Booger Network

Sobre a Rede

Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.

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Arquivo | junho de 2009

Photoshopada básica

por em 30/06/2009 às 16:18

Aquelas propagandas da Dove com gordinhas nunca caíram no meu gosto. Mas vi um vídeo deles que acho que vale a pena a mulherada ver de novo.

Não que mostre algo que já não sabemos.

Mas pode servir de consolo para aqueles dias em que nos achamos a feia do ano. Ele mostra como uma normal pode virar a gata do outdoor.

É… a equação maquiagem + cabelo + photoshop é tudo na vida de uma modelo.

E-mail do leitor

por em 29/06/2009 às 17:30

Olá, tudo bom? Bom, a maioria dos posts relacionado a sexo é você que escreve, então resolvi mandar o e-mail pra ti. É que apareceu uma dúvida esses dias, eu queria saber se tanto em sexo casual ou com namorada, se é broxante perguntar pra garota antes do sexo do que ela gosta ou se está afim de “novidade”?
- Juliano


Meu caro Juliano, na realidade é tão desagradável perguntar antes o que ela gosta no sexo quanto perguntar para alguém que já te mandou todos os sinais que está interessada em você: “Quer ficar comigo?”. O fato de ter que responder “Sim, eu quero.” ou o “Eu gosto disso e disso e disso” brocham um pouco as mulheres sim. Os dois casos são bem diferentes. Uma coisa é você dar uma trepadinha básica com uma desconhecida e outra é com a sua namorada.

Primeiramente uma regra básica para ambos os casos: As mulheres relacionam muito o sexo com o amor. Se não isso, a um vínculo afetivo qualquer. Mesmo aquelas que não querem nada além de sexo com você não vão querer que você tenha uma má impressão delas. O conceito de agradar é extremo.

Tente enquadrar a mulher dentro de um perfil de atitude na cama quanto a sua passividade. Uma mulher totalmente passiva, ou submissa, é aquela que gosta de receber ordens, que espera que o homem decida tudo, e o seu principal prazer consiste em dar prazer ao homem, não raramente estas gostam de se sentir escravas e vulneráveis. Uma mulher totalmente ativa, ou dominadora, é o oposto da submissa, é uma pessoa que quer tomar todas as decisões, preza principalmente o seu prazer, e tem fantasias de escravizar os homens. As pessoas variam dentro desses limites, cabe a você descobrir em que ponto ela está e em que ponto você está.

Se você está namorando ou ficando com ela é mais fácil entrar no assunto antes do que ela gosta ou o que ela acha bacana. Dá pra você se preparar antes e surprender sem quebrar o clima. Até porque você já conhece o corpo da tua mulher e ele fala demais. A mulher se contorce quando tá gostando, observe as reações dela. Se quiser inovar com as suas fantasias, leve ela a um lugar onde ela fantasie. Se a menina chega ao local, e já se excita com a ambiente, você estará em um ótimo caminho para se dar bem, e explorar seus desejos. Se ela se sentir incomodada, ela vai desviar o corpo e vai de você perceber isso.

Já no caso de uma transa casual sem compromisso tente se imaginar no lugar da garota: em um motel com um desconhecido. Mesmo com umas taças de vinho na cabeça, ela vai ficar nervosa imaginando o que você vai fazer, e como ela vai ficar pelada para alguém que ela não tem tanta intimidade. Converse amenidades. Faça um elogio. Tire o foco dela da tensão. Quando ela estiver mais relaxada, comece a fazer um carinhosinho ali, outro aqui, um cafuné, um beijinho de leve, e outra coisas “inocentes”. Vá aos poucos, aumentando os carinhos e reduzindo a inocência das atitudes sem deixar que ela lembre que estava tensa. Quando ela tiver relaxada é a sua vez. Seja 100% natural, faça as coisas que você gosta de fazer, e as que ela pedir se for do seu agrado. Se você gosta de transar de quatro, agarre-a e a ponha de quatro. Se você ver que ela não cedeu e está criando muito caso, pelo menos você tentou. Se você tiver seguro do que está fazendo e comandar a relação ela vai querer experimentar. Não esqueça que mulheres gostam tanto ou mais de sexo que o homem e estar em um sexo casual a liberta para fazer tudo que tem vontade sem se preocupar se você vai achar que ela é pra casar ou não.

