Booger Network

Sobre a Rede

Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.

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Arquivo | dezembro de 2009

Uma vez punheteiro...

por em 29/12/2009 às 20:55

Sempre punheteiro…

Pente de macho

por em 29/12/2009 às 20:52


É, coisa de homem com testosterona elevada.

Eu acesso o Malvadas

por em 29/12/2009 às 20:00


Faça como nosso leitor “Du” e mande sua foto para vanessa@malvadas.org

Super sincera

por em 29/12/2009 às 13:09

O meu problema envolve os homens. Para ser mais específica, meus namoros. Eu sempre achei que falar a verdade e dizer o que sentimos em um relacionamento era o melhor para o casal. Odeio joguinhos e indiretas. Sempre fui sincera e não sei se é esse o motivo de eu me ferrar tanto nos meus namoros. Meu último namorado me traiu e desde então percebi que me descontrolo completamente quando fico com raiva de algum homem. Meu descontrole não é pouco não, já cheguei a bater no cara e até arranhar o carro dele. Queria ser amada com a mesma intensidade que amo, mas acho que sou eu mesma que sempre estrago tudo! O que posso fazer?

Beijos,

K.

————————————-

Minha flor, eu odiaria você em uma intensidade MUITO grande se você arranhasse o meu carro. E tenho certeza que você também odiaria caso um cara fizesse isso com você, logo, NUNCA mais faça esse tipo de bizarrice. Não consegue se controlar, procura um psiquiatra, tenho certeza que ele vai ajudar a ver o que dispara esse comportamento.

K, docinho de abacaxi da Gabe, TODO mundo se ferra em relacionamentos… meu ex me traiu também, só que ele chegou a engravidar a moça, então nem com camisinha ele comia ela… e eu não fiz nada pra ele. Só terminei e ainda não contei que sabia que ele tinha aprontado. Ele foi um filho da puta? Sim, ele foi, mas eu não desço do meu salto agulha NEVÁÁÁ.

Não gosto de joguinhos e nem gente mimizenta, ou seja, entendo você até aí. Sei que é complicado encontrar uma pessoa legal e disposta a andar junto, mas caso você tenha uma boa comunicação e lealdade com a pessoa que você está, tenho certeza que poderá melhorar a cada dia, é só você querer.

A única coisa que eu penso que merece uma atenção GRANDE é o descontrole. Não esquece que um dia você se atravessa com uma pessoa que não aceita esse tipo de merda e você apanha que nem cachorro…

Um beijo meu,

Gabe
gabe@malvadas.org

...

por em 29/12/2009 às 3:54

- Simele pensou.

- Acho que poderia seguir com isso…

- Agora vá dormir – ela disse – pra me cansar um pouco mais.

Eu acesso o Malvadas

por em 28/12/2009 às 13:35

O nosso leitor Sid Wilson mandou uma foto que vai agradar a mulherada. Já os leitores do blog não precisam necessariamente clicar e não precisam ficar traumatizados, basta pular para o próximo post! Assim, todo mundo fica feliz, não é?

Já as garotas que quiserem conferir na íntegra, basta clicar na foto.
Quer aparecer aqui? Mande sua foto para vanessa@malvadas.org

As mulheres e o banheiro

por em 28/12/2009 às 13:04

O grande segredo de todas as mulheres com relação aos banheiros é que quando pequenas, quem as levava ao banheiro era sua mãe. Ela ensinava a limpar o assento com papel higiênico e cuidadosamente colocava tiras de papel no perímetro do vaso e instruía: “Nunca, nunca sente em um banheiro público”.

E, em seguida, mostrava “a posição”, que consiste em se equilibrar sobre o vaso numa posição de sentar sem que, no entanto, o corpo não entre em contato com o vaso.

“A Posição” é uma das primeiras lições de vida de uma menina, super importante e necessária, e irá nos acompanhar por toda a vida. No entanto, ainda hoje, em nossa vida adulta, “a posição” é dolorosamente difícil de manter quando a bexiga está estourando.

Quando você TEM que ir ao banheiro público, você encontra uma fila de mulheres, que faz você pensar que o Brad Pitt deve estar lá dentro. Você se resigna e espera, sorrindo para as outras mulheres que também estão com braços e pernas cruzados na posição oficial de “estou me mijando”.

