Booger Network

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Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.

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Arquivo | novembro de 2011

Senso Materno

por em 30/11/2011 às 14:34

AVISO: Esse texto foi escrito exclusivamente com o intuito de difamar as mulheres. Se for o seu caso, esteja ciente de que você foi avisada antes de prosseguir com a leitura. (não que isso fosse adiantar).

Levei exatamente 44 anos para perceber que todas as mulheres são iguais. Senso materno, todas elas tem. Quer dizer, eu não conheço nenhuma que nunca desejou ser mãe. E, nesse desejo feminino, quem se da mal somos nós, homens. O desejo é muito simples: a ação mais nobre, para ser sincero, se torna a atitude mais repressiva possível. Atitude, essa, que permite que as mulheres falem “não”. Com que desculpa? Sempre a mesma: proteger os filhos.

Quanto a isso, tenho duas teorias formuladas no meu devaneio matinal (são três e vinte e dois, e estou com fome). A primeira a ser comentada diz que assim que uma mulher nasce, ela recebe uma cota de “sim’s” para ser utilizada durante sete ou oito décadas de opressão. Exemplo:

– Mãe, me compra um Kinder Ovo?
– Sim filho, mamãe faz tudo por você.

Depois que essa cota acaba, prepare-se para ouvir não atrás de não.

– Mãe, vou fazer uma tatuagem.
– Não! Porra, vai estudar.

Juro, até hoje não sei o que o cu tem a ver com as calças. Tipo, se eu fizer uma tatuagem, eu obrigatoriamente me tornarei um marginal e vou parar de estudar?

De qualquer jeito, vou pular para a outra teoria. Acho que já fiz claro meu ponto quanto a essa. A outra teoria, apesar de ser mais simples, é a que levo mais fé que seja real: é mais fácil dizer não do que sim.

Com onze anos:
– Mãe, posso namorar a Amanda?
– Sim amor, ela é uma gracinha.

Com treze anos:
– Mãe, posso ir ao cinema ver Mortal Kombat?
– Não sei filho. Quem vai com você? O filme não é muito violento?

Com quinze anos:
– Mãe, posso dormir na casa da Amanda?
– Não.
– Mas…
– SEM MAS. Não é não.

Nessa época, minha mãe decidiu que nada que viesse da minha boca era digno de atenção.

Dezesseis anos:
– Mãe, eu posso…
– Não.

Dezoito:
– Mãe, eu pos…
– Não.

Dezenove:
– Mãe, eu p…
– Não.

Meu aniversario de vinte três anos. Finalmente tomei coragem (e três doses de tequila pra peitar a minha mãe):

– VOU ME CASAR COM A AMANDA. PRONTO, FALEI. SEM MAS.
– Ok.

Cinco anos se passaram, me mudei com a Amanda para um conjugado lindo em Copacabana (com ótima vista para a favela), e comecei a perceber semelhanças entre ela e minha mãe.

– Amor, posso ir à casa do Renato ver o jogo do fluminense?
– Não sei. Quem vai? Que horas você volta?

Trinta anos:
– Amor, é despedida de soltei…
–Não. Você não vai e ponto final.

Trinta e sete anos:
– Amor, vou fa…
– Não.

Com mais maturidade do que nos meus vinte e três anos de vida, resolvi encarar a Amanda e já cheguei abrindo o jogo.

– Ganhei na mega sena. Corre e faça as malas porque eu vou viajar.

Tenho certeza que vi a Amanda ficar tão pálida quanto um fantasma.

– NOSSA AMOR, que bom! E eu coloco o que? Roupas de frio, de calor?

– Por mim, tanto faz mulher. Desde que você esteja fora daqui em uma hora senão eu perco o voo.

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Extraído do Fuck Yeah Textos

Propaganda x Realidade

por em 30/11/2011 às 12:54

A vodka sempre é legal!

Conversa de homens

por em 29/11/2011 às 14:20

Experiência própria…

Fui selvagem e me arrependi

por em 28/11/2011 às 11:59

Gostaria que ocultassem meu nome, por favor. Escrevo à coluna “Pitaco Masculino” desse blog. Gosto muito do Malvadas e tenho acompanhado o blog principalmente por essas interações do público com os colaboradores. Nunca pensei que iria escrever, mas eu estou precisando mesmo desabafar. Queria um conselho sobre um assunto que não posso conversar com ninguém e nem tenho com quem conversar.

Namoro há quase três anos com um rapaz que penso ser maravilhoso. Mesmo com alguns problemas como o fato da mãe dele ser uma grande pedra no meu caminho. Temos 18 anos, ambos éramos virgens até semana passada quando acabamos transando. Aí que o meu terror começa.