No cinema

por em 29/06/2009 às 16:47

Maurício havia ligado horas antes me convidando para um cineminha. Confesso que estava mais para um chopinho gelado em algum barzinho descolado, mas sabia que quando ele cismava de assistir a algum daqueles filmes chatos que costumava ver, ninguém conseguia demovê-lo da idéia. O certo é que não queria ficar em casa de jeito nenhum, por isso não o contrariei. Ele passou em casa para me pegar. Desde que o havia conhecido nunca se atrasou, era sempre pontual. Por sinal, de certa forma as atitudes sempre certinhas dele me incomodavam. Pontual, educado, elegante, respeitador… Era tanta virtude num homem só que desejava que às vezes ele fosse um pouco menos perfeitinho. Comecei a perceber que algo não estava dentro do previsto naquela quinta-feira à tarde quando Maurício parou seu carro num estacionamento da avenida Ipiranga.

- Que filme vamos assistir, amor? – perguntei enquanto deixávamos o estacionamento.
- Surpresa… Quando chegarmos lá você vai ver – disse ele abrindo um sorriso maroto.

Só aquela palavra “surpresa” sendo pronunciada por ele já soava um tanto estranho. De curiosa passei a estupefata quando paramos de frente a um cinema decadente que exibia na entrada cartazes de filmes pornográficos.

- O que é isso, Maurício, algum tipo de brincadeira? – perguntei constrangida.

Comprou dois bilhetes e me levou para dentro da sala. Por essa hora, minha cabeça estava um turbilhão. Ao mesmo tempo que achava aquilo tudo muito estranho, sentia uma espécie de excitação que não conseguia explicar.

Entramos num corredor entre duas fileiras de cadeira onde só havia uma pessoa sentada. Apesar de haver vários lugares desocupados, nos sentamos justamente ao lado dessa pessoa que, agora, com a proximidade, vi que se tratava de um homem.

Tive o ímpeto de sair correndo daquele lugar. Eu ali, num cinema pornô, sentada entre meu namorado e um cara desconhecido enquanto na tela um homem com um caralho descomunal fodia uma loira com cara de vagabunda.

Notei que o homem desconhecido ao meu lado direito começou a esfregar a mão por sobre a calça enquanto olhava fixo para a tela. Virei à esquerda e vi que Maurício continuava impassível, olhos fixos na tela. Senti uma mão tocar minha coxa direita. Meu corpo estremeceu. Segurei a mão de Maurício tensa. Ele virou o rosto, viu aquele homem alisando minha perna e consentiu com o olhar. Definitivamente, aquilo não estava acontecendo comigo. Queria fazer alguma coisa, virar a mão na cara daquele safado, na cara dos dois pra dizer a verdade. Mas não conseguia. Vendo que não oferecia resistência, o cara continuou a alisar minha coxa direita com a mão, cada vez com mais vigor, cada vez mais próximo da minha calcinha. Senti meu coração palpitar, minha respiração estava acelerada.

Quando ele finalmente chegou onde queria, já não havia mais o que fazer. Minha última oportunidade de dar uma de mulher direita e sair dali dignamente havia acabado. Abri as pernas o mais que pude e deixei o caminho aberto para ele. Veio a explosão, as vibrações por todo o corpo, aquela sensação de ápice do prazer. Desci do assento e me ajoelhei. Pela primeira vez tive coragem de olhar seu rosto. Era um homem jovem, de uns vinte e poucos anos e até bem bonitinho. Fiz o que queria e tinha que fazer para retribuí-lo.