Finalmente chega a sua vez, isso, se não entrar a típica mamãe com a menina que não pode mais se segurar. Você, então verifica cada cubículo por baixo da porta para ver se há pernas. Todos estão ocupados. É sempre assim.

Finalmente, um se abre e você se lança em sua direção quase puxando a pessoa que está saindo. Você entra e percebe que o trinco não funciona. Ele nunca funciona. Você então pendura a bolsa no gancho que há na porta e se não há gancho (quase nunca há gancho), você inspeciona a área.

O chão está cheio de líquidos não identificados e você não se atreve a deixar a bolsa ali, então a pendura no pescoço enquanto observa como ela balança sob o teu corpo, sem contar que é quase decapitada pela alça porque a bolsa está cheia de bugigangas que você foi enfiando lá dentro, a maioria das quais não usa, mas que guarda porque nunca se sabe.

Mas, voltando à porta… Como não tinha trinco, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto, com a outra, abaixa a calcinha com um puxão e se coloca “na posição”.

* Alívio… AAhhhhhh… Finalmente! *

Nessa hora os músculos começam a tremer. Você está suspensa no ar, com as pernas flexionadas e a calcinha cortando a circulação das pernas, o braço fazendo força contra a porta e uma bolsa de 5 kg pendurada no pescoço.

Você adoraria sentar, mas não teve tempo de limpar o assento nem de cobrir o vaso com papel higiênico. No fundo, você acredita que nada vai acontecer, mas a voz de tua mãe ecoa na tua cabeça “jamais sente em um banheiro público!” e, assim, você mantém “a posição” com o tremor nas pernas.

E, por um erro de cálculo na distância, um jato finíssimo salpica na tua própria bunda e molha até tuas meias! Por sorte, não molha os sapatos. Adotar “a posição” requer grande concentração. Para tirar essa desgraça da cabeça, você procura o rolo de papel higiênico, maaassss, puuuuta que o pariuuuu! O rolo está vazio. Isso sempre acontece.

Então você pede aos céus para que, nos 5kg de bugigangas que você carrega na bolsa, haja pelo menos um miserável lenço de papel. Mas, para procurar na bolsa, você tem que soltar a porta. Você pensa por um momento, mas não há opção.

E, assim que você solta a porta, alguém a empurra e você tem que freiá-la com um movimento rápido e brusco enquanto grita OCUPAAADOOOO!

Aí, você considera que todas as mulheres esperando lá fora ouviram o recado e você pode soltar a porta sem medo, pois ninguém tentará abri-la novamente (nisso, nós mulheres nos respeitamos muito) e você pode procurar teu lenço sem angústia.

Você gostaria de usar todos, mas quão valiosos são em casos similares e você guarda um, por via das dúvidas. Você então começa a contar os segundos que faltam para você sair dali, suando porque você está vestindo o casaco já que não há gancho na porta ou cabide para pendurá-lo.

É incrível o calor que faz nestes lugares tão pequenos e nessa posição de força que parece que as coxas e panturrilhas vão explodir. Sem falar da porrada que você levou da porta, a dor na nuca pela alça da bolsa, o suor que corre da testa, as pernas salpicadas.

A lembrança de tua mãe, que estaria morrendo de vergonha se te visse assim, porque sua bunda nunca tocou o vaso de um banheiro público, porque, francamente, “você não sabe que doenças você pode pegar ali”. Nessa hora você está exausta.

Ao ficar de pé você não sente mais as pernas. Você acomoda a roupa rapidíssimo e tira a alça da bolsa por cima da cabeça! Então, vai a pia lavar as mãos. Está tudo cheio de água, então você não pode soltar a bolsa nem por um segundo. Você a pendura em um ombro, e não sabendo como funciona a torneira automática, você a toca até que consegue fazer sair um filete de água fresca e estende a mão em busca de sabão.

Você se lava na posição de corcunda de notre dame para não deixar a bolsa escorregar para baixo do filete de água. O secador? Você nem usa. É um traste inútil, então você seca as mãos na roupa porque nem pensar usar o último lenço de papel que sobrou na bolsa para isso.

Finalmente você sai do inferno. Sorte se um pedaço de papel higiênico não tiver grudado no sapato e você sair arrastando-o, ou pior, a saia levantada, presa na meia-calça, que você teve que levantar à velocidade da luz, e te deixou com a bunda à mostra! Nesse momento, você vê o teu carinha que entrou e saiu do banheiro masculino e ainda teve tempo de sobra para ler um livro enquanto esperava por você.

