Booger Network

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Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.

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Arquivo | julho de 2010

Ainda sobre sexo oral

por em 31/07/2010 às 20:52

Mari, visitei o blog e gostei. Vi sua naturalidade e uma certa “experiência” sobre o assunto: sexo oral. Tenho a maior dificuldade em fazer no meu marido. Não sei se não gosto ou se não sei fazer. Até assisti pornô gay e fiquei perplexa, até espantada, com as “habilidades dos rapazes”. Preciso de umas dicas, quero desenvolver essas habilidades também!

L.

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Oi, L!! O sexo oral ainda é um tabu para muitas mulheres. Na verdade, nada mais é do que dar prazer incondicional para o parceiro (sim, geralmente, nós fazemos e eles não).

Quanto a você não saber se não gosta ou se não sabe, eu somente poderia te ajudar se você me contasse o que sente quando está lá, com a “boca na botija”. Hehehe!

Pornô gay não é muito indicado para nós, simples mortais. Os meninões se empolgam demais e fazem tudo exagerado. Segundo meus amigos gays, isso é justamente para agradar o público masculino. Assista alguns vídeos amadores na internet: Pornotube, Redtube, etc. Veja como as meninas fazem, é bem melhor!

Não deixe de conversar com o maridão. Diga que você quer ser a rainha do sexo oral para agradar ele. Certamente, ele vai te dar as dicas do que o agrada.

Uma coisa que eu já vi que eles gostam, é alternar ente o “garganta profunda” e a cabeça do pau. Você coloca o pênis dele o máximo que pode na boca, e depois, dá chupadinhas de leve na glande.

Apertar (sutilmente, claro!) as bolas ajuda, masturbá-lo enquanto está em ação. Qualquer coisa, se quiser um atendimento preferencial, me manda e-mail!

Beijos!

Mari

mari@malvadas.org

Dança do Ventre

por em 31/07/2010 às 17:08

Algumas pessoas me perguntam porque nunca escrevi no blog sobre dança do ventre, já que é algo tão importante para mim. Em resposta, resolvi escrever um pouco sobre a sua história e futuramente dou algumas dicas de como aplicar essa dança maravilhosa no nosso cotidiano conjugal, se é que me entendem!

O que parece, a princípio, uma dança apelativamente sensual e de origem machista, onde mulheres dançavam pelo prazer e entretenimento dos seus “donos”, é na verdade, uma genuína manifestação feminista.

No princípio, lá pelos meados de 6.000 a.C., as primeiras bailarinas arriscavam os passinhos da dança, em rituais de fertilidade, cultuando a Grande Mãe. Depois, no Egito ela virou a “Raqs Sharqi” que seria “dança do Leste”, onde as grandes sacerdotisas dançavam em rituais de adoração à deusa Isis (minha favorita), também conhecida como Rainha ou Mãe do Egito.

A verdade é que somente as consideradas cultas demais para época, as sacerdotisas, poetisas, musicistas e afins que dançavam a Raqs Sharqi. Era uma manifestação da importância, graça e força da mulher. A ideia de submissão, ligação à prostituição surgiu bem depois, foi um deturpação da ideia original. Quando Napoleão invadiu o Egito ele decapitou mais de 400 bailarinas, por considerar a dança muito impura, com denotações sexuais. Mas isso é outra história…

É chamada de dança do ventre, ou dança de barriga, por ter movimentos que massageam e fortalecem essa região.

Além de belíssima, a dança do ventre pode proporcionar muitos benefícios à mulher que a pratica. Alguns deles estão aí:

* Uma aula de Dança do ventre pode queimar de 300 a 500 calorias (dependendo dos movimentos), auxiliando na perda de peso.

* Enrijece a musculatura do abdômen, pernas, braços, costas e glúteos.

* Aumenta e ativa a circulação sanguínea, flexibilidade e resistência física.

* Trabalha as articulações, auxilia na reeducação postural.

* Desenvolve coordenação motora e equilíbrio.

* Desenvolve a auto-estima: a mulher passa a observar e perceber que tem diversas qualidades que talvez nunca tenham sido trabalhadas;

* Aflora a feminilidade tornando-a mais sensual, sem resquícios de vulgaridade;

* Desenvolve a agilidade mental, concentração e atenção tanto na música quanto nos movimentos.

