Booger Network

Sobre a Rede

Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.

Anuncie

Integer erat orci, congue sed feugiat eu, pharetra in tellus. Nulla vel est et mi fermentum ullamcorper at a justo. Fusce scelerisque nisi vehicula mauris placerat quis accumsan dolor adipiscing. Donec tempus, nibh ut volutpat fermentum, mauris sem imperdiet ante, at dignissim magna tortor in dui. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit.

Contato

Blogueiros

Praesent ac elit metus. Ut sed sem nec lorem fringilla molestie a vel risus. Phasellus a commodo felis. Praesent at libero velit.

Leitores

Donec facilisis, sapien ut elementum faucibus, justo urna dignissim sapien, vel elementum lorem est euismod nisi.

Anunciantes

Fusce vitae nunc mi, quis faucibus orci. Nam id lorem justo. In arcu lectus, commodo eget pharetra sed, rutrum quis sapien.

Arquivo do Autor | claris_simao

claris_simao escreveu 11 artigos neste blog.

Mineira com orgulho, jornalista por profissão, ruiva por opção, blogueira por vocação e tatuada porque sim (por que não?). Ora anti-social, ora sociável demais. Falo muito e rio mais ainda. Adoro fazer comentários e parênteses (e mais ainda comentários entre parênteses). Em geral, tranqüila e amigável, mas não abusem da minha boa vontade, pois aqui o pavio é curto.

O Encontro

por em 6/07/2012 às 10:28

Fui. Imaginava que era roubada, mas fui. Afinal, o que eu tinha a perder além de mais uma noite improdutiva? E se desse certo, se fosse diferente das outras noites? Não havia um bom motivo que me fizesse recusar o convite.

No primeiro momento tudo correu dentro da expectativa. Nada de extraordinário, nem bom, nem ruim. Tudo normal. Sentamos à mesa de um bar, conversamos sobre o que havíamos feito naquele dia, preferências musicais, filmográficas e artísticas em geral – muitas das quais em comum –, nossos pais, infância, objetivos na vida e sobre o fim de semana que nos conhecemos.

Naquele dia em que nenhum de nós estávamos dados às interações sociais, encontramos no fumódromo o esconderijo perfeito para abster de socialidades. Ironicamente, foram nessas condições que um puxou papo com outro. Eu de coração partido, ele de saco cheio.

Continue lendo →

Quando o cabelo da mulher fica bonito?

por em 1/09/2011 às 10:17

Lei de Murphy Aplicada:

Realmente desagradável

(Clique aqui para ver o original)

Paixão de Sinal Fechado

por em 7/04/2011 às 16:00

Segunda-feira, 08h21.

Você está atrasada para o trabalho, pra variar. Por que você não levantou na hora que o despertador tocou? Por que foi apertar a função “soneca”? Ao invés de 10 minutos a mais, você está 21 minutos atrasada e o trânsito está pouco se lixando para isso.

Que maravilha! O sinal fechou.

Em meios os carros e motos, ao calor dos infernos (porque seu carro não tem ar condicionado nem direção hidráulica), você aguarda pacientemente o sinal abrir. Vez por outra profere alguns palavrões, afinal, ninguém é de ferro.

Eis que você olha para o lado, assim como quem admira uma paisagem, e vê ELE. A criatura perfeita! Do jeito que o pai dos seus filhos seria, se você os tivesse.

Blusa branca, nem justa, nem larga, na medida certa. Tatuagem no braço esquerdo, que você só consegue ver um pedaço por causa da manga da blusa branca. Costeletas que você jura que não ficaria bem em nenhum outro cara a não ser nele. Óculos escuros, para dar um ar de mistério, e cabelos cacheados meio desarrumados, meio que feitos para te conquistar. Os dedos batucando no volante do carro.

E ai você escuta o som que vem de dentro do Gol preto.

“Hey! Been trying to meet you…”

Meu deus, ele também curte Pixies!

Aposto que deve se chamar Bernardo. Ou Rafael. Ou qualquer nome que fique entre o comum e o incomum. Por que está entre o comum e o incomum.

Aí você começa a pensar no que fariam nas tardes de domingo, nos almoços em família, nas viagens que fariam nos feriados, e até como será a casa dele, aliás, será que ele mora sozinho? Ei, estou tentando te conhecer!