O Maurício naquele dia não me levou para nenhum motel. Voltamos para casa e no trajeto não pronunciamos nenhuma palavra sobre o acontecido. Hoje, nosso relacionamento está cada vez melhor. Conversamos bastante, saímos para dançar, viajamos, transamos, participamos de jantares em família e, de vez em quando, vamos ao cinema.


Conto enviado por Roberto Guerra. Contista, jornalista e leitor deste blog.

Bebê a bordo...

por em 29/06/2009 às 15:56

Tá aí gente, vim aqui mostrar pra vocês meu real motivo de estar tão sumida do blog. Tem alguém, que anda me perturbando, que anda me deixando tão cansada, tão sonolenta, com preguiça de levantar do sofá. Tem alguem sendo muito malvado comigo… Uma coisa tão pequena e que já deixa um sinal ótimo de bem estar físico. rs… Apresento a vocês o mascotinho ou mascotinha do Malvadas.

Minha malvadinha ou malvadinho:

É um prazer mostrar a vocês, meu pontinho de felicidade.
=)

Dança

por em 28/06/2009 às 21:04

O que não é a vida senão as várias oportunidades de risco?
Viver sem paciência
Sentir sem pensar

(multifacetados que somos)

…………

Dominar a linguagem do corpo e compreender sua própria natureza. Sentir-se íntimo as melodias de instantes. Uma dança mal-feita, amadora, rítimica… Nós dois, cada vez mais harmoniosos, um movimento e dois corpos. Mas há a dança da solidão quando não se está, ser sozinho somente para você é querer para si todas as dores.

Substanticvo singular.
E então se morre triste,

Prefiro um único movimento,
o último,
sem pensar.

Por Isa Perse

Eu leio o Malvadas

por em 28/06/2009 às 21:02

Primeiramente muito obrigada pelos e-mails e comentários. Estou em viagem ao Rio Grande do Sul mas assim que chegar em Curitiba, prometo responder todos. A foto abaixo é da gatíssima Janyne. Ela já é figurinha carimbada aqui mas não custa deixar de mandar um super beijo para ela que me ajuda horrores lá no chat e na comunidade do orkut.

E também aos homens que resolveram aparecer e assumir que acessam o blog. Obrigada meninos, mesmo. Na foto abaixo tá o nosso querido leitor paulista Herbert. Ele nos conta no e-mail que a ex-namorada dele que apresentou o blog (ex porque ele tá solteiro) Ele fala que não é um pão mas as meninas aqui mais que aprovaram ele. Tá com tudo hein, binho?

Michael Jackson não morreu...

por em 26/06/2009 às 17:40

Em homenagem a Janyne, Herbert, Anne, Carol Gomes, De, Tally, Diego, Priscilla, Israel e a todos os partipantes do chat. Adicione e fale com a gente: group272457@groupsim.com

Links da Semana

por em 26/06/2009 às 4:16

Igaum Links

Muito bem, chegou sexta um dia bem alegre para os não fãs do Michael Jackson, pois é dia de sair do serviço e ir beber com os amigos, curtir a noite com a namorada, ou no caso dos fãs do ex-negropop chorarem e lamentarem a subida no telhado do até então rei do pop, então sem lagrímas vamos alegrar a sexta e clicar nos links.

