Booger Network

Sobre a Rede

Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.

Anuncie

Integer erat orci, congue sed feugiat eu, pharetra in tellus. Nulla vel est et mi fermentum ullamcorper at a justo. Fusce scelerisque nisi vehicula mauris placerat quis accumsan dolor adipiscing. Donec tempus, nibh ut volutpat fermentum, mauris sem imperdiet ante, at dignissim magna tortor in dui. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit.

Contato

Blogueiros

Praesent ac elit metus. Ut sed sem nec lorem fringilla molestie a vel risus. Phasellus a commodo felis. Praesent at libero velit.

Leitores

Donec facilisis, sapien ut elementum faucibus, justo urna dignissim sapien, vel elementum lorem est euismod nisi.

Anunciantes

Fusce vitae nunc mi, quis faucibus orci. Nam id lorem justo. In arcu lectus, commodo eget pharetra sed, rutrum quis sapien.

Arquivo | maio de 2009

Desde sempre...

por em 30/05/2009 às 22:10

Dica do leitor Sandro do Capinaremos.

Será que é possível amar novamente?

por em 29/05/2009 às 19:03

Quando fui pra faculdade, a primeira coisa que resolvi foi “vou passar os quatro anos dando MUITO!“. Então, nos primeiros dias de aula, já fui examinando os bixos e os veteranos para avaliação. Coisa fácil, já que era uma faculdade de engenharia (ou seja: muitos homens) e que eu já conhecia metade dos veteranos antes de iniciar o curso.

(Explicação rápida: Titia Fênix era chefe escoteira dentro desta faculdade. Mulher bonitinha e gostosinha de saia plissada e meia três quartos? Conheci várias pessoas antes e depois das atividades).

Enfim, depois de uma semana de aula, eis que aquele ser chegou atrasado pra aula. Nunca o tinha visto na sala (sim, eu não reparo em nada), mas o cabelo grisalho, a camiseta branca, a calça cargo e as papetes (odeio papetes, mas ele estava lindo) chamaram a minha atenção. Um tiozinho estiloso. Resolvi que aquele seria o primeiro dos muitos na faculdade.

Perfil: 38 anos, 1,95m, 95kg, grisalho, casado e com o melhor humor que já conheci. (tá, 20 anos mais velho)

Fui dando um jeitinho, um jeitinho, e em uma semana ele estava me dando carona pra casa. Minha intenção era clara: dar e dispensar. Básico, como todos os outros. Eu dava brechas, ele não sabia como reagir. Depois de um mês de caronas, tínhamos uma viagem pela faculdade para fazer estudo de campo. Prainha Branca. Bertioga. Acampamento. É difícil de explicar, mas dei um jeito do ficante da época não poder ir comigo e ainda consegui uma ótima desculpa pra ficar na mesma barraca que o tiozinho. Era um bangalô de dois quartos, fácil! Chegamos na sexta de madrugada e até sábado à noite nada tinha acontecido. Ele chegou a ensaiar me pegar várias vezes, mas dava pra trás na hora do “vamovê”.

Sábado à noite tivemos um luau. Titia Fênix achou um grupo de surfistas jogando dominó… e lá ficou. Nem participei do luau. De vez em quando me traziam bebida, comida… e eu lá jogando com os surfistas. Pelo menos não ia ficar na mão, tinha um loirinho foda tentando me agarrar. Mas o alvo era o tio.

Percebi que ele ficou puto, e adorei. De repente, ele desapareceu, e, óbeveo, fui procurá-lo. Já estava na barraca, dormindo. Dei tchau pra todo mundo e me recolhi. Depois de uns 40 minutos, resolvi criar coragem e fui ao “quarto” dele. O acordei e perguntei “Posso dormir com você hoje?” e ele respondeu afirmadamente. Deitei, de camiseta e calcinha.

De repente ele me abraçou, olhou pra mim e perguntou se eu estava lá mesmo. Nossa primeira noite. Em resumo, não comi mais ninguém na faculdade, ele se separou pra ficar comigo e fomos morar juntos. Foi o único homem com quem não fiz apenas sexo. Fiz amor. Não era apenas a necessidade fisiológica, era uma necessidade espiritual estar ali, ao lado dele. Junto dele. Com ele dentro de mim. É tão diferente fazer sexo e fazer amor! Lógico, eu nunca gostei que usassem palavras melosas na hora do sexo – nem com ele. Mas eu sabia. Ele sabia. Fazíamos amor.

Eu sentia prazer só por dar prazer a ele. Eu gozava só de vê-lo gozar. Tinha aquela sensação única de fumar um cigarro juntos após o sexo, olhando pela janela, em silêncio. E os olhos diziam tudo um para o outro.