* Estimula a criatividade;

* A timidez que muitas vezes atrapalha o processo de aprendizado é trabalhada aos poucos, inibindo-a gradativamente, possibilitando melhoria nos relacionamentos;

* Evita o stress do dia-a-dia através do contato de grupo e dos exercícios que estimulam a liberação de adrenalina e endorfina, hormônios responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar.

* Alivia cólicas menstruais (promove maior irrigação sanguínea em toda região pélvica e diminui os efeitos da TPM); Sim meninas, isso é verdade!

* Equilibra Hormônios (auxilia na regulação endócrina de hormônios sexuais secretados pelos ovários);

* Melhora a função sexual (controle sobre os esfíncteres, fortalecendo a musculatura do períneo e assoalho pélvico, prevenindo doenças como incontinência urinária);

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Um grande beijo,

Glau
glaucia@malvadas.org

Sites bizarros

por em 31/07/2010 às 16:37

Nesses dias que não tenho muito o que fazer no trabalho, fico pulando em sites nada normais, e vejo cada coisa que me assusta! Nesse site, você pode ver o que foi em uma vida passada, somente colocando sua data de nascimento. O que significa que todos os que nasceram aos 19 de outubro de 19** foram um químico, alquimista, preparador de poções que nasceu na mongólia.

Já nesta outro aqui, você tem que fazer um pequeno teste e ele até diz algumas coisas mais legaizinhas. E neste, tem um mouro encantado (WTF?!) aprisionado que não tem mais o que fazer e te dá uma ideia de quem você foi.

Tem um outro onde podemos saber a data de nossa morte, depois de responder o questionário, surgirá um túmulo com seu nome, o ano de nascimento da sua morte e a forma como você morrerá. No meu apareceu a seguinte frase: “Murió por masturbarse demasiado em la ducha, que vociosilla como se tocaba”. Se não entendeu, coloca no tradutor!

Esse aqui também tem um resultado legalzinho, mas tem que por o celular e acho que cobra. O mais usado é o Death Clock, que tem até um relógio em contagem regressiva pra a sua morte.

No mínimo, bizarro!

Garota vulgar

por em 31/07/2010 às 13:32

Sempre tive em mente a ideia de que deveria fazer tudo que me deixasse feliz, me divertir, curtir, ficar com quem quiser e não me importar com a opinião dos outros. Por isso eu quase que diariamente saia pra beber com um monte de garotos, ficava bêbada e perdia a compostura, falava e fazia coisas que não deveria e não estava nem aí. Resumindo: era vulgar.

Mas acontece que agora eu não quero mais sair e me divertir sem me preocupar com o que pensam de mim. Eu quero mudar, quero encontrar uma pessoa legal e ser feliz com ela. Creio que sei como agir para mudar de atitude e não parecer mais uma garota vulgar. O problema é que moro em uma cidade relativamente pequena, onde TODO MUNDO se conhece! Mesmo que eu conheça uma pessoa nova e aja de forma diferente com ela, COM CERTEZA essa pessoa vai ser conhecida (e até amiga) de alguém que eu conheço e que muito provavelmente já saí pra beber, falei e fiz coisas que não deveria. Ou seja: mesmo que eu mude de atitude com esse novo alguém, ele com certeza vai acabar sabendo por outro alguém coisas ruins sobre mim…

Será que você pode me ajudar? Me dar um conselho ou simplesmente me dizer sua opinião? Você acha que eu sou um “caso perdido” e nunca vou conseguir encontrar alguém que me respeite e que tenha confiaça em mim pra ter um relacionamento sério?

I.

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Querida, não importa o que as pessoas pensam! Você quer mudar? Acho ótimo, porque vida inerte é péssimo. Comece a mudar as coisas que não agradam você, se ‘comporte’ de acordo com o que você acha apropriado. Não sou ninguém para julgar, então confio no que você diz sobre se sentir mal sobre a maneira que agia e querer mudança.

Não é necessário um clima ‘sou inocente/intocada’, apenas dê uma segurada, tome a sua bebida na manha, tome uma água para cada drink, não exponha a vida, escolha os parceiros, etc. Independente das pessoas falarem o que quiserem, você saberá da mudança, assim como muitas pessoas perceberão ela em você, também.

Quando você encontrar um bofinho novo que você goste e que goste de você, tenho certeza que ele não se deixará levar por comportamentos passados, visto que ele conhecerá você e que você se sentirá mais confortável na própria pele. Caso ele fique todo mordido e se afaste, significa que ele não aceita você como um todo, como passado, presente e futuro. Com vida e experiência, capacidade de reconhecer e mudar. Então ele que vá à merda né?