“Por que você demorou tanto?” pergunta o idiota.

Você se limita a responder: “A fila estava enorme”

E esta é a razão porque as mulheres vão ao banheiro em grupo. Por solidariedade, já que uma segura a tua bolsa e o casaco, a outra segura a porta e assim fica muito mais simples e rápido já que você só tem que se concentrar em manter “a posição” e a dignidade.

Obrigada a todas as amigas que já me acompanharam ao banheiro.

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Texto enviado pela nossa leitora Heloísa Guimarães.

Paixão Virtual

por em 28/12/2009 às 12:29

Conheci um cara em um site de jogos. Éramos parceiros de jogatina e resolvemos nos adicionar no Msn. Eu moro na capital de Minas Gerais e ele no Rio de Janeiro. No começo, ele vinha puxar papo e era simpático comigo, mas eu não respondia suas conversas. Acontece que depois de quatro meses nos falando virtualmente, aconteceu comigo algo que eu achava ridículo: “Paixão virtual”.

Digamos que o que eu sentia por ele era mais forte do que os amores reais que eu tive. Acho que essa paixão ficou tão avassaladora pelo fato de não podermos nos tocar. Eu imagino o toque e o cheiro dele. Me sinto entre a cruz e a espada. Da mesma maneira que eu adoro ficar conversando com ele eu odeio e fico triste. Tudo o que sentimos um pelo outro, não pode ser concretizado. O que eu posso esperar desse relacionamento?

Eu estou sofrendo. Fazem oito meses desde a primeira vez que nos falamos. Estou cega de amor. Eu mandei esse e-mail para vocês porque não sei o que minhas amigas vão pensar de mim. Na realidade, nem eu sei o que pensar. Queria amar ele mais. Queria ter ele perto de mim. Tudo seria tão mais fácil. Eu tenho ciúmes dele.

Meninas, quero saber o que eu faço! Sei que se eu der um basta, vou sofrer. Mas é melhor eu fazer isso agora, né? Vai que daqui um tempo ele aparece com outra mulher e termina tudo comigo?

Beijos,

Barbara

————
Lindinha, a opção que vem de imediato na nossa cabeça é terminar quando o sapato aperta, parece que é automático por causa do medo. Se você gosta dele, por que não busca conhecê-lo? Combinem de se encontrar, conversar, tenho certeza que vai ajudar muito. Se vocês se gostarem realmente, pode dar certo, só que requer esforço de ambos lados. Não esqueça que existe a possibilidade de não dar liga, de vocês não se atrairem, acontece.

E querida, qualquer homem pode aparecer com outra mulher e terminar com você, da mesma maneira que você também pode fazer isso. Não se livra de todas as oportunidades e pessoas que aparecem para você, dê chance à elas…

Um beijo meu,

Gabe
gabe@malvadas.org

Links da Semana

por em 28/12/2009 às 0:00

Mais um ano se acabando e nós aqui. Claro que o ritmo cai em dezembro, mas é apenas uma pausa. Em janeiro voltaremos com força total, ok? Muito obrigada a todos vocês leitores pelo carinho, críticas, sugestões, participações. Um feliz natal completamente atrasado, mas de coração!

Vi alguns posts por aí, selecionando os melhores blogs do ano. Obrigada a todos que nos indicaram. Gostaria de deixar aqui registrado que, para mim, o melhor blog deste ano com certeza foi o Testosterona.

Quero pedir desculpas aos leitores do Capinaremos pela ausência do Sandro, ele está todo empenhado na minha gravidez e deixou um pouco a atualização do blog de lado.

Então, sem mais para este momento, vamos aos melhores links deixados na nossa comunidade:

Dicas e Listas:

Receita de caipirinha

Top 5, fotos Taylor Lautner UI# (Jacob)

10 coisas que eu odeio no natal

O jogo do monstro e dos homenzinhos (defender game)

Dr. House ganhará game


Meninas, esse link é para vocês. Cliquem na foto e babem…

Humor:

Bêbado fazendo compras

Puxadinho de vidro no 103º andar

Tenso Master

Estacionando o Carro

Boneco do Tarzan #FAIL

Surpresas Natalinas

Rã na Montana


Clique e acesse um post especial para o natal masculino!

