham a formação de tecido mamário e, como consequência, a detetriorização dos músculos.

Daqui

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Katerina Bodrunova - Tango

por em 30/11/2013 às 20:54

A fotógrafa russa faz ensaios submersos belíssimos, mas estas fotos do casal em poses de tango é algo surpreendente.

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Ponto de Vista

por em 29/11/2013 às 14:35

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Não aguento mais ser gorda

por em 21/11/2013 às 13:12

tumblr_luzrtagcJS1qezus0o1_500“Oi linda, espero que responda esse e-mail.

Meu nome é Sheila, tenho 36 anos, sou casada e sem filhos (apesar de querer muito). Há tempos tento (na verdade só penso… rs) perder o excesso de peso que me deixa tão triste, cheguei a fazer um blog com o foco nisso. O nome era “Agora já é passado”, mas abandonei, parei de escrever.

Queria suas dicas pois preciso muito, ando deprimidíssima e o peso tá agora mais que nunca me deixando louca!

Beijos flor”

Querida, passei por isso toda a minha vida, mesmo quando era magra. Antes da puberdade eu sofria por ser “grande”: eu era magérrima, despeitada e nem tinha quadril ou bunda grande, era um fiapo e me achava gorda e ridícula porque as minhas coleguinhas eram mignon. Depois fui gordinha minha adolescência toda até que entrei em forma com uns 18 anos, antes de entrar na faculdade. Na faculdade engordei 40 quilos.

Minha mãe me cobrava emagrecimento, que eu estava largada, que não me cuidava. “Como que tu deixou chegar nesse ponto?” ela chorava. Percebi que não adiantava entrar em desespero por ser gorda ou querer o corpo de outra pessoa. Foi muito sofrido, mas percebi que só conseguiria mudar meu corpo como eu queria se eu aceitasse e amasse esse corpo, ao invés de rejeitá-lo.

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Vítimas do pornô vingativo

por em 19/11/2013 às 8:44

“Na noite de ontem, o Fantástico levou ao ar uma reportagem sobre Júlia Rebeca, uma adolescente do Piauí que cometeu suicídio depois de ter um vídeo de sexo vazado pelo Whatsapp. Ela foi encontrada morta em seu quarto, enrolada no fio da própria chapinha e a polícia ainda investiga as razões do vazamento de suas imagens na internet. A reportagem também mostrou outros casos de vítimas do “caiu na net”, como o de Fran, a goiana que teve sua vida arrasada pelo ex – mais um dos “pornôs de vingança” – e que a gente já mostrou aqui.

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Hoje, outra história parecida aos poucos vira assunto nas redes sociais – o de Thamiris Sato, uma estudante de Letras da USP de 21 anos que se sensibilizou com a reportagem e resolveu contar para todo mundo (com prints e tudo) que está, neste exato momento, sofrendo com o pornô de vingança.

Thamiris (à esquerda, na foto do destaque) contou em seu próprio Facebook (que até a publicação deste post já tem cerca de 1.500 compartilhamentos) que seu ex não só espalhou pela internet fotos onde ela aparece nua, como fez inúmeras ameaças à sua integridade física. Incluindo enviar mensagens deste tipo:

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Assim que começou a receber estas ameaças, Thamiris fez um B.O. na Delegacia da Mulher e a partir daí viu o boom das suas fotos nuas acontecer no Facebook. Seu ex trabalhou duro na divulgação online, criando diversos perfis fakes e hackeando o email de Thamiris para conseguir spamear melhor. Ela chegou a acionar a família do rapaz, que o defendeu e ainda botou a culpa nela.
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Trepation Songs - Incubus (Dig)

por em 16/11/2013 às 10:14

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Os homens de Terry Richardson - Parte 4

por em 13/11/2013 às 13:13

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Jared Leto

Tobey Maguire
Tobey Maguire

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Amar é para os corajosos

por em 11/11/2013 às 15:03

424563_200471713391925_178917785547318_281072_1692435926_nComeço de semana. A chuva escorre lenta e implacável pela janela do décimo segundo andar de um dos milhares de prédios que fazem dessa São Paulo uma verdadeira selva de pedras. As buzinas lá de fora ressoam aqui dentro, enquanto um coração bate que não cabe nesse apartamento. Ouço Dominguinhos se lamentando, num forró triste de tanta saudade – eu só quero um amor que acabe o meu sofrer. Um xodó pra mim, do meu jeito, assim, que alegre o meu viver. E quem não quer, brother?