Então ele vira o rosto e seus olhares se cruzam. O seu, completamente embasbacado pela imagem do seu lado, e o dele, com certa curiosidade. Ele esboça um leve sorriso. Você, desajeitada do jeito que é, tenta retribuir, mas esqueceu como se faz. O máximo que consegue fazer é levantar a sobrancelha e tem certeza que isto pareceu arrogante para ele. Ele acena com a cabeça e ri. Agora você lembrou como é que se faz.

Qual o próximo passo? Elogio a música? Elogio a tatuagem? Pergunto o nome? Passo meu telefone? Anoto a placa? E agora? E agora?

O sinal abriu.

Vocês arrancam o carro.

Você vira à direita.

Ele segue reto.

E você tem certeza que nunca voltará a vê-lo, mas por via das dúvidas, amanhã você sairá atrasada novamente, só para ver se o destino ajuda para que você possa encontrar com ele novamente.

Follow Me: @claris_simao

O Preço da Traição

por em 31/03/2011 às 8:00


Mario, seu suíno traidor!

Desculpa Yoshi! =/

Follow me: @claris_simao ;)

A Verdade Nua e Crua

por em 11/02/2011 às 10:00

Deprimente, não?

Achei no @Zodiculo


Follow me @claris_simao ;)

Hobbie: Investigar

por em 2/02/2011 às 10:00

A internet virou uma potente ferramenta de investigação feminina e as redes sociais dão todas as informações que precisamos saber na hora de investir ou não num cara. Basta uma rápida olhada e já é possível esboçar um traço da personalidade do tal.

A personalidade de uma pessoa está exposta em suas redes sociais como vitrines em liquidação no shopping, e nós mulheres não tardamos a descobrir e usar (nenhuma das duas coisas) ao nosso favor. Afinal, não basta o cara ser gente boa, saber se a coisa vai pra frente poupa tempo e sentimento (isso sem mencionar o sofrimento desnecessário).

Creio que toda mulher já fuçou as redes sociais do pretendente para tentar descobrir qualquer coisa que o valha. Se o bofe já namorou – se sim, quem é a ex e por que terminaram, se não, qual é o problema dele -, que estilo de música curte, quais livros lê, se é que lê, o que gosta de fazer, se o seu signo combina com o dele e quem são os melhores amigos. Vai que tem um para aquela sua amiga encalhada, né verdade?

Eu mesma já cansei de fuçar o perfil INTEIRO do cara no Orkut/Facebook/Twitter. E não importava se ele tinha 1 ZILHÃO de comunidades ou se ele curtiu não-sei-quantos-mil links no FB, olhava um por um. Odeio perder tempo com algo que não vai dar certo, então se existe uma mísera possibilidade de dar errado, é bom estar preparada. Não desisto do bofe só porque ele gosta de Linkin Park* ou se ele é fã do filme Crepúsculo*, mas já sei que a chance irmos juntos ao cinema ou a um show cai para 0,0087%.

(*Insira aqui a banda/filme que você acha ruim pra cacete não gosta)

Há pessoas que vão mais além. Não satisfeitas com as informações contidas nas redes sociais, jogam o nome do rapaz no Google e entram em tudo que for relevante para elas, até lista de aprovados no vestibular/pós-graduação/mestrado/doutorado. Não vejo nada demais em fuçar as páginas de relacionamentos, chamo isso de prática de sobrevivência. Nunca sabemos quem é de fato a pessoa do nosso lado, mas daí a virar uma psycho-killer e pesquisar histórico familiar, atestado de sanidade mental, tipo sanguíneo, e bons antecedentes já é demais. Ou não? Ou o problema sou eu que não estou levando a sério o quanto essa situação pode ser perigosa, porque afinal, se o cara realmente ligou no dia seguinte, normal ele não deve ser!

O que eu mais pesquiso na página pessoal do meu alvo é o senso de humor e a inteligência, além, é claro, as afinidades com moi. Pra mim o cara não precisa ser bonito, mas precisa ser inteligente e divertido. Algumas coisas me broxam num homem, burrice e mau humor são uma delas.

Esses dias conheci um cara numa livraria. Conversamos sobre livros, autores, cinema, baladas, música e tudo mais. No fim das contas, nos apresentamos e nos despedimos, sem nada a mais, sem trocar telefones e sem marcar encontros futuros, somente um breve “muito prazer e até logo”. Assim que cheguei em casa, corri para o Facebook e procurei o rapaz na página da livraria, e RÁ! Achei! Não adicionei porque fiquei com vergonha (patético, né?), mas me certifiquei que a chance de nos reencontrarmos era grande e que ele não tinha namorada. Agora espero o próximo encontro “acidental” nas ruas de BH. =D

Follow Me: @claris_simao ;)

As Vacas Falsas-Gordas

por em 9/12/2010 às 8:00

Sempre falaram que existia a época das vacas gordas e a época das vacas magras. Que em um momento estamos em fartura e em outra na mais pura e miserável seca. E tal teoria pode ser aplicada em quase todas as situações da vida, inclusive em relação à vida amorosa.