Além de todo o nervosismo do momento, e o fato de não termos planejado nada, eu sou uma pessoa muito insegura. Estávamos sozinhos num quarto de hotel vagabundo. Eu o arrastei apenas para ficarmos sozinhos e conversar. Não pensei mesmo que iriamos perder o controle tão fácil, mas tudo bem. Já estávamos há meses malucos de vontade.

Quando dei por mim já estávamos rolando pela cama daquele quarto nojento. Passei por cima dos meus medos, e do fato que não era assim que eu queria que as coisas acontecessem, só porque estava louca de tesão e não pensava em mais nada. Ele também,  óbvio.

Depois que ele gozou começou a ter uma crise de consciência. Estávamos sem camisinha e ele tentou sair de cima de mim. Eu o abracei e tentei argumentar que estava tudo bem. Disse que a minha menstruação tinha acabado fazia apenas quatro dias, logo, provavelmente eu não iria engravidar. Só que as minhas palavras pareciam piorar a situação. Eu queria continuar, afinal, já que eu estava na chuva era pra me molhar.

Ele deitou e ficou fitando o teto. Tremia mais do que vara verde. Com os braços cruzados falava que isso não podia acontecer e que tínhamos feito uma grande besteira. Eu, por outro lado, só queria que ele socasse mais e calasse a boca porque estava me irritando. O que aconteceu depois foi horrível. Não me reconheço e estou me sentindo um lixo, canalha, crápula e cretina! Estou pensando tão mal de mim mesma que nem consigo me olhar no espelho ultimamente e todo o momento lembro daquela noite e começo a chorar.

Eu subi em cima dele e fiquei me esfregando. Tentava convencê-lo a continuar. Disse para ele parar de besteira e que estava tudo bem. Eu queria mais e ele estava estragando tudo. Quando ele ficou excitado de novo eu praticamente estuprei ele. Fiz tudo sozinha enquanto ele olhava pro teto com os braços cruzados atrás da cabeça quase chorando. Ficou com uma cara que agora me corta o coração, mas que na hora eu só queria mandar ele a merda e gozar porque ele já tinha gozado duas vezes e eu não.

As vezes dizia que eu estava machucando ele, mas ele mexia pra cima tentando fazer o que eu queria, mas a contra gosto. Desisti depois que percebi que ele não iria mudar aquela atitude, sai de cima, me vesti e disse que foi uma bela bosta pois ele estragou tudo. Depois que ele se vestiu percebi que ele estava com os olhos muito vermelhos de quem tava chorando em silêncio e na penumbra do quarto eu nem tinha percebido, me senti horrível, deitei ao lado dele abraçando ele e pedi perdão, beijei ele, mas ele nem se movia mais, pedi pra ele não chorar que ia ficar tudo bem, acho que pedi perdão umas mil vezes.

Foi traumatizante para nós. É horrível não poder saber o que ele estava pensando. Tomei pílula do dia seguinte na mesma noite antes de nos despedirmos para ele ficar mais tranquilo e prometi que iria fazer um exame. Desde então ele está muito estranho comigo e ainda não nos vimos de novo, vai fazer uma semana que não nos encontramos, até ai tudo bem pois isso é meio comum entre nós porque ele mora em outra cidade, mas eu continuo achando que é ele me evitando.

Já conversei com ele por telefone sobre isso, do que eu fiz, como eu estou me sentindo e ele diz que tá tudo bem, que me perdoa, que não liga e que só estava daquele jeito pelo medo de estragar nossas vidas com uma gravidez indesejada, mas é difícil acreditar. O que eu posso fazer pra consertar as coisas? Eu não consigo acreditar no perdão dele pois nem eu estou conseguindo me perdoar pelo o que fiz, depois que me coloquei no lugar dele e com a cabeça fria pensei sobre tudo que aconteceu e estou desesperada que isso acabe com o meu namoro. Preciso do conselho de alguém e a única pessoa com quem tenho conversado sobre isso é o meu namorado que está se sentindo tão culpado quanto eu, mas por motivos diferentes.

Não estou e nunca estive me importando pra um futuro bebê, sei que isso é impossível de acontecer, ainda mais agora depois do remédio, eu só estou preocupada com ele e comigo pois eu o amo demais, amo mais que qualquer pessoa na face da Terra e não quero perdê-lo assim. Me ajudem!

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Concurso cultural Delas Mulheres Poderosas

por em 25/11/2011 às 15:40

O final do ano está chegando e com ele aquela vontade de renovar a vida. Pensando nisso o Delas, canal do iG voltado para o universo feminino, promove a partir de hoje um concurso cultural com o tema:

“Quais são os seus planos para começar 2012 ainda mais poderosa?”

O concurso faz parte do especial de fim de ano do portal, que irá mostrar a presença cada vez mais forte das mulheres em posições de destaque, tanto no mundo político como nas corporações, nas artes e nos esportes.