Sexy e Sexo:

Fantasias: Sexo com dois homens

Calendário Pirelli 2010

Pedobear à Solta no Natal

Ela não é mais virgem por causa do pai

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Quer ver seu link aqui? Mande suas sugestões na nossa comunidade

Virgem aos 18 anos

por em 27/12/2009 às 23:25

Tenho 18 anos e moro em uma pequena cidade no interior do Mato Grosso. E como toda cidade pequena, vulgaridade aqui rola solta assim como fofoca e mentiras. Apesar de eu ser bem mente aberta em relação ao sexo, casamento, namoro, eu não transei AINDA. Acredito fielmente que se for pra transar será com alguém que tenha no mínimo empatia e carinho. O que é claro, não tem aqui.

Os rapazes daqui são todos uns cavalos que só querem saber de meter e não ligam nem em usar camisinha. E não estou sendo dramática e nem escandalosa. É VERDADE. Minha mãe costuma dizer que não tem problema ser virgem aos 18 anos, até porque não é algo ruim COMIGO e sim com os rapazes daqui que não tem capacidade de agir da forma que se deve.

Certa vez fiquei com um rapaz que ficava apertando meus seios de forma brutal! Apertava minha coxa, beijava parecendo um camelo, então ele olhou pra mim e falou “cara, vamo ali pra casa que tô muito a fim de você!!” Dá pra imaginar o que se esperava dele na cama, se ele não sabia nem beijar ou ao menos ACARICIAR. Nem preciso falar que mandei ele praquele lugar e fui embora revoltada por ter perdido vinte minutos da minha vida com aquilo e agora imagino se tem homens piores que isso por aí.

Enfim, o que estou realmente encucada e desconfortável é: até quando vou segurar minha senhorita para alguém realmente digno? É errado isso? Estou sonhando alto demais? Ou deveria logo dar pra alguém aí?

Obrigada pela atenção. Um beijo pra vocês todas.

Joice.

Querida, fico muito feliz que você pense dessa maneira. Eu concordo na necessidade de empatia e uma pessoa que queria transar com VOCÊ e não apenas “botar pra dentro”.

Não existe nada de errado em esperar para perder a virgindade, esperar para encontrar alguém que vá ter cuidado e tesão para aquilo. Não é sonhar alto você querer alguém que não seja um ogro desprovido de sensibilidade para transar, penso que você faz bem.

Entendo que é complicado, pela vontade, desejo e tesão que você sente, mas vale a pena… quando você se sentir confortável com alguém, você vai saber se é o momento.

Um beijo meu,

Gabe
gabe@malvadas.org

Sobre...

por em 26/12/2009 às 20:38

Uma vez perguntei para minha irmã mais nova, que na época tinha sete anos, o que era Deus para ela.

- Deus é um não-sei misturado com um pouco de sorte.

Calei.

Papai Noel tatuado

por em 24/12/2009 às 18:46


Vitor Sanchez Martins, 54 anos, é um artista plástico que ganha um bom dinheiro no final do ano vestido de Papai Noel conta um pouco de sua vida, suas tattoos e de como ele se torna o bom velhinho no final do ano.

“Meu primeiro trabalho como Papai Noel foi há exatos seis anos, em um shopping de São Paulo. Na época, uma equipe de TV quis fazer uma matéria sobre a transformação de um cara normal em Papai Noel. Fiquei preocupado. Afinal, eu tinha um Lúcifer tatuado nas costas, e isso não pegaria bem no meu bico como Bom Velhinho.

Quando começaram as filmagens, pedi para que não mostrassem aquela ilustração no ar. Toparam, mas continuei encucado. Falei com minha mulher e ela me aconselhou a cobrir a tal tattoo para evitar problemas em futuros empregos natalinos.

Nunca imaginei que um dia eu iria me preocupar tanto com o que minhas tatuagens pudessem representar para crianças… Aliás, se um dia me falassem que eu ganharia dinheiro como Papai Noel profissional, teria dado risada! Eu era diretor de arte em uma agência de publicidade. Essa ideia maluca só surgiu depois que posei de Bom Velhinho para um fotógrafo amigo, numa propaganda. A foto foi um sucesso e o cliente adorou!