Pois é, eu também sempre acreditei nisso e por isso tratei de aproveitar ao máximo o tempo das vacas gordas, pois sabe-se lá o dia de amanhã, né verdade?

Até algumas semanas atrás, eu tinha a absoluta certeza de que estava em tempos de vacas gordas e confesso que adorava a situação. Quem não gosta de estar rodeada de pessoas que te admiram e, claro, te desejam? Meu ego agradece!

Pois bem, cada semana tinha um cara diferente me ligando, chamando para sair e dando toda a atenção que eu mereço, por que afinal de contas, eu mereço mesmo! E como todo ser humano, dei-me ao luxo também de dispensar alguns deles.

Com o passar dos dias, fui descobrindo que na verdade as vacas não eram gordas e sim falsas-gordas. Explico: todos os caras que se aproximaram de mim tinham algum problema, se não era mental, com certeza era complicado. Ou era bipolar e cada dia demonstrava um interesse diferente, ou era quase comprometido e só queria variar um pouco, ou era psicopata e achava que era meu dono, ou se drogava muito, ou era chato. Ou seja, no início, todos pareciam perfeitos candidatos a namorado, mas com o tempo foram mostrando que era tudo propaganda enganosa e perda de tempo.

Esses dias um antigo casinho reapareceu no MSN me chamando para sair, com a desculpa de relembrar os velhos tempos. Primeiro esquivei, depois passei a cogitar a hipótese. Sentindo que eu estava pensando seriamente no assunto, ele começa a falar que estava com saudades de mim, que deveríamos voltar a ficar e, bem direto, me convidou para ir para um motel com ele naquele dia. Até ai nada de muito anormal, convenhamos. O que aconteceu em seguida foi o seguinte: ele disse que deveria ser algo sem compromisso e totalmente casual, já que ele estava casado e tinha acabado de ter uma filha.

PQP, sou cagada de urubu!

Moral da história: espantei o infeliz e ao invés de ir pro motel com ele, fiquei em casa e me entupi de chocolate.

Agora estou de dieta. Dieta da Vaca Louca.

Follow Me: @claris_simao

As Gordinhas e A Moda

por em 30/11/2010 às 0:10

É muito difícil ser estilosa quando não se é apenas pele e osso. Afinal, qualquer roupa fica bem em você, desde que você seja modelo, ora bolas.

Odeio muito quando gosto de uma roupa no cabide/vitrine e não fica bem em mim. E mais ainda quando não tem minha numeração. Deve ser um complô, só pode.

Qual é Indústria da Moda! Se eu sou gordinha e quero continuar assim, deveriam ao menos me dar mais opções! E boicotar numeração não é de Deus, viu? É o 8º pecado capital!

Não digo que devemos nos rebelar,  ligar o foda-se  mandar às favas e viramos todos obesos. Há o problema de saúde também, claro. O que eu penso é que se é para iniciar um dieta, que seja pensando na sua saúde. E não em como tem que perder 50 kg para se sentir bonita, atraente e confiante. Aliás, se você não se sente bem com você mesma, é melhor nem ir as compras!

É claro que há roupas feitas para gente magra e outras feitas para pessoas normais. O primeiro passo para se vestir bem é aceitar o seu tamanho. Até porque, convenhamos, existe coisa mais RIDÍCULA que gorda que acha que é magra? Nada de querer entrar num 38 se você veste 44. Sem chance, fofa.

Assumir a numeração pode até ser difícil no início. O Ego briga com o corpo, com o espelho, promete fazer mil e uma dietas assim de sair da loja com aquele jeans 38, mas depois torna as coisas muita mais simples.

- Amei essa calça! Mas não tem 44, que pena. Próxima!
- Que lindo esse vestido balonê, mas eu vou ficar enorme com ele, não rola.
- Essa blusa é linda, mas marca tanto a barriga…
- Essa lingerie vai ficar linda em mim. Tamanho? GG, por favor!