Homenagem Michael Jackson
Imagem do Desmotivado

Homenagem a Michael Jackson – Capinaremos

Samurai Vs. Baseball – Igaum

Repórter da Band Erra ao Vivo – Fester Blog

Todas as Coisas que os homens Sabem Sobre Mulher – Notícia Cretina [Verdade]

Concorra a Camisetas – Maldita Inclusão Digital

Caras e Bocas no Esporte – Botoja News

Coletânea de Proteções de Tela Super Legais – Blogueigoo

Orgia no Mundo Tetris – Turma do Fundão

Véio Surtando – Triplo Sentido [Ri Muito]

Porque eu me Demiti – TPM

Blogueiros (a) Tatuados – Red Hair Tattoo

Criança Brincando com Sorvete no Jogo do Brasil – Nada ve

Crueldade no Oriente Médio – Gente Estranha [Eu Chorei]

Festa Junina – Palavra Ácida

Jogos da Antiguidade – Zona Nerd

Transforme o FF em Namorado – Hello Stranger

Suicidio Fail – Torresmo Fresco

Trauma de Festa Junina – Omorista

Conquista

por em 25/06/2009 às 17:44

As mulheres sempre alegam que os homens devem conquistá-las diariamente. Concordo e discordo. Nem sempre o homem está disposto a conquistar. Não é que ele não goste de sua mulher- namorada-esposa-noiva-tico tico no fubá-, é que simplesmente ele não está afim. Não é algo ruim para as mulheres, ao contrário, existem várias justificativas para isso que não envolvem o relacionamento em si. São coisas que acontecem dia após dia. Fatos que infelizmente não passam despercebidos.

O principal motivo é que as mulheres esquecem de que o homem também precisa ser conquistado diariamente. Homem também se frustra se a mulher esquece disso e deixa tudo se transformar em rotina. Rotina e frustração acarretam em traição. Ou seja, o relacionamento necessita que tudo seja recíproco.

Mas aí você pergunta, como conquistar um homem dentro do relacionamento? O maior erro feminino é pensar que as mesmas coisas que agradam as mulheres sirvam para os homens. O homem não é uma mulher. Ele tem necessidades diferentes das femininas. Eles não precisam necessariamente ser conquistados todos os dias, precisam ser motivados. Deixem-os com a impressão que não possuem uma “dona” e sim uma companheira que podem confiar.

Como? Simples. Deixem eles saírem com os amigos. Não espere que ele te peça para fazer isso, queira que ele vá se divertir. Entenda que quando não existe pressão num relacionamento, ele flui melhor. Quando ninguém é obrigado a nada, você sente saudade, você sente vontade de fazer as coisas. Se você vai contrariado, isso só vai gerar problemas.

Normalmente a mulher diz se preocupa por dois no relacionamento mas na verdade é que os homens se preocupam apenas com eles próprios. Já as mulheres pensam nelas, nos parceiros, nas ex-namoradas dos parceiros, na relação e o quanto isso está afetando a vida dela… Sofrimento sem razão. O dia que as mulheres entenderem que na maioria das vezes que os homens saem eles não estão interessados em pegar outras mulheresm todos serão mais felizes. Apenas sentimos falta de conversar com os amigos, beber e ver futebol. Resumindo: a melhor maneira de nos conquistar é fazer querer conquistá-las. É nos deixar bobos. Não se prende quem se ama. Aprendam isso.

No horizonte...

por em 25/06/2009 às 17:41


A gente sempre espera demais dos homens. Eles sempre nos surpreendem.

Contardo é que tem razão.

por em 25/06/2009 às 14:12

Faz umas duas semanas que o psicanalista Contardo Caligaris deu uma entrevista muito bacana sobre a angústia do homem contemporâneo, interessante principalmente para as meninas malvadas que lêem esse blog. Resumidamente o recado foi o seguinte:

Meu avô era um homem clássico, assim como minha avó era uma mulher clássica em seu papel. Ele, provedor e reprodutor. Pagava tudo, dava de comer, abrigo e ainda filhos: o sonho de toda a vovó. Ela, fora educada pela mãe – minha bisa – para ser fiel escudeira de seu homem e fazer tudo para que ele fosse feliz. “Por trás de um grande homem sempre há uma grande mulher” deve ser dessa época. Daí veio a revolução feminista. Meninas rasgando sutiãs, e aquelas que já votavam – menos no Irã – agora começavam a buscar espaço no mercado de trabalho até então masculino.