Um beijo meu e boa sorte, você vai conseguir!

Gabe
gabe@malvadas.org

Revista

por em 30/07/2010 às 21:28

A repórter Helena Dias, da revista Sou Mais Eu!, entrou em contato com o Malvadas para entrevistar leitores que tiveram “corações divididos”. Quando li o e-mail, ri, mostrei para o namorado, e decidimos que seríamos perfeitos para a entrevista!

Segue um trecho da entrevista:

[...] Um dia entrei em um chat (o chat do malvadas!!) e comecei a conversar com um rapaz, o Ulysses, e descobri que ele era de São José como eu. Nossos gostos eram muito parecidos, e as conversas fluíam naturalmente. [...]

[...] O que eu tenho com a Mari hoje é muito forte, nunca tive nada parecido com ninguém. Eu adoro estar com ela, mesmo em programas chatinhos como festa de criança! Eu com certeza tomei a decisão certa. [...]

Essa revista é bem legalzinha e ainda pagam para fazer as matérias! A grana que vou receber pela entrevista vou revertem em brindes para a promoção que faremos aqui no blog.

Querem saber tudo? Leiam a revista! Ela está em todas as bancas do país!

Tatuagem na Gravidez

por em 30/07/2010 às 15:38

Aproveitando que nossa querida Vanessa acaba de dar a luz á Cecilia, me veio na cabeça fazer um post sobre tatuagem na gravidez.

As tattoos antigamente eram vistas como algo apenas para motociclistas, adolescentes rebeldes e etc. Hoje mães, pais, adolescentes e avós podem ser encontrados com borboletas, provérbios inspiradores, os nomes de seus filhos e outras coisas mais, tatuadas em todas as partes do corpo.


Mas o que acontece com as mulheres grávidas? Se você sempre quis ter uma tatuagem, ou quiser acrescentar um para comemorar este momento especial em sua vida, é agora o melhor momento para fazê-lo?

Não existem mais riscos ao fazer uma tatuagem quando grávida do que fazer uma tatuagem quando não“, diz Myrna L. Armstrong, professora e diretora regional da Texas Tech University “Atualmente, não há qualquer informação ou pesquisa que mostra a tatuagem interfira na gravidez, ainda há muito pouca pesquisa para apoiar um ou outro lado.

Enquanto não há muitas pesquisas sobre o assunto, o Dr. Joel Schlessinger, dermatologista, cirurgião geral, ex-presidente da Sociedade Americana de Dermatologia Cosmética e Cirurgia Estética, não aconselha mulheres grávidas á fazer uma tatuagem. “Mesmo na melhor das situações, a obtenção de uma tatuagem é uma mescla de riscos, mas quando você adiciona uma gravidez, os contras superam quaisquer benefícios em potencial. Não é uma boa escolha, na minha opinião“, diz ele.

Mas, para a mamãe que não quiser arriscar mas mesmo assim quer uma tattoo em um outro post darei uma bela solução para o problema. Aguardem!

Ex-qualquer coisa

por em 30/07/2010 às 15:29

Ex é sempre ex.

Ex é quando se FOI alguma coisa e já não é mais. Ex-jogador, Ex-militar, Ex-bailarina. Por que é tão difícil entender que deixaram de ser e deveriam seguir em frente e passar a ser alguma coisa nova? Vai lá, ser o atual de outra coisa, vai!

Pelo amor as suas (e as minhas) bolas, pare de procurar a pessoa que te deu um pé.

Como diria a Vanessa da Mata: “É só isso, não tem mais jeito, ACABOU, boa sorte”.

Vai, vai juntar seus cacos em algum outro lugar (de preferência longe de mim), ou com alguma outra pessoa. Entenda que não adianta você ligar desesperadamente, mil vezes por minuto, dizendo que ama e vai mudar. Você não vai. Nem o ser do outro lado da linha.

Pegue logo suas coisas, fale tudo de uma vez, pegue ou queime. Melhor: jogue fora. Melhor! Doe. Tem sempre alguém precisando mais do que nós.

Tente esquecer os bons momentos. Lembre dos ruins. Não esqueça da desconfiança, ciúme, chatice, da TPM dela (dos peidos dele). Supere e por favor, pare de se humilhar!

Junte suas trouxas e procure um canto vazio para você. Em outro mundo de preferência!