Saber o que fica bem no seu corpo e aceitar a silhueta é, na minha opinião, sinal de amadurecimento. Você não está mais preocupada se você se encaixa nos padrões de beleza, nem se algum cara vai deixar de gostar de você por ser mais cheinha. Você se importa apenas com o seu bem estar e sua saúde mental e que se dane o resto. E apesar de tudo isso, você se é capaz de usar uma roupa espetacular que te deixe sexy, elegante e muito bonita. Conforto, bom gosto e auto-estima é a tendência do verão!

Além disso, é fato que hoje é muito fácil encontrar alternativas para montar um look moderno, bonito e ideal para o seu corpo, seja ele pele e osso ou estilo Michelin. Grazadeus, né?

Follow Me: @claris_simao ;)

O Homem de uma Roupa Só

por em 20/11/2010 às 8:21

Há algum tempo conheci um cara numa festa. Bonito, simpático, inteligente (ou ao menos parecia), educado… Enfim! Tudo que se podia se esperar de um homem e o melhor: ele estava chegando em mim! Fuckin’yeah!

Não demorou muito e acabamos ficando, claro. Ok, até ai nada demais, né verdade? Pois bem. Trocamos telefones (apesar da minha insistência em não anotar caso não estivesse interessado mesmo em ligar, pois já estava cansada de número inútil na agenda) e ficamos de encontrar nas semanas seguintes.

Dito e feito, nos encontramos casualmente uma semana depois, duas semanas depois, alguns meses depois… E não é que o Belo usava sempre a MESMA roupa!? Todas as vezes que o encontrei, eram exatamente as mesmas peças. Gente, quando eu digo mesma roupa, é a mesma MESMO! Mesma blusa, mesma calça, mesmo sapato. Espero que não a mesma cueca, ao menos isso. O pior é que o cara não é fedido, então ele lava a tal roupa. Intrigada para descobrir mistério, me fez viajar várias vezes sobre o fato de sempre que o encontro, o moço estar com o uniforme.

Algumas hipóteses minhas amigas me ajudaram a formular, mas nenhuma faz tanto sentido.

Já imaginamos que ele não seja apegado aos valores materiais da indústria da moda, então veste apenas uma roupa e não precisa se preocupar com o que vestir diariamente. Apesar de que se ele se preocupasse de fato com isso, acho que ele não ficaria comigo, né?

Ele pode também ter ganhado de presente um rolo de tecido e mandou fazer várias blusas iguais com ele. Tá, quem daria um rolo de tecido de presente pra alguem, mas who cares? O cara usa sempre a mesma roupa!

Por último, pensamos que pode ser o uniforme do lugar onde ele trabalha. Ele pode ser vendedor de uma loja e ir direto para as festas, apesar dele sempre estar com uma mochila nas costas, o que possibilitaria levar outra roupa ou variar de vez em quando. Mas, essa é de fato a mais sensata das explicações.

A única explicação plausível e incontestável para qualquer coisa é que eu atraio gente estranha. Sem sombra de dúvida.

O Meu Problema é

por em 19/11/2010 às 14:00

Imagem tirada do blog Não Salvo

Do dicionário:
[Dev. de encostar.]
S. m.
1. Lugar ou objeto a que alguém ou alguma coisa se encosta; costas: 2
2. Fig. Amparo, proteção, arrimo, sustentáculo, apoio, acosto.
3. Espir. Entre os espíritas, espírito que está ao lado de um ser vive para protegê-lo ou prejudicá-lo.
4. Pop. Amante.

Do Google:
Encosto é um fenômeno maligno provocado a alguém por uma entidade exterior, nomeadamente um espírito malicioso ou demônio, que é invocado por alguém que pratica magia negra quando tem interesse em deixar sob sua total dependência mental, espiritual e física a uma pessoa.

Da vida:
Aquela amiga pegajosa, aquele cara insistente, um chefe mala, um professor FDP severo, uma tia-avó chata. Não importa a raça, a classe social, a faixa etária, muito menos a estética de cada pessoa. O encosto é democrático e não exclui ninguém.

Eu tenho um imã que atrai duas coisas: gente estranha e encosto. Este último parece estar mais sensível ao meu magnetismo ultimamente, só pode.

Semana passada por exemplo, o segurança de um lugar que eu freqüento cismou comigo e pediu meu telefone para uma amiga, e a cretina boba deu (!).

O cara começou a me ligar e mandar SMS descontroladamente. Todo dia eram umas 5 mensagens e umas 10 ligações. Por fim, consegui me livrar dele e já planejo uma vingança para minha amiga (aceito sugestões!).