Trinta anos se passaram e hoje vemos o reflexo disso não só na mulher, mas principalmente no homem. Vocês mulheres batalharam pelo seu espaço e hoje, apesar de estatísticamente ainda ganharem menos, ocupam posições importantes demonstrando mais talento que a maioria de nós. Com isso conquistaram sua independência financeira e o sucesso, fruto do suor de gerações.

Cai o papel do homem provedor. Prover pra quem se hoje ela ganha mais que eu? É mais talentosa que eu?

Restava ainda o papel do reprodutor. Do pai. Mas desde a invenção do Luciano Szafir esse papel começou a ser questionado. Hoje produções, ou reproduções independentes são comuns e se você ainda não congelou seus óvulos, alguma amiga em 6 graus de separação o fez.

Cai o reprodutor. O pai. Cai toda a referência masculina de macho.

Esse efeito tem criado uma geração de homens de múltiplas referências. Do metrosexual, que tem na vaidade feminina o seu caminho para ser melhor, ao retrosexual, que tem na barba por fazer e nos sonoros arrotos sua marca de homem.

Dessa diversidade se tira apenas uma lição: hoje o jogo é igual. Os papéis são individuais e não coletivos. Andar de moto faz eu me sentir mais homem assim como comprar sapatos de salto fazem a mulher se sentir mais mulher. Andar de moto te faz sentir mais mulher assim com comprar um sapato sem salto me faz sentir mais homem. Por trás de um grande homem há o mesmo homem. Por trás de uma grande mulher há a mesma mulher.

Bem vindos a era da individualidade e acima de tudo, da parceria.

Eu acesso o Malvadas

por em 25/06/2009 às 1:35


Mas uma prova de ódio amor do meu compadre Danilo do blog Torresmo Fresco.
:*

Mande a sua também para vanessa@malvadas.org

Comunicado

por em 23/06/2009 às 18:53

Oi,

vim aqui, dizer que ainda existo e que por problemas pessoais e barrigais, tá difícil pro meu lado escrever coisas. Então eu não morri, eu ainda to aqui, e esse lugar é meu.

Tenho dito.

Etiqueta para o sexo casual

por em 23/06/2009 às 17:25

Homens com pavor de compromisso? Amores líquidos? O motivo não importa, o que importa é que o sexo casual está cada vez mais fashion e, sim, ele também pede uma boa educação. Confira!

1. Sem escova de dente
A noitada foi esquentando e você acabou na casa dele. Começa o rala-e-rola e é só alegria. E depois? Oh, sim, ele foi gentil e, após aquela performance incrível nos lençóis, convidou você para dormir lá e não a despachou dando aquelas velhas desculpas de sempre: “Tenho uma reunião amanhã cedo, a faxineira vai levar um susto, sou cientólogo e minha religião não permite”. Essa é a boa notícia. A ruim é que vocês comeram pizza de aliche no jantar e você não tem escova de dentes. Bom, nem preciso dizer que usar a dele nem pensar (você não emprestaria seu vibrador para ele, emprestaria? Pois é…). Então, tente duas saídas: 1- Escovar os dentes com o indicador e a pasta do moço. 2- Perguntar para ele se tem uma escova nova para emprestar. Se ele tirar da gaveta uma usada por outra moça, enfie na orelha direita dele e chame um táxi. Onde já se viu?