Sim, dói. Eu sei, você sabe, todos sabem! A dor é necessária e involuntária, mas passa. Quando? Isso depende de você. Só de você. Se afogue num copo de qualquer coisa, mas, deixe o celular longe.

Fuja da cidade – do País! E quando encontrar a pessoa, faça-se de melhor pessoa do mundo, vomite felicidade e deixe que ela siga a vida (que você deseja que seja a pior possível).

Desligue-se do passado e pense no futuro. Seja um EX legal.

Restos de 2006

por em 29/07/2010 às 22:00

“Tentei te sufocar com outro amor
Foi desastroso
Tentei virar noites na rua
Admito que gostei
Mais nada disso adiantou

Tomei minha decisão
Não vou mais lutar
Não vou te substituir
Pois isso não funciona

Simplesmente vou te amar
Como venho fazendo a anos
Quem sabe assim eu te esqueço
Quem sabe assim eu vivo.”

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Fabricio Ferraz, do Contusão Mental

Como recuperar o interesse?

por em 29/07/2010 às 2:37

Tenho 25 anos e sou casado há 4. Minha esposa e eu sempre tivemos nossas brigas, mas de um tempo pra cá o relacionamento está muito desgastado. Acho que muito pelas nossas brigas, mas o que mais está me preocupando é que não tenho tanta atração por ela como antes. Sei que quando casado dá uma esfriada mesmo, mas ultimamente não tenho muito interesse nela… sei que a amo, mas na cama não vai muito bem, olha que quanto a posições e coisas diferentes não posso reclamar, acho que o erro está em mim e gostaria de saber o que faço pra mudar isso.

Murilo

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Querido, gostaria de primeiro dizer que achei muito legal você estar buscando formas de colocar aquele ‘fogo’ de volta na sua relação com a esposa ao invés de ignorar o problema ou se voltar para outras pessoas.

Penso que você deve olhar para ela e lembrar de todas as coisas que fez com que você se apaixonasse… todas as pessoas tem aqueles detalhes que nos atraem, entende? Lembrar disso sempre coloca um sorriso e uma nostalgia que talvez possa ajudar na questão da atração. Além disso você pode tentar buscar nela as suas fantasias, pelo que entendi ela não é limitada nesse sentido e se dedica à vida sexual de ambos, o que facilita para que vocês possam ter muito prazer juntos.

Não sei quanto a rotina de vocês, mas de repente alguns programas à dois vá dar aquela ‘ligação’ que está faltando. Seja um jantar romântico, uma surpresinha, um jogo sensual, uma escapadinha para uma viagem divertida, uma saída para alguma boate ou barzinho bem movimentado, etc. A idéia é trazer coisas que vocês provavelmente tinham antes mas que, com a rotina, acabou sumindo.

Converse com a sua senhora, busque ela para si. Desejo muita boa sorte e espero que vocês consigam! Mande-nos um e-mail dizendo se funcionou, ok?

Um beijo meu

Gabe
gabe@malvadas.org

E a traição?

por em 27/07/2010 às 21:54

Recebi alguns e-mails de leitores pedindo ajuda pois não sabiam o que fazer com seu relacionamento. Alguns dizendo sentir muito ciúme, outros dizendo não confiar no parceiro. Respondi cada um deles particularmente, mas fiquei pensando no assunto, e decidi escrever sobre.

Acredito que quando há traição é porque o relacionamento já não está lá grandes coisas, e a pessoa deve parar e pensar se realmente vale a pena. A partir do momento que a pessoa vê a relação na qual se encontra como um compromisso rotineiro, assim como um trabalho chato, em vez de algo gostoso e proveitoso, realmente tem alguma coisa bem errada.

Trair não é fácil. Não digo que a adrenalina e a novidade não sejam tentadoras, mas, não é fácil. Você tem que mudar senhas de e-mails, tomar cuidado com celular, fingir, mentir, esconder. Quem gosta de viver com isso? Cansa! Machuca! Estressa! É interessante conhecer outras pessoas, quando a sua já não se interessa tanto pelo sexo? Com certeza. É bom quando você volta a beijar alguém com paixão, com desejo, com tesão, assim como quando beijava seu parceiro quando começaram? Sem dúvidas! Mas, até que ponto essas aventuras valem a pena?