Portanto, mesmo todo tatuado, sou um Papai Noel e tanto. Me preparo para essa época do ano. Todo começo de dezembro clareio o meu cabelo num salão. Uma vez quase fiquei careca com o tratamento químico. Hoje dou risada, mas, com a cabeleira falha, perdi trabalhos.

Durante o resto do ano faço comerciais vestido de hippie ou de motoqueiro e também participo de feiras de tatuagem. Mas é como Papai Noel mesmo que faturo uma boa grana. Não tanto quanto alguns amigos meus, que chegam a ganhar até R$ 60 mil.

O pagamento varia muito. Depende do trabalho, que vai de desfile em shopping a campanha na TV. Quanto mais original de fábrica o Papai Noel for, mais ele ganha. A média que eu tiro nessa época é de R$ 10 mil. Nada mal, não?”

A dança Tribal

por em 24/12/2009 às 0:44

Decidi trazer hoje ao Malvadas um pouco da minha arte. Sou dançarina e há alguns anos me meti no mundo da dança tribal, que é desconhecida por MUITA gente. Sempre me perguntam se o que eu faço é dança do ventre, pois não há como negar as semelhanças e o fato que a dança tribal teve suas raízes no ventre, porém, já faz alguns anos (décadas na verdade), que o tribal e a dança do ventre já não se confundem mais.

Achei que seria legal mostrar aqui no site essa nova dança, que te traz infinitas possibilidades de mistura, tanto no sentido de musical (você pode dançar tribal com quase qualquer música) quanto pessoal, de figurino, cenicidade, etc etc… Espero que gostem!

História
Nasceu nos EUA na década de 70, impulsionado por grupos “folclóricos” que se apresentavam nas feiras na Califórnia e inspirado nas culturas tribais do Oriente Próximo, Médio Oriente, Norte de África e Espanha. O grupo precursor foi o “Bal Anat”, grupo de raiz folclórica, trazendo apresentações com espadas, cobras e até mágicas como entretenimento (Sim, foi o Bal Anat que inspirou a dança do ventre a utilizar acessórios na dança além do véu, como a espada, vasos, animais e etc.)

Nos anos 80, Carolenna Nericcio, aluna do Bal Anat, englobou em seu trabalho técnicas de repetiçao e condicionamento muscular (e mental) do Ballet Classico e posturas oriundas da dança flamenca. Incentivada pelas diferenciações do novo estilo, Carolena e sua trupe (Fat Chance Belly Dance – FCBD) deram novos contornos a história do Estilo Tribal. Que se tem registro, o FCBD é o único grupo de dança no mundo que possui um esquema de improvisação coordenada, ou seja, nenhuma das suas apresentações é coreografadas, ao invés disso, as bailarinas se comunicam através de sinais, dessa maneira, sabem quando e qual será o próximo movimento. A partir dos anos 90 o Tribal ganhou o mundo com o surgimento de novas trupes como Gypsy Caravan e Urban Tribal.

Tribal Fusion
Nos anos de 1990, o estilo Tribal passou a demonstrar mais força, e foi nos 90 que o Fusion apareceu. Trabalha com peças coreografadas ganhando liberdade de movimentos. O que mostra a constante evolução da modalidade Tribal. Deixa de ser somente uma dança de grupo e passam a ter duplas e solos. O Tribal Fusion abre uma vasta gama de possibilidades. São explorados muito além dos ritmos árabes, hindus, “aflamencados”, e outros como os havaianos, australianos , etc.

Para cada tipo de fusão temos determinações como Urban Dance, Gothic Fusion (sim, existe uma versão gótica da dança), Gypsy Fusion. É muito comum a escolha de músicas já fusionadas, com batidas eletrônicas por exemplo, trazendo os modernos como o street dance e o hip hop, costumando ter um estilo mais minimalista, trazendo os estilos ciganos, góticos, industrial e cabaret.  Abaixo três vídeos com grandes nomes do Tribal Fusion, em três estilos diferentes:

Com influência folclórica:

Com influência Hip Hop:

Com influência flamenca:

No Brasil, o estilo tribal tem mostrado sua cara desde de 2005, e já possuímos grandes nomes no estilo. Alguns deles (peço desculpas previamente aos que não citar, pois a lista seria enorme): Cia. Xamã Tribal (RN), Nanda Najla (BH) que mistura tribal com tango, Mariana Quadros (SP), Kilma Farias (PB) que mistura com ritmos regionais, e Damballah (RS). Como vocês podem ver, o tribal já dominou o Brasil inteiro.