As atitudes românticas dele eram as mais inusitadas e surpreendentes. Uma vez ele parou o carro numa das maiores avenidas da região – comigo aos berros – só para pegar uma flor do canteiro central para mim. Ou então a vez em que ele pegou duas metades de uma melancia já consumidas e fez máscaras com a faca… e me deu de presente.

Deu certo por dois anos, mas a minha insegurança e imaturidade bateram de frente com a falta de compreensão dele. Ele se casou novamente, e na semana em que isso aconteceu ele me telefonou. Só pra dizer que era comigo que ele queria estar casado, não com a atual. E, depois do post que li aqui, lembrei dele. E deu aquele aperto no peito que eu conheço tão bem. O aperto que me acompanha há 5 anos e não me deixa livre para me envolver com ninguém mais profundamente.

Se eu lutei por ele? Não. Nunca lutei por ninguém. Sim, eu desisto fácil quando as coisas ficam difíceis. E isso me corrói até hoje. Falta ele na minha cama, no meu sofá, no meu carro. Falta ele na minha vida. Parafraseando Paula Toller, depois dele, já conheci muita gente, já gostei de alguns garotos… mas os outros são os outros. E a comparação é inevitável. Eu só queria ser só dele. Pra sempre.

Por Luca

Gata da semana

por em 28/05/2009 às 21:06


Quando eu falo que só tem gata que lê esse blog as pessoas acham que eu estou de mimimi. Mas além de terem um excelente bom gosto (hahahaha) elas são lindas. Não é nada difícil escolher quem vai ser a gata da semana e consequentemente a capa da nossa comunidade no orkut. Dessa vez é a curitibana, linda, loira e minha amiga Heloise que é um amor de menina.

Nome em japonês

por em 28/05/2009 às 17:00

Aprenda a escrever o seu nome em japonês:

A – ka
B - tu
C – mi
D – te
E - ku
F – lu
G – ji
H – ri
I – ki
J – zu
K – me
L - ta
M – rin
N - to
O -mo
P - no
Q – ke
R - shi
S – ari
T -chi
U – do
V - ru
W -mei
X – na
Y – fu
Z – zi

– Meu nome ficou Rukatokuariarika. Ou apenas Ru para os íntimos.


Dica da minha estimada irmã via e-mail.

Eu hein...

por em 28/05/2009 às 15:26

Papo moderno

- Oi, me conta como foi o encontro de ontem à noite?
- Horrível, não sei o que aconteceu…
- Mas por quê? Não te deu nem um beijo?
- Sim… beijar me beijou. Mas me beijou tão forte que meu dente postiço da frente caíu…
- Não me diga que terminou por aí…
- Não, claro. Depois pegou meu rosto entre suas mãos, até que tive que pedir que não o fizesse mais porque estava achatando o botox além disso me mordia tanto os lábios que ia explodir o meu implante de colágeno!
- E aí?… não tentou mais nada?
- Sim, começou a acariciar minhas pernas e eu o detive porque lembrei que não tive tempo para me depilar. Então me arrebatou com tanta luxúria e me abraçou tão forte que quase ficou com minhas próteses das nádegas nas suas mãos…
- E depois, que aconteceu?
- Aí então começou a tomar champagne no meu sapato…
- Ai, que romântico…
- Romântico o cacete! Ele quase morreu!
- Por quê?
- Engoliu meu corretor de joanete…
- Nossa, que ele fez?
- Você acredita que ele brochou e foi embora? Acho que ele é viado…

Uma mulher SUPER interessante

por em 28/05/2009 às 10:59

Para fazer pensarem que você é uma puta basta estar sozinha num bar. Você está lá e apenas quer esquecer as cantadas nojentas do chefe ou o fato da sua mão estar cheirando a alho e detergente, mas no final sempre haverá um cara perdido para perguntar se você quer companhia, como se estivesse fazendo um grande favor. E no meio de todo aquele álcool, fumaça e palavras perdidas que você ainda se prestar a dar atenção no fundo todas sabemos que é só uma palavra que passa pelas duas cabeças deles: foder.

Gastam seu diálogo à toa: alguns chegam com aquelas típicas cantadas infames, outros tentam parecer inteligentes ao fazer um resumo filosófico de um filme inútil, falam sobre o tempo ou sobre como você, mesmo tendo ficado quieta por horas com cara de louca na mesa de bar, parece ser uma mulher SUPER interessante. No final, os que ganham mais pontos são sempre os que pagam uma bebida. Eles adoram lembrar do fato de que somos mais suscetíveis aos efeitos do álcool ,e no final, nos fazem um grande favor em nos pagar drinques e assim fazer com que seu jeito idiota pareça ficar mais interessante a cada copo.