Para e pensa. Se seu parceiro descobrir, como ele vai se sentir? Como ele irá reagir? Será violento, te abandonará, chorará? Não tem exatamente como saber. O que tem como saber é que ele VAI descobrir. E vai machucar. A ambos. Algumas pessoas resolvem chutar o balde, esperar que o outro descubra, para, assim, terminar o relacionamento. Outras, mais sensatas, decidem que está na hora de terminar, o fazem, e seguem suas vidas tranqüilas, em busca das novidades, e de um novo amor. Já outras, continuam cometendo o erro de tentar consertar. Mentem, fingem ainda mais, decidem mudar de vida, e algum tempo depois, já estão lá, infelizes, fazendo tudo novamente.

O que é o certo e o errado nesses casos? Segundo meu namorado, o certo seria chutar o balde. Contar toda a verdade e ver no que dá. Se a pessoa quiser perdoar, problema dela, mas não fique chorando as pitangas depois. Palavras dele: “é melhor encarar o olhar de repreensão e aguentar a enxurrada de impropérios, choro, maldições que vão até a 13ª geração dos descendentes, do que conviver com um fantasma de um “podre” do passado q vai aterrorizar ao menor indicio de q vá aparecer.” Eu concordo com ele, é bem mais simples, mais objetivo, menos traumatizante. Você conta o que fez, e pronto-acabou!

Agora, se a pessoa desconfia que você fez, e você de FATO não fez, aí, fode! Se você tem como provar, beleza. Mas, e se não tem? Segundo o Felipe, nosso colega de chat, deve-se “conversar e mostrar que a desconfiança não e real,  pois se o seu relacionamento é serio, não é uma desconfiança que vai estragar”. Perfeito! Tudo resolvido? Não? Então, a gente pode enquadrar da mesma forma que a traição, se você desconfia de quem esta com você a ponto de pedir prova é porque a falta de confiança destruiu o relacionamento, e aí, ao meu ver, não tem porque continuar dando murro em ponta de faca.

O Que leva uma pessoa a aceitar conviver com uma traição? Medo. Seja de ficar sozinha, de o parceiro suicidar-se e até mesmo de estar tomando a decisão errada. Ainda acho que não há como saber se o que você está escolhendo é o mais adequado. EU tenho minha opinião, outras pessoas pensam completamente diferente, e outras ainda, vão ler o texto e pensar em sua própria situação. O que é o correto, e o que não é você só saberá quando – e se- acontecer contigo. E eu espero sinceramente, que você faça a escolha certa, e que não perca demais por achar que sua vida toda gira ao redor de um outro alguém.

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Mari
mari@malvadas.org

Mari

por em 27/07/2010 às 21:47

Já que andaram perguntando quem sou eu, aí vai. Não se assustem.

Comecei a escrever quando percebi que minha família já não entendia que ler Caio Fernando Abreu era deliciosamente sádico. Vivo em crise existencial, meus melhores companheiros são meus tarja preta, um bom livro e uma enorme dose de cafeína. Libriana, São Paulina, adepta ao Carpe Diem, não tenho raiz em lugar algum e vivo um dia de cada vez Não me meto onde não sou chamada, mas quando sou, me envolvo completamente.

Gosto de musica eletrônica e rock, o resto é complemento. Viciada em seriados, só largo o controle por um bom motivo, que geralmente envolve pôker, tequila e sexo.

De blogs não entendo nada. Não sei criar um único HTML, e peço ajuda para os universitários sempre que preciso upar um vídeo. Caí aqui de cara, me estatelei no chão do Malvadas, e por aqui a Chefia vai me deixando…

Mais de mim no OrkutTwitter, Formspring.me ou e-mail.

O Perfeitinho

por em 27/07/2010 às 21:42

Lembro como se fosse ontem, eram meados de 1993 se não me engano era o começo da primavera, um colega de rua veio-me dizer que tinha se mudado para a nossa rua uma menina linda e que eu precisava vê-la, nisso eu estava na garagem de casa quando me sai do portão da casa da frente uma menina baixinha de cabelos longos e negros e de um sorriso lindo, foi amor a primeira a vista (não e demagogia ou algo do tipo) apesar de eu ter 12 e ela 10 e pensei comigo essa menina tem que ser minha, pelo menos naquela época as coisas eram mais difíceis para se conseguir um beijo tinha que ser batalhado( mas isso não vem ao caso).