Recomeço

por em 23/12/2009 às 23:11

Se eu disser que nunca o amei seria essa uma das grandes mentiras – mais uma das – que eu poderia inventar. Meu desejo por ele não era de corpo, era presença de alma. Precisava da respiração daquele sentimento seguro e concreto… nosso. Nele sentia que seria necessário um ponto fixo para poder ter onde partir minha vida. O amor que ele me dava era, então, minha base. E com ela me moldei, diria eu, rapidamente. Na época – e agora – não estava preparada para manter esse sentimento. E asseguro, ainda não estou e não acredito que um dia vá.

Não é de mim evitar o amor conjugal, apenas descobri que minha base não é fixa. Quero sentir sentimentos ruins, constantes, desprezíveis, bondosos, sinceros… quero o doce com o amargo misturados. Não sentir apenas o gosto da vitória. Escolhi, assim, uma vida angustiante e não permanente. Esse é meu risco, e eu aceito. Não me tenham pena, pois por dentro sinto bater algo com felicidade. Inconstante em minha eterna pluralidade.

Tão amada e odiada, estúpida e inteligente, fiel e mentirosa… Ah! Finalmente me vejo em tantas coisas. Estou pegando gosto pela vida.

Meu começo de viagem.

2007

Atinja o orgasmo feminino

por em 22/12/2009 às 13:25

Anorgasmia é a dificuldade feminina de se atingir o orgasmo. Pode ser primária (quando nunca teve orgasmo) e secundária (se já teve orgasmo e não está conseguindo ter mais).

Nem sempre conseguimos chegar ao ápice, as vezes o parceiro também não colabora ou estamos com a cabeça conturbada.

Na maioria são causas psicológicas, dificuldades de se relacionar com o próprio corpo, uso de drogas, violências sexuais vividas ou fatores culturais e religiosos (pecado, culpa, depressão, etc).

O orgasmo tem características individuais, é o climax do ato sexual, mas não pode ser forçado e nem exigido.

Por si só é prazeroso e se houver sentimento de afetividade envolvido, melhor ainda. Alcançar o orgasmo junto seria apenas um compartilhar no mesmo momento.

São inúmeras as coisas que podem estar acontecendo e que venha interferir nesse momento. Pensando nisso, separei algumas dicas para acabar de vez com esse problema.

1- Comece a explorar seu corpo para ver onde curte ser tocada. Assim, você descobrirá novas sensações, ficará mais solta e poderá ensinar o caminho do prazer ao seu parceiro. Em tempo: não tem essa de orgasmo bom ou ruim – ele é sempre bom, mesmo quando solitário, alcançado com masturbação.

2- Lembre-se que sexo também é parceria, cumplicidade e troca. Na cama, não existe essa de adivinhar. Isso quer dizer que uma dica aqui e outra ali ajudam o rapaz a fazer um bom trabalho.

3- Pense em sexo algumas vezes ao dia. Procure perceber como seu corpo responde ao que você sente. Boas opções são ver filmes eróticos, recordar um fato vivido ou mesmo fantasiar algo bem caliente.

4- Estimule o clitóris na hora do sexo. A maioria das mulheres só goza assim. Ou seja, é perfeitamente normal

5-
Quando transar, esqueça o mundo afora (só não deixe de visitar esse blog aqui). Deixe os problemas na rua, não pense em trabalho, em filhos, em nada. Com a cabeça focada no sexo, seu corpo responde melhor.

6- Fuja da rotina, surpreenda, experimente.

7- Assim que sentir estar perdendo o gosto pelo sexo, procure um médico. Faça exames e veja se há razões clínicas para isso. Se tudo estiver ok, as causas são emocionais, psicológicas. Então, procure um terapeuta ou um sexólogo.

8- Não desista do seu prazer. Se o sexo não anda bom, sinalize isso ao seu parceiro assim que possível. Fale com jeitinho, num momento adequado.

Se mesmo com essas dicas você não conseguir atingir o orgasmo, procure ajuda o mais cedo possivel. Se mesmo tomando os cuidados anteriomente mencionados você não tem orgasmos, procure um terapeuta sexual. Problemas hormonais e danos nervosos podem prejudicar seu desempenho.