Para participar do concurso, que se encerra no dia 11 de dezembro, as leitoras devem enviar uma frase respondendo a pergunta tema. Uma banca examinadora composta por editoras do canal feminino irá selecionar as melhores frases. As três primeiras colocadas serão premiadas:


1ª colocada: um par de sapatos Cristian Loubotin, uma bolsa Gucci e um Kit L’Occitane;

2ª colocada: uma joia Antônio Bernardo e um Kit L’Occitane;

3ª colocada: kit de maquiagem MAC.

Clique aqui e participe do prêmio e confira o regulamento acessando: www.ig.com.br/delas

Sexta das Malvadas

por em 25/11/2011 às 15:00


A malvadete desta sexta-feira é a Bruna!

Quer mandar sua foto? Clique Aqui!

 

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Maquiagem x Pizza

por em 25/11/2011 às 13:54

Acontece nas melhores famílias

Namorada ou a cunhada?

por em 25/11/2011 às 13:52

E aí meninas do MALVADAS! Tô aqui pra contar algo e tirar um pouco das opiniões de várias cabeças. Sou casado há dois anos e namorei minha esposa quatros anos, na época ela tinha 15 e eu 16 anos. Ela tem uma irmã que na época tinha 11 aninhos. Nós três éramos muito próximos. Saíamos e fazíamos tudo juntos.

Sempre fui um cara observador e cuidadoso. Gostava muito de passear com as duas e também já assumia as responsabilidades e cuidados com elas. O tempo passava e, para nós três, era como se fosse nós é quem fazíamos o mundo funcionar.

O pai delas é caminhoneiro. Um traste que curte uma birita, ofende as meninas o tempo todo. Isso me doía muito. Minha sogra é uma ótima pessoa, mas como mãe a vejo descuidada por ter filhas e não saber administrar. Na ausência do pai, passei a ser o manda chuva. A sogra ainda dava corda e pedia que tomasse conta das duas.

Um dia numa festa um amigo me perguntou se minha cunhada (já com 14 anos), estava namorando. Aquilo pra mim foi um tapa na cara, falei grosso com ele e deixei claro que não gostei nada. Num certo dia quando a minha cunhada estava viajando, comecei a sentir saudades e ciúmes, aquela falta que só se preenche com a pessoa. Daí em diante descobri que estava apaixonado por ela, só que ainda gostava muito da minha namorada.

Um dia fui conversar com ela sobre isso. No começo ela ficou muito assustada e meio traumatizada, mas topou conversar a noite. Resumindo a história ela queria compromisso sério e eu também, mas estava redondamente apaixonado pela irmã. Ela não aceitou e já estamos nessa há quatro anos.

Acontece que não consigo tirá-la da cabeça. Tento me aproximar e vejo que ela gosta quando vou atrás, mas me maltrata muito. Tento me afastar, mas como fazer isso? É isso aí, não da pra contar com muitos detalhes pois são 6 anos de NOVELA.

E aí dona Gabe, dá uma ideia de como tu reagiria!

J.

———–
Não sei exatamente se você gostaria de saber como eu reagiria. Penso que todas as pessoas deveriam criar bolas (eu não tô falando de testículos e sim de cojones, ballz, guts, coragem) e assumirem o que realmente querem. Acho que pode acontecer de você se apaixonar pela sua cunhada, pelo fato de você ter visto o desenvolvimento dela como mulher, convivendo e ajudando-a a ser tudo o que ela pode ser.

O negócio é o seguinte:
- Você chegou na sua cunhada enquanto namorava com a irmã dela. Isso foi escroto;
- Você se diz apaixonado por ambas;
- Você continua cercando sua cunhada mesmo ESCOLHENDO ficar a irmã dela (entenda que quando você falou com a cunhadinha e ela aceitou ficar com você e você deu pra trás: foi uma escolha).

Se você gostasse da pessoa que você está certamente amaria ela (porque estão juntos há SEIS ANOS e só paixão não dura tudo isso). Com a cunhada eu acredito que seja paixão mesmo. Paixão é um sentimento egoísta que você joga no outro sem se importar com nada além do que você sente.

O que EU faria é escolher uma ou nenhuma.

As suas opções são essas:

- Crie cojones e opte pela cunhada ferrando com essa coisinha familiar de vocês;
- Fique com a que você está agora e tenha o mínimo de respeito que ambas merecem e pare de babar em cima da sua cunhada.

Você queria que a cunhada ficasse dando pra você as escondidas, pelo visto, porque ficar indo atrás dela estando com a IRMÃ, é beeeem filhadaputa da sua parte.

“Ela me maltrata muito”: Olha aqui, meu bem, se eu tivesse uma irmã e me apaixonasse pelo cunhado e ele viesse me dizendo que quer ficar comigo e depois quando eu me declarasse ele frouxasse (como você fez) eu nem ia mais olhar na cara dele. Entendeu? Não se brinca com os sentimentos das pessoas. Isso é coisa de gente palhaça e sem caráter.