Outra vez na faculdade, tinha uma colega que achava que era minha amiga e todo dia vinha me contar um caso que eu não tinha o menor interesse. Além disso, a criatura era mega carente e não podia me ver na faculdade que já grudava em mim. Grudava mesmo, vinha me abraçar e ficava o tempo todo colada comigo. Hoje em dia tudo foi resolvido: ela pediu transferência.

Teve outra também que sempre achava que ela estava incluída nos meus planos de finais de semana. Tipo:

Fulana: E ai, vai fazer o que hoje?
Eu: Então, eu vou para uma festa nos Cafundós do Judas…
Fulana: Então, tá. Que horas encontramos? Vamos para algum lugar antes ou direto para a festa?

Ou então:

Fulana: E ai, vai fazer o que hoje?
Eu: Tô na casa da Beltrana, acho que vou ficar por aqui mesmo…
Fulana: Ai que bom! Tava precisando de um programa tranqüilo!

Sem contar os editores malas que eu tenho o dom de cair a cada reportagem que pego para fazer. Ou o tio que sempre quando me encontra, começa a criticar minha roupa, meu cabelo, o que faço ou que quero fazer. O esporte favorito do meu tio é me encher o saco, CER-TE-ZA!

O mais recente dos encostos é um professor. Estou finalizando o curso de jornalismo, isto significa que estou naquela fase chata de TCC. Obviamente, tudo que envolve o trabalho parece ser um encosto. É bibliografia que não é suficiente, ou membro do grupo que não faz nada, ou membro do grupo que quer fazer tudo e depois reclama, ou outros grupos que “boicotam” fontes de pesquisa… Enfim! Estes citados até que consigo contornar e superá-los, mas não há meios de me livrar do orientador. O sujeito não orienta, não devolve o trabalho corrigido, some por semanas e no fim das contas dá nota baixa no trabalho em que outros professores avaliaram com nota alta. Quer dizer…

Alguém ai tem ideia de como se livrar de encosto?

Follow me: @claris_simao ;)


PS: É com muito prazer que estreio hoje no Malvadas. Para quem não me conhece, meu nome é Clarisse, sou mineira e quase jornalista. Eu costumava publicar textos toda semana no Corporativismo Feminino, que agora está fechado temporariamente, mas em processo de renegociação. Não sei dizer ao certo qual será a periodicidade em que postarei, mas farei o possível para ser frequente. Espero que tenham gostado e caso queiram ler alguns dos textos que escrevi para o CF, clique AQUI.

Dedos cruzados para a parceria dar certo!

Beijos e até mais!

Claris

As bolsinhas da Vovó

por em 18/11/2010 às 23:14

Calma, não vou falar daquelas bolsas horrorosas que parecem terem sido feitas com estofado de sofá.

Falo das bolsas da minha avó mesmo. Minha vó tem um sério problema com bolsas, só pode. Imaginem vocês que como todo mulher, ela tem um coleção enorme de bolsas, e que dentro destas bolsas há um infinidades de outras bolsinhas, cada qual com sua exata função. Também tenho paixão por bolsas (e sapatos), mas meu arsenal é mais simples: uma bolsa só e milhares de coisas organizadamente jogadas dentro dela. É obvio também, que sempre ao mudar de bolsa, esqueço algo dentro da outra. Chave de casa é a mais esquecida.

Com a minha avó funciona mais ou menos assim: Há a bolsa para moedas, outra para dinheiro, outra para o dinheiro reserva, outra para o dinheiro escondido, outra para cartões, outra para chave (que fica dentro de um chaveiro de bolsinha!), outra para os óculos de perto, outra para os óculos de longe, outra para os óculos bifocais, e, Ufa!, finalmente uma bolsa enorme englobando todas.

E como toda respeitosa senhora de 82 anos, ela se perde no meio dessa bolsarada toda. É um auê quando ela precisa pagar uma conta e não encontra a bolsa certa. Resultado: confunde a bolsa do dinheiro com a bolsa do dinheiro reserva ou do dinheiro escondido, o que mais tarde gera a, já conhecida por nós, situação “Onde está aquele meu dinheiro?”

Ou quando ao entrar em casa, procura a bolsinha maledetta de chave sempre repetindo “Cadê, meu Deus do céu!? Estava bem aqui!”.

Já perdi as contas de quantas vezes não saímos à procura da bolsa perdida e no final, estava tudo lá, na grandona.

E vocês? São como a minha vó e já se perderam no meio de tanta bolsa? Ou vocês são como eu que sempre esquecem algo em outra bolsa? Ou não são nem 8 nem 80, mas lembraram de alguém ou de uma situação parecida?

Follow Me: @claris_simao