Com o tempo fomos nos conhecendo ela acabou ficando amiga da minha irmã mais velha e as coisas ficaram mais fáceis, sempre estava em casa e estávamos sempre juntos, sempre tinham os comentários de que éramos namorados, apesar de escondermos a verdade gostávamos da situação, o primeiro beijo aconteceu após minha formatura do primeiro grau e daí para frente tudo ficando mais forte e intenso cada dia que passava me sentia mais apaixonado e feliz ela era tudo que tinha desejado.

Os anos foram passando e continuávamos sempre juntos e unidos, fizemos curso técnico, faculdade, o tempo que passávamos juntos era cada mais raro, mas sempre dávamos um jeito.

Ficamos noivos e ela precisou passar 3 meses fora do país. Foi difícil, mas superamos isso. Enfim, se passaram 13 anos ate que nos casamos.

Quando fizemos 3 anos de casados, da noite para o dia ela me disse que a vida dela era perfeita demais, que não estava feliz e que queria ir embora, isso caiu como uma bomba em minha vida entrei em desespero não comia nem dormia, pensei em deixar o meu trabalho (trabalhamos na mesma empresa) pois ela não tinha motivos e também não conseguia explicar as razões na qual ela acreditava.

Sempre fui muito companheiro e fiel durante todo esse período, ajudava nos afazeres domésticos, nunca exigi nada demais e nosso relacionamento nunca teve amarras, cada um tinha a sua individualidade preservada, a nossa intimidade apesar de passado tanto tempo juntos conseguíamos manter ainda a chama. Sei que tenho meus defeitos como todo ser humano, mas estou sempre em busca de melhorar, gosto das críticas construtivas.

Poderia ficar horas escrevendo sobre isso, resumi ao máximo, mas gostaria de saber qual foi meu erro, ainda não tenho as explicações e hoje passado dois meses no qual ela mal fala comigo… ONDE FOI MEU ERRO?? Ser bonzinho demais? O que as mulheres procuram?

—————————–

Bem-vindo ao universo feminino, não podemos achar que existe um padrão, uma formula, um conceito que pode se aplicar a todas as mulheres.

Realmente, pela sua descrição, você é um cara bom demais pra ser verdade, só que pode ter caído no erro de achar que isso é suficiente pra fazer uma mulher feliz, e como li num texto budista, encontre o meio termo, nem muito bom, nem muito ruim.

E como vocês se conhecem desde sempre, isso tambem pode ter atrapalhado, pode ser que ela tenha sentido essa necessidade de se relacionar com outras pessoas, adquirir experiências diferentes, se aventurar mais, se ferrar mais.. Porque não?
Só que você não deve ficar se sentindo como culpado de não ter dado certo, afinal se o relacionamento não vai em frente, todas as partes tem sua parcela de culpa, não adianta achar que só um faz errado.

Então não se faça a pergunta do que foi feito de errado, veja que talvez ela não era a pessoa mais indicada pra se sentir completa com o que você oferece, então se ela não é essa pessoa, vai ser alguém que vai aparecer, e ver que esse seu jeito é o que ela precisa.

O que você não pode é querer mudar o teu estilo pra faze-la voltar, a maioria cai nesse erro, cada um tem o seu jeito e é isso que faz um relacionamento ter graça, aceitar as diferenças e curtir as semelhanças.

Se isso não é suficiente, ai o problema não é o que se faz, é a pessoa que está contigo.

Resumindo, em vez de se culpar, procura alguém que realmente vai te curtir e que vai fazer o mesmo por você!

Apollo

Será que o problema sou eu?

por em 27/07/2010 às 12:46

Comecei a namorar muito cedo, quando tinha apenas 14 anos, hj com quase 19, estou passando por uma “crise” que vai e volta nos últimos meses. Este ano meu namorado se mudou do interior de volta pra sua cidade natal, São Paulo, para cursar a faculdade que ele sempre sonhou. Eu claro que entendo, e acho muito bom ele correr atrás dos sonhos dele. Também trabalho e faço faculdade, só sobrando os finais de semana e feriados para a gente se ver mesmo.

No começo do namoro, eu com 14 e ele 15, éramos apenas crianças, tudo era diferente, ele expressava constantemente o quanto me amava e sentia minha falta, sempre me elogiava e sempre queria estar comigo, nos víamos quase todos os dias. Isso me afastou de todas minhas amigas e amigos, ele também era muito ciumento…

Vivíamos discutindo por causa disso. Com o passar dos anos, ele me “moldou” como queria e paramos de brigar por qualquer coisa. Éramos iguais e pensavamos da mesma maneira, não faziamos nada que o outro não gostaria que fizesse. Somos muito amigos, e conversamos bastante, ele me ouve muito, mais até do que amigas já ouviram, sempre falava pra ele o que me incomodava e ele fazia o mesmo comigo.