2. Você não se depilou
Não tem problema nenhum. Afinal, você estava de calça jeans, para que se depilar, não é? Isso acontece nas melhores famílias, principalmente na da Monga, a mulher gorila, prima do King Kong. Ok, concordo que uma das melhores coisas da vida de solteira é não ter que se depilar, já que o seu travesseiro não repara, mas quem mandou você descolar um pretendente bem nessa noite? Nesse caso, o ideal é, no caminho do local onde for rolar o sexo casual, você parar na farmácia e comprar o seu prestobarba cor-de-rosa, num discreto saquinho bege. Não é para sair com ele na mão! Seus dias de Woodstock acabaram. Não seja hippie, liberada, nem maluca! Agora, nunca pegue a lâmina dele para ficar com as pernas lisinhas. Primeiro porque ele vai perceber que não foi a Genivalda, a faxineira, quem usou, e você está aniquilada. Segundo, homens o-d-e-i-a-m que a gente use o treco de barbear deles. Sim, eles são apegados ao aparelhinho e a gente sempre deixa a lâmina mais cega que o Ray Charles com nossa quantidade de pêlos. Evite!

3. Ele não pediu seu telefone
Prepare-se porque essa vai ser dolorosa. Mas vamos lá, você aguenta e é para o seu bem. Querida, o sujeito não pediu seu telefone por um motivo muito simples: ele não está interessado e não vê diferença entre você e a samambaia da sala da mãe dele. E se ele não pediu você não vai virar e dar o número, certo? Aliás, esse já seria um bom motivo para parar de falar dele para todas as suas amigas. Mas antes que você borre seu rímel importado, saiba que isso não quer dizer que você fez alguma coisa errada. Portanto, não fique se torturando para lembrar todas as frases que disse durante a noite, o que ele respondeu e muito menos ponha a culpa no caroço da azeitona que você engoliu porque não sabia onde colocar.

4. Você não lembra o nome dele
Bom, com tanta avalanche de informação das revistas, jornais, tevê e internet a gente às vezes não lembra nem o nome do Gianecchini, imagine de um homem que mal conhecemos, principalmente se a quantidade de álcool ingerida, na noite anterior, derreter o tubo de plástico do bafômetro. Nesse caso, o ideal é usar adjetivos neutros, como querido, bonitão , etc. Mas pelo amor de Sidharta, o Buda, nada de chamá-lo de chuchu, 25 centímetros, berinjelão ou qualquer coisa do gênero. Não precisa se queimar, não é mesmo? Agora, preste atenção: programe-se para não dar um fora caso ele resolva ligar para você no dia seguinte, estilo: “Marcos? Qual Marcos?”. E torça para ele não falar a maldita frase: “Adivinha quem é…”. P-l-e-a-s-e, evite arriscar vários nomes para ele não pensar que você não é uma mulher e sim um time de futebol.

5. O cara acordou frio
Dormiu com um pavão e acordou com um pinguim? Saiba que, infelizmente, é muito comum, já que o nível de testosterona dele baixou e o camarada tem mais vínculo emocional com a fronha dele do que com você. Bom, o que fazer nessa hora? Não dá para gritar: “Quero minha tchetchênia de volta, seu insensível!”. O negócio é usar a sua criança interior para quebrar o clima. A frieza dele em parte é por medo de você achar que estão namorando. Nesse caso, seja divertida e diga coisas leves como: “Não nos procure, nós o procuraremos…” ou “Posso levar o cinzeiro de souvenir?”. Nada de dar uma de vítima, de mulher usada, de ficar se lamentando pela má sorte e pela maldição que se apodera de você pois os caras saem correndo. Querida, isso é démodé e você liberou a senha de acesso porque quis, não foi? Sexo casual é como roleta: ou dá vermelho ou dá preto. Ou seja, pode ser que vire namoro ou pode ser que você nunca mais veja o boniton na sua vida. Bola pra frente. Camarão que dorme… acorda coquetel.