E mais uma coisa: Muito bonito falando que mãe delas era descuidada quando quem quer comer as duas é você. Tudo isso aí é um ótimo jeito de foder com a vida das duas. Ou você acha que a namorada ia aceitar bem ser trocada? A cunhada pelo visto não aceitou nem a hipótese de não substituir a irmã…

Um beijo meu,
Gabe
gabe@malvadas.org

As frustrações amorosas e o cabelo

por em 25/11/2011 às 12:39

Vale para pintura também!

O homem no mercado

por em 25/11/2011 às 10:46

Qualquer semelhança, não é mera coincidência.

A árvore de natal dos homens

por em 25/11/2011 às 10:21

Utilize a sua lata de cerveja preferida.

Linda, né?

Pelo fim da enrolação masculina: #MovimentoAgoraVai

por em 24/11/2011 às 15:12

Faça o teste e saiba se o seu parceiro está te enrolando:

E você amigo. Tem direito de resposta aqui:

Zonas Erógenas

por em 24/11/2011 às 14:56

Fácil né?

A influência dos filmes de putaria (parte 1)

por em 24/11/2011 às 12:35

Eu nem sempre fui assim, houve uma época na qual eu era um garoto como qualquer outro. Mas tudo mudou no dia em que eu pus as mãos naquela maldita fita VHS. Não posso dizer que eu era uma criança inocente, já tinha uns pentelhos e ouvira falar em sexo. Mas ainda não estava preparado para aquilo.

Era uma fita aparentemente inofensiva, preta como todas as outras, estava dentro de uma caixa igualmente preta que não possuía nenhuma identificação. Receita para atrair a atenção de pivetes curiosos. Caí como um patinho. Abri a caixa, peguei a fita e fiquei observando por um bom tempo. Notei que ela tinha uma fita adesiva tapando o buraco, fiquei ainda mais curioso, e no seu título havia um nome muito comprido e complicado que o meu inglês de pré-adolescente só me permitia entender uma palavra: Sweet. Liguei a TV, liguei o vídeo-cassete e empurrei a fita… segundos depois a imagem começou à aparecer na tela.

No início vi apenas uma moça – que não entendi bem o porque, mas estava vestida de colegial, mesmo tendo pelo menos uns vinte e cinco anos – entrando em uma padaria cheia de uns salgados estranhos e docinhos de festa. Deve ser daí o “sweet” da fita, pensei. Ela entrava lá, falava algo pro atendente e esperava ele ir buscar alguma coisa. Ele trazia um croissant muito escroto e ela metia a mão no bolso e tirava uma nota de 100 dólares, entregava a nota ao cara e antes dele conseguir falar qualquer coisa, ela metia uma dentada no salgado. Ele não tinha troco pra 100 contos. Eles ficavam discutindo até que o cara se arretava, saía detrás do balcão, baixava a porta da padaria e do nada agarrava a moça.

Começava a tirar a roupa, abria a calça do cara e a fricção começava…

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501 homens que você deve pegar antes de morrer

por em 24/11/2011 às 10:31

E seguindo a linha de livros e listas do tipo “1001 coisas que uma mulher deve fazer antes antes de morrer” ou “100 lugares que você deve conhecer antes de morrer”, um tumblr veio dar um tapa na sua cara com o “501 Caras que você deve pegar antes de morrer”. As amigas Paula Vidal (19) e Débora Lopes (25) não tinham pretensão de fazer tanto sucesso e ter mais de 20 mil compartilhamentos no Facebook.

Quem já está na lista? Além dos clássicos Johnny Depp, Chris Martin, Ryan Gosling, James Franco, Jude Law e Rodrigo Hilbert, as moças elegem caras que ganham o coração das meninas mais pelo charme do que pela beleza óbvia: Devendra Banhart, Alex Atala, Caco Ciocler, Rodrigo Amarante e até o cinquentão Hugh Laurie. Detalhe: o primeiro galã a ser postado no site foi Selton Mello.

De acordo com elas, as contribuições da mulherada são recebidas através do e-mail 501caras@gmail.com, que elas criaram logo no início do site (ativo desde o começo de novembro).  Além da foto e de quem enviou a sugestão, Paula e Débora fazem um pequeno perfil do homem a ser “conquistado”. Esses comentários divertidos que vêm abaixo das fotos é um dos motivos do sucesso do “501 Caras”. Ao explicar o motivo pelo qual você deveria pegar o ator inglês Hugh Laurie, por exemplo, as duas escrevem: “Por que você acha que sua mãe assiste House?”. Já a biografia de Wagner Moura está assim: “Homem-pacote: bonito, inteligente, culto, promissor”.

Acesse: http://501caras.tumblr.com
Dê a sua sugestão: @501caras e 501caras@gmail.com