No fim do ano passado, ele começou a agir diferente. Ficou mais liberal, o ciúmes desapareceu, parou de me ligar toda hora, começou a sair mais com os amigos dele, os quais ele sempre conseguiu manter (eu não consegui manter os meus), parou de demonstrar a sua “incontrolável saudade”, os elogios vinham aos poucos e em dias certos. Por todo o amor que sinto por ele, consegui sobreviver até hoje, mais já tivemos brigas feias a partir dessa mudança, em plena semana de festas ele mentiu pra mim, coisa que jamais tinha feito antes e me contou na noite de Natal, isso acabou com meu feriado. Ele tinha saído com os amigos uns dois dias antes e não tinha me contado, eu tinha ligado para dar boa noite e ele me disse que estava em casa e já iria dormir também, eu nem imaginava que ele tinha saído. Depois disso começou a sair com os amigos toda hora, de madrugada, me contava só quando lembrava, nunca mais me avisou de nada.

Recentemente nos vimos só aos sábados e domingos e já ocorreu de 3 vezes ele me deixar sozinha para ajudar algum amigo que precisava! Eu não negaria ajuda também, mais há certas horas que não tem como ajudar, poxa eu tava lá, fiquei sozinha por horas, eu nunca faria isso, minhas amigas iriam entender e saberiam que se não estivesse com meu a namorado eu ajudaria. Outra coisa é o meu ciúmes, ele está em outra cidade, convivendo com muitas pessoas que não conheço. Fico muito insegura, medo de ele se apaixonar por outra menina, de fazer amizade com elas também.

Ele ainda diz que me ama e gosta muito de mim e quer que tudo dê certo e continuemos a namorar, depois casar etc. Eu também sinto isso e quero muito ficar com ele, mas com os últimos acontecimentos, estou desgastada, meio deprimida, eu tento não demonstrar mas tem vezes que não dá pra esconder como estou sofrendo com essa mudança repentina dele. Eu só queria mais atenção e dedicação da parte dele, queria que ele se importasse mais comigo e com nosso relacionamento, que ele me entendesse. Eu não sei o que fazer, se devo mudar também, se devo por um ponto final mesmo não querendo um fim, eu não sei, eu já falei com ele sobre tudo isso, mas acho que não me expressei direito, se falei as coisas certas, eu fico muito nervosa quando vou falar sobre isso.

E agora o que eu faço? o que você acha de tudo isso? Será que o problema sou eu?

F.

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Oh dear, sim o problema é você. Você arrumou um namorado que mimava você… desde que não tivesse convivência social com mais ninguém. Você briga um pouco mas depois aceita… aí ele molda você como bem desejar e você aceita. Ele vai embora para fazer faculdade e descobre a maravilha do mundo que é ter amigos! Então ele começa a não colocar mais você como prioridade e isso é um problema.

Pois bem, ele fez o que quis sempre e continua fazendo, o que faz dele o… dominador da relação! Você fez sempre o que ele quis e continua fazendo, o que faz de você a… capacho da relação!

Depois desse pequeno demonstrativo de como você se anulou dentro de um relacionamento de muitos e muitos anos eu digo: Crie culhões. Tenha bolas, porra! Ter culhões não é ser ‘macho’, é ser foda. Não é no sentido masculinizado de culhões e sim no sentido da coragem e fodasticidade (sim, eu sei que essa palavra não existe). Você deixou o seu namorado fazer o que queria com você e com a relação, pois agora chama ele para uma conversa seríssima e diz o que você sente falta e o que deve mudar para vocês ficarem juntos! Diz que sente falta dos carinhos e que essa putaria de sair como solteiro não funciona pra você, porque nunca funcionou para vocês ANTES e não vai começar a funcionar agora.

Agora o negócio dele sair pra fazer coisas com os amigos… querida, ele está certo. Arruma uma vida social e se diverte também, tá?

Um beijo meu,

Gabe

gabe@malvadas.org

Gabriel, não pode!

por em 21/07/2010 às 1:28

O que um pai desocupado pode fazer com o filho que está quietinho? Chorar, é claro!

Via