6. Dorme ou não dorme lá?
Pois é, eu particularmente acho que dormir com um homem desconhecido é mais íntimo do que beijar o seu dedinho do pé, mas enfim… Se você acha que a noite vai ser mais romântica se ficarem juntos até a manhã seguinte, então lá vão umas dicas: se a sua única opção de roupa é o vestido de paetês dourados da noite anterior e ele não puder levá-la para casa, chame um táxi e finja que é uma atriz global indo para uma filmagem. Você não é fã de futebol para ficar dando tanta bandeira. Se ele dormir de conchinha e você detesta um pára-quedas nas suas costas, vai ter que curtir uma insônia braba. Pega mal empurrar o dito-cujo para fora da cama na primeira noite. Se você não trouxe nenhuma maquiagem na bolsa (o que é imperdoável!) e acordar um Jason-sexta-feira-13 de feia, tente levantar antes dele e caia fora para seu talvez futuro amor não registrar a imagem. Mas não esqueça de deixar um bilhetinho meigo com seu telefone, ok?

7. O que dizer na despedida?
Concordo que essa é a pior hora do sexo casual. Ninguém sabe muito o que falar porque ainda não tem certeza do que quer. A vontade é dizer: “Olha, eu gostei de você. Te achei interessante, inteligente, bonito e seu Jaguar preto é muito simpático. Então, eu gostaria não só de te ver de novo, mas também de namorar, noivar e casar com você. Posso ir vendo o vestido?”. Porém não é bem assim que as coisas acontecem, né? Além disso, todo mundo parece perfeito à primeira vista. A melhor coisa é evitar aqueles chavões: “A gente se vê”. Como assim, se vê? Tipo quando e onde? Em vez de “chavonar”, fale apenas: “A noite foi muito agradável. Seria ótimo vê-lo de novo…”. E pronto! Se você for muito ansiosa, peça o telefone dele e diga: “Eu te ligo, ok?”. E não dê o seu! Agora, se ele virar e dizer: “Se cuida!” Pode desistir e partir para outro porque ele está falando sublinarmente que não vai cuidar de você e você que se vire. Cruzes! Ninguém merece…

8. Você se arrependeu de topar
Isso acontece. Quantas vezes você já não levou para casa um sapato e se arrependeu? Uma blusa? Um filhote de pequinês? Pois é… Uma vez uma amiga queria porque queria que eu conhecesse seu primo. Ela deu meu telefone para ele e ficamos de jantar numa sexta à noite. Quando ele chegou, fiquei encantada: muito sofisticado, bem vestido e bonito. Ele me levou num restaurante bárbaro e quando sentamos à mesa a primeira frase que ele falou, antes de pedir o vinho, foi: “Escuta, você é toda tão bonitinha, porque não faz uma plástica?”. Acho que foi Buda quem me segurou para não responder: “E por que você não opera o seu …?”. Bom, nem preciso dizer que me arrependi de ter saído com o sem-noção. Mas de qualquer forma o lugar era bacana, o ravióli de pêra – maravilhoso – e o sujeito acabou me contando a vida sexual inteira dele. Então até que valeu. Portanto: relaxe e goze, minha amiga. A noite acaba logo. No panic!

9. O cachorro morre de ciúme dele
Eu me lembro de um episódio de Sex and the City no qual a personagem Carrie conhece um cara fantástico. Eles começam a namorar, mas ela fica tão obcecada em descobrir qual a estranheza dele que se dá mal: ela o pega fuçando a caixinha preta que ele escondia com os brinquedinhos da infância… Mas digamos que o homem que você conheceu na danceteria ou no Museu de Cera seja um cara razoavelmente equilibrado e te convida para tomar um vinho na casa dele. E tudo começa a rolar normal até que você descobre que o pinel não é ele e sim a cachorra dele. Sim, ela é apaixonada pelo dono e não vai largar esse osso nem a pau. Ela pula em cima de vocês na hora do bem-bom, devora o seu escarpim e faz xixi na sua perna. E ele? Ah, ele acha tudo uma gracinha, claro. A filhinha dele… Como você não pode chamar a carrocinha nem pra um, nem pro outro o jeito é ir para o quarto dele e fechar a porta. Sim, amiga, mesmo que a cachorra fique berrando como se tivesse engolido uma jaca. Transcenda…Transcenda…

* Com Dicas de Sexo