Mas não há como fugir, os homens não são muito mais espertos do que isso. Há aqueles que conhecemos em supermercados, engarrafamentos, trabalho, esbarrões propositais na rua…”conheço você de algum lugar?”. São os mesmos dos bares da vida, só que sem o álcool como desculpa. Estão na sua versão racional. Para mim bem mais desinteressantes. Na noite tudo pode acontecer. O dia, bem, sempre tive a sensação de que ele age como uma máscara na personalidade das pessoas. Como uma versão mentirosa do mundo.

Por Isa Perse

TRIBE LIGHT

por em 27/05/2009 às 19:57


TRIBE LIGHT – 18.julho.09 – PEDREIRA/SP

MAIN STAGE
23:00 PAUL MANZON
00:30 LIVIA
02:00 RODRIGO LEAL
03:30 220V LIVE!
04:30 KRUNCH LIVE!
05:30 GROWLING MACHINES LIVE!
06:30 PIXEL LIVE!
07:30 X-NOIZE LIVE!
08:30 VIBRA LIVE!
09:30 PSYSEX LIVE!
10:30 NEELIX LIVE!
11:30 ACE VENTURA LIVE!
12:30 DAHAN

TRIBE CLUB
23:00 FRANK CK
00:30 DRE
03:00 PROPULSE LIVE!
04:00 HUGO (ITALY)
05:30 OLIVER HUNTEMANN
07:30 DU SERENA vs GABE
09:30 LAYO & BUSHWACKA!
11:30 BECKERS
13:00 D-NOX

VALORES (SAINDO DE CURITIBA)

Á vista
- 160,00 c/ convite até 10/06 (ou esgotar o lote)
- 170,00 c/ convite até 01/07 (ou esgotar o lote)
- 180,00 c/ convite até 10/07 (ou esgotar o lote)

Em 2 x
- 1+1 de 85,00 c/ convite até 10/06
* 1ª até 10/06
* 2ª até 10/07

TRIP sem convite
- 110,00

* RESERVAS SOMENTE ATRAVÉS DE PAGAMENTO!!!

CONTATO
- Deco : email: starbus.ctba@gmail.com msn: decofuracao@gmail.com

COMUNIDADE NO ORKUT
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=16517811

Babado quente

por em 27/05/2009 às 15:15

A nossa colaboradora Nath vai ser mamãe. Não é lindo? Ohn!

Parabéns ao Wall também!

Felicidades aos novos pais.

Tremilicoman

por em 26/05/2009 às 15:43


Enviado pelo Sandro do Capinaremos

Dieta calórica

por em 26/05/2009 às 14:32

Era a enésima vez que íamos naquele restaurante. Comida razoável e preço de acordo com meu ridículo poder aquisitivo. Pedimos o de sempre: picanha grelhada acompanhada de arroz, fritas e uma saladinha mixuruca que só servia para aplacar a culpa de estarmos ingerindo tanta gordura. Luciana não me dava a menor atenção, como era a praxe há alguns meses. Estava mais interessada no prato à sua frente. Comia com sofreguidão; parecia até que o imenso bife poderia, de repente, fugir em disparada. Pedi mais uma cerveja para o garçom e acendi um cigarro. A Lu aproveitou o ensejo e solicitou uma nova porção de batatas fritas.

- A porção de fritas está vindo cada vez menor, né benzinho? – disse enquanto ruminava um pedaço de carne.

Acenei positivamente com a cabeça. Na verdade, a porção continuava a vir do mesmo tamanho. A capacidade de carga do estômago da Lu é que havia aumentado. Ela voltou a se entreter com a comida e eu com minha cervejinha. Era uma terça-feira chuvosa e fria e o restaurante estava pouco movimentado, o que era incomum. O bufê de saladas e frios, localizado no centro do salão, geralmente apinhado de gente em volta, estava vazio.

Olhava absorto a cena quando tive aquela visão maravilhosa. Era uma mestiça de japonesa de cabelos lisos até próximo à cintura. Longilínea, trajava uma minissaia preta que deixava à mostra o mais belo par de pernas que já havia visto na vida. Fiquei boquiaberto com aquela miragem. Voltei os olhos rapidamente para Lu, mas ela desafiava a si própria numa gincana para ver quantas batatas conseguia socar na boca de uma só vez.

Aquele inebriante par de pernas desfilou de lá para cá em torno do bufê e depois se dirigiu a uma mesa do outro lado do salão. Sentou-se ao lado de um sortudo que, logo mais, estaria saboreando aquelas saborosas e dietéticas perninhas. Eu, por minha vez, estava fadado a me empanturrar com um calórico pernil.

Conto enviado por Roberto Guerra – jornalista, contista e leitor deste blog.

Desencontro

por em 26/05/2009 às 1:34

Se ao menos eu pudesse dizer as coisas no exato momento em que nascem em mim. Me calo e por isso acreditam que sou desatenta. Busco apenas sