Booger Network

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Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.

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Arquivo | janeiro de 2012

Voltar para o ex ou ser namorada troféu?

por em 31/01/2012 às 15:03

Meu nome é J. e estou com um problema terrível. Pra começar, namorei com o N. durante quase 3 anos. No início não contamos para ninguém do nosso relacionamento porque sabíamos que não aceitariam. Até porque nos conhecemos pela internet, uma semana depois nos encontramos e 7 dias depois ele me pediu em namoro. Eu aceitei, é claro, estávamos apaixonadíssimos. Meus pais não aceitavam que eu levasse meus namorados pra casa. Eles eram muito rígidos quanto a isso.

Ele se mostrou o melhor namorado do mundo. Mesmo morando em outra cidade, decidiu que estaria sempre presente. Era super atencioso e me enviava no mínimo umas 10 mensagens no celular por dia e em todo momento demonstrava que me amava. Meu pai faleceu alguns meses depois do início do nosso namoro e ele me deu a maior força. Mudei meu modo de ver as coisas e amadureci muito.

Minha mãe acabou aceitando o meu namorado ir lá em casa. Ela percebeu que o amor entre nós era verdadeiro. Com isso, o N. resolveu se mudar para a minha cidade e comprou uma casa perto da minha. Por comodidade mesmo. Assim, poderíamos ficar mais tempo juntos.

Assim foi durante o primeiro ano de namoro. Não tinha do que reclamar, a minha vida estava perfeita. Eu nunca fui ciumenta, só que comecei a perceber que ele mantinha contato com outras garotas e isso me incomodou. Eu achei que ele estava me traindo e isso foi gerando uma paranóia da minha parte. Passamos a viver num jogo de ‘vingança’. Eu também comecei a dar abertura para outros caras.

Nosso namoro foi morrendo aos poucos. Começamos a brigar cada vez mais e mais. Começamos a trabalhar e, consequentemente, nos afastamos (e estressamos). Eu relevava tudo até o dia que ele ameaçou me bater. Por mais que eu o amasse não podia aceitar que fizesse isso. Ele pediu desculpas e eu fui empurrando o relacionamento com a barriga.

Chegou um certo momento em que ele dormia todas as noites na minha casa. Com isso, nossas brigas passaram de esporádicas para diárias. Ele não dava atenção para mim e eu passei a fazer o mesmo. As vezes, passava uma semana inteira e nem nos beijávamos. Simplesmente não tínhamos afeto. Numa dessas brigas, ele tentou me agredir novamente e terminamos.

Prometi que não voltaria e assim o fiz.

Nesse meio tempo eu conheci outra pessoa. Por mais que eu amasse o N., o C. era muito carinhoso comigo. Resolvi me dar uma chance de ser feliz.

Vocês sabem que depois que a gente termina um relacionamento é que descobrimos quem estava do nosso lado, né? Pois bem, descobri barbaridades sobre o N.

Enquanto estávamos juntos ele transou com uma outra guria. Fui tirar satisfação com ele porque não achei justo. Ele falou que poderíamos voltar e eu falei que só faria isso se transasse com outro cara. Queria quitar essa ‘dívida’.

Aí ele surtou. Pegou minha prima enquanto eu estava viajando. Eu enlouqueci. Foi aí que ele confessou que já tinha me traído muitas vezes. Entre elas, levou uma mulher casada do trabalho pro motel. As outras foram com as minhas primas dentro da minha própria casa.

Questionei o motivo de tantas traições e ele disse que eu não dava carinho suficiente. Por um lado, me sinto culpada. Por mais que eu não tenha efetivamente ficado com outra pessoa, tinha meus namoricos da internet também.

Resumindo, não voltei com ele. Aliás, queria vê-lo pelo avesso e continuei o namoro com o C.
Nas últimas semanas o N. me procurou e queria que nos tornássemos amigos. Papo vai e papo vem, ele começou a chorar e implorar o meu perdão. Fiquei com um aperto no peito e fui encontrá-lo. Por mais que eu tivesse essa mistura de amor e ódio, não resisti a ele. O beijo dele, e a maneira como ele me pega de jeito, é a melhor coisa do mundo.

Vi que ele realmente se arrependeu do que fez. A minha vontade é voltar com ele, mas minha família quer matar ele. Se eu voltar com ele, me expulsam de casa. Fizemos um trato: Durante cinco anos nenhum de nós iremos nos casar. Vamos juntar dinheiro para fugir e morar juntos em outra cidade.

Até isso acontecer, namorarei com o C. Ele é um cara espetacular. Bem de vida, carinhoso e sonho de qualquer mulher. O problema é que não consigo amá-lo. Sou pobre e a minha família acredita que ele é a minha melhor opção. Eu fico frustrada. Eles querem que eu vá embora com ele e procure uma condição de vida melhor. Moro em cidade pequena e a opção de emprego aqui é restrita. Vou para outra cidade com o C., mas com o ex no coração.

O problema é que eu sei que na realidade o C. só dá bola pra mim devido a minha aparência física. Ele não quer saber o que eu penso e quero. Ele nunca falou um EU TE AMO de verdade. Só responde quando eu digo. Aí, ele fala: “eu também“. Mesmo assim quer que eu vá morar com ele.

Já o N. me liga todos os dias, me chama de amor, chora por mim e diz que me ama. Eu e o N. temos uma ligação enorme e é uma coisa muito diferente das que já vi. Nós prometemos cumprir esse tal pacto que fizemos. Ou é isso ou a morte.

Por favor, me diz o que devo fazer! Eu tenho medo de dar essa chance pro N. e depois ele fazer a mesma coisa de antes. Me ajuda?

Obrigada desde já.

J.

Minha malvadinha, estou aqui respirando fundo para responder seu e-mail sem deixá-la chateada. Vamos lá…

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A visão de um bêbado sobre as coisas

por em 31/01/2012 às 12:02

Se você bebe e não passou por uma situação dessa = poser.

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Marcha das Vadias

por em 31/01/2012 às 11:16

Você já deve ter ouvido falar sobre a Marcha das Vadias. É uma ver­são bra­si­leira da SlutWalk que aconteceu no Canadá, pas­sou pela Argentina, Estados Unidos, Inglaterra, Holanda e Nova Zelândia. Aqui no Brasil levou algumas mulheres à Avenida Paulista para pro­tes­tar con­tra o machismo e a culpa atri­buída às mulhe­res em casos de estu­pro.

Agora um grupo das manifestantes querem ir às ruas, durante o Carnaval, protestar contra esta violência visto que, nesta época, as queixas de abuso crescem absurdamente.

Nós, do Malvadas, apoiamos qualquer causa que tente inibir o abuso sexual e violência. Todos temos direito de ser livres sem prejudicar as outras pessoas. Por isso, vale a pena saber mais sobre esta manifestação.

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Quando o cliente é reconhecido

por em 31/01/2012 às 9:55

Oferecimento: 3 corações – O sabor que apaixona!

Mulheres que manipulam

por em 30/01/2012 às 13:12

Meu amigo MrMeioPorCento fez um vlog daora. Falando sobre a manipulação feminina. Vale conferir:

Será que nossas técnicas são tão previsíveis assim?

Gostou do vídeo? Cadastre-se aqui!

Dieta do Sexo (ótima para começar na sexta-feira)

por em 27/01/2012 às 14:27

Vamos querimar calorias?

Wow… 69 em pé!

Por que usamos o anel de casamento no quarto dedo?

por em 26/01/2012 às 12:43

Uma lenda chinesa conseguiu explicar de uma maneira bonita e muito convincente o motivo de usarmos o anel de casamento no dedo anelar.

Pense assim:

Os polegares representam os pais. Os indicadores representam teus irmãos e amigos. O dedo médio representa a você mesmo. O dedo anelar (quarto dedo) representa o seu cônjuge. O dedo mindinho representa seus filhos. Agora junte suas mãos palma com palma, depois, une os dedos médios de forma que fiquem apontando a você mesmo, como na imagem ao lado.

Agora tenta separar de forma paralela seus polegares (representam seus pais) você vai notar que eles se separam porque seus pais não estão destinados a viver com você até o dia da sua morte, una os dedos novamente.

Agora tenta separar igualmente os dedos indicadores (representam seus irmãos e amigos), você vai notar que também se separam porque eles se vão e tem destinos diferentes como se casar e ter filhos.

Tente agora separar da mesma forma os dedos mindinhos (representam seus filhos) estes também se abrem porque seus filhos crescem e quando já não precisam mais de nós se vão.

Finalmente, tente separar seus dedos anelares (o quarto dedo que representa seu cônjuge) e você vai se surpreender ao ver que simplesmente não consegue separá-los. Isto se deve ao fato de que um casal está destinado a estar unido até o último dia da sua vida, e é por isso que o anel se usa neste dedo.

Lindo né?

Relacionamento: válido até...

por em 26/01/2012 às 10:30

* Por Mare

Pois é… Chega um momento na vida que percebemos que aquela paixão arrebatadora (que nos faz mudar de vida, tira a fome e faz querer abraçar o mundo) simplesmente acabou. E é neste momento que começam os problemas.

O que muitos não sabem é que o amor aparece depois da paixão.

Ele é sereno, sucinto e rotineiro.

E é aí que muita gente se engana acreditando que foi o amor, e não a paixão, que acabou. Simplesmente partem para outra. Se apaixonam por terceiros mesmo amando o atual. É um ciclo vicioso numa rede de mentiras. Vivem disso.

Conheço várias pessoas que afirmam: Relacionamentos têm prazo de validade. Alegam que existe a crise das duas semanas, três meses, dois anos e meio e três anos.

Eu concordo e, no meu caso, o prazo é de 1 ano. Depois desse tempo se ainda estou com o coitado é porque virou amor. E não tem jeito, começo a surtar. Porque o amor, às vezes, cansa. Ele faz você ter vontade de correr em direção contrária a do seu parceiro e, no momento seguinte, voltar para os seus braços.

E aí você se pega pensando coisas corriqueiras como, por exemplo, “no começo ele fazia a barba diariamente” ou “tínhamos mais ligação na cama”. Demora para percebermos que, na verdade, as coisas não mudaram em nada. Apenas vocês conhecem a rotina.

O erro é que, muitas vezes, toda essa serenidade acaba com o próprio amor e faz com que o prazo de validade acabe ainda mais rápido. E não há nada que psicólogos, amigos e amantes possam te ajudar. A maneira mais simples de resolver esse problema é colocar tudo em prática novamente. Começar do zero e esquecer que vocês já sabem o que o outro gosta. Aposte e vá atrás de fantasias, e possibilidades, que existiam no começo. Reconquiste. Procure no outro algo que ainda não se permitiram fazer.

Reconhecer. Reaprender. Reconquistar.

É possível. Faça a validade do seu relacionamento ser indeterminada.

Só depende de você!

Bjos,

MarE
mari@malvadas.org

O que uma mulher mais velha (com filho) quer de um relacionamento?

por em 26/01/2012 às 10:28

Me chamo Diego, tenho 27 anos, sou bem sucedido na vida profissional e, como a maioria, já levei alguns tapas da vida.

Depois do último passei a agir diferente e não me apaixonei mais. Chueguei ao ponto de começar a gostar das garotas e, em seguida, apagar os números de telefone e deletar as mensagens para não ter mais contato e “barrar” este sentimento.

Confesso que isto é muito eficaz!

É um filtro que só deixa passar as pessoas que estão realmente a fim de você. Foi assim que conheci minha ex. Ela insistiu em continuarmos saindo e eu resolvi nos dar uma chance. O namoro durou 11 meses e terminou há 1 mês. Neste tempo não me deixei apaixonar. Era um relacionamento de total sensatez onde eu só fazia as coisas com riscos analisados.

E sim, foi muito bom enquanto durou.

Não sofri nem um pouco e fui capaz de minimizar ao máximo o sofrimento dela quando terminamos.

Há uma semana, fui a uma boate com um amigo que também é recém solteiro. Ele chamou uma amiga que levou outras duas amigas. Ficamos conversando até que ele disse que a loira (por sinal eu havia a achado linda) estava afim de mim. Fui lá conversar mais com ela e ver o que dava… Nem preciso dizer que não deu né? Ela me cortou e  fui ao banheiro pensar sobre o fora.

Quando voltei, vi que ela estava conversando com meu amigo, então demorei um pouco mais para retornar. Ele me disse que ela tinha feito “charminho”. (Meninas, uma dica: Não façam isso! Adolescentes podem gostar e até estarem acostumados com isto, mas homens não. Nossa paciência é bem menor para tal ato e vocês podem perder alguém legal com isso.) Por insistência deste meu amigo e da amiga dela voltei, conversei e ficamos.

A garota, que aparentava 23 anos, tinha 35 e me contou que tem um filho de 3 anos. Para muitos esse é o pacote perfeito para pular fora, mas estranhamente não pra mim. Ao contrário, mandei mensagem no dia seguinte e marcamos de sair na segunda.

Durante a semana conversamos todos os dias. Saímos na sexta, sábado e domingo. O fato é que, após alguns anos de total controle dos meus sentimentos e de racionalidade, estou gostando de alguém e o “problema” é que se trata de alguém diferente. Ela é exatamente fora do meu conhecimento e não posso ter o controle da situação.

Estou no momento chave onde preciso definir se apago o telefone dela da minha agenda junto com as mensagens ou se me deixo levar e corro o enorme risco de levar mais um “tapa bem dado”. (Sim, baseado no que já passei, para mim o risco não vale o benefício de um amor a menos que o risco seja controlado).

Eu gostei desta pessoa e estou gostando dela a cada dia que passa, porém ela é diferente das outras. Ela não manda mensagens, nem liga, mas responde prontamente quando eu mando, quando eu ligo ficamos muito tempo conversando e é carinhosa quando estamos juntos.

Não sei como lidar com uma mulher mais velha que já tem um filho. Sei que não sou nem de longe a pessoa mais importante para ela e isto também nunca serei, pois este lugar é do filho (natural que seja assim).

Gostaria muito da sua opinião sobre alguns pontos, se for possível claro!

– O que uma mulher de 35 anos e com um filho de 3, quer da vida?
Quer um homem para assumir o papel de marido, onde ele paga as contas e dá uma boa condição a ela e ao filho;
Quer um amor e que goste do filho;
Quer apenas curtição, pois já teve suas experiências e já tem um filho.

- Como tratar uma mulher destas?
Com carinho mostrando que está por perto através de mensagens e telefonemas;
Com relação pura de homem e mulher, apenas aparecendo quando for para sair, dando assim um “tempo extra”.

Anônimo
———–
Querido, de repente ela tenha atraído TANTO assim justamente por não colocar você como prioridade. Você agora encontrou uma mulher que tem responsabilidades e que, aparentemente, não facilita para qualquer cara se aproximar. Infelizmente não tenho o poder de saber o que uma mulher com 35 anos e com filho quer da vida, até porque você está perguntando de uma pessoa que eu não conheço. Suponho que ela queira um cara que seja legal com ela, compreensivo e que não tenha problema com o filho, porque proximidade é o que vai levar você a gostar do menino e ele de você.

Acredito que se você se afastar dela vai ser bem idiota da sua parte. Se você gostou dela pra que se afastar? Toda essa função de controlar sentimentos é meio sem fundamento… Porque você está limitando o seu sentimento, não controlado. O ponto chave da relação é a entrega, se você não se entregar não adianta se relacionar por companhia, sexo ou qualquer outra coisa. Pode ser bom, mas a busca do controle não é o que faz as pessoas se apaixonarem e amarem. Quando você entra em um relacionamento o controle é colocado de lado para dar lugar à cumplicidade.

Além disso você deve retornar às origens e tratar ela como ela merece. Entenda que ela, a princípio, não vai aturar merda de garotinho inexperiente, porque ela cria um. Então você deve tratar ela como quer ser tratado, porque pelo que entendi ela corresponde sempre a o que você oferece a ela.

Um beijo meu,
Gabe
gabe@malvadas.org

Propagandas de absorvente: Mito ou verdade?

por em 26/01/2012 às 9:42

Podemos garantir que é…



Mito total
. Isso não é possível!

O chinelo que toda mulher deveria ter

por em 25/01/2012 às 13:24

Problemas com as baratas? Você também gasta um vidro de veneno para matar apenas uma baratinha?

Cabos nos tamanhos: 5 km, 10 km e 20km.

Como o SOPA afetará a sua vida

por em 20/01/2012 às 14:36

Você poderá contar a seus netos como a internet era legal antes deste acontecimento!

A dança e a bebida

por em 20/01/2012 às 14:18

Se beber…


não dance!