Do monge ao executivo, do diabo ao dono do céu, do rei do camarote ao mendigo da Praça da Sé. Todo mundo quer pão de queijo com chocolate quente em dia frio, cervejinha com mandioca frita em dia quente e um colo carinhoso pra deitar – independente da temperatura que faça lá fora. Acompanhamento? Sexo com intimidade, parceria nos caminhos da vida e um pouco de pimenta, que é pra servir como veneno antimonotonia. Porque bobo ninguém é – a gente sempre quer do bom e do melhor. Mas será que a gente está disposto a pagar o preço que esse banquete vale?

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Papo com o leitor: Minha namorada de 16 anos quer casar!

por em 9/11/2013 às 11:00

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“Meu nome é Alisson, tenho 18 anos e namoro com uma garota que tem 16, há 1 ano e 4 meses.

De um tempo pra cá, ela vem com essa história de casamento, fica me perguntando porque não nos casamos logo. Eu sempre digo porque não temos condições pra ter uma casa, porque meus pais são separados e meu irmão e eu que sustentamos nossa casa. Tenho um irmão especial e minha mãe não trabalha. Eu não quero morar na minha casa e nem na casa dela, porque a partir do momento que estarei casado, terei que arcar com minhas responsabilidades como homem.

Ela não tem nem o Ensino Médio completo, não trabalha, não sabe o que fará após terminar o colégio e ainda me diz: “quando se ama, não há nada que impeça as pessoas de casarem”. Eu literalmente penso: “Errado!”. Pô, ela quer casar pra morar de aluguel. Eu não quero que isso aconteça jamais. Porque se eu não tiver condições de sustentar minha família, eu não vou começar uma. Quero deixar pra minha mãe alguma ajuda financeira, para que ela se estabilize e não precise mais de nenhuma ajuda.

Meu sonho é constituir família, ter filhos, eu adoro crianças e amo minha namorada mais que tudo! Mas eu gostaria que ela tivesse a compreensão de que no momento não existe essa possibilidade, ela acha que estou só enrolando. Eu acho que ela nem deveria pensar nisso agora, ela tem exemplos das irmãs que casaram cedo, já tem filhos e são adolescentes, donas de casa, que são dependentes dos maridos. Eu não quero isso, quero que ela seja independente, que conquiste suas coisas e tenha sucesso profissional e pessoal.

Se pudesse me indicar o melhor caminho ficaria grato. Vocês fazem um ótimo trabalho com o blog.

Um abraço de um mero leitor,

Obrigado.”

Querido, eu penso que você está correto, além de mostrar o valor que a família tem na sua vida. Vocês estão em um momento em que o estudo e desenvolvimento profissional são o foco, a idade não os impede de casar mas não faz sentido, porque existem outras necessidades que antecedem esse tipo de compromisso.

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Trepation Songs - Danzig (She Rides)

por em 8/11/2013 às 13:40

Enviada pelo leitor Luciano Sturm. E aqui temos as FuckSongs enviadas pelo leitor Jean Carlos Gomes.

Continuem participando, porque estamos adorando as sugestões!
gabe@malvadas.org

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Pinturas em Preto e Branco

por em 5/11/2013 às 13:33

Paolo Troilo é um italiano autodidata que pinta com os dedos, utilizando apenas um pote de tinta branca e um de tinta preta. Seu trabalho consiste em homens desesperados que se dissolvem em respingos e na própria aflição.

Confira seu trabalho abaixo e logo depois, um vídeo mostrando o seu processo criativo, com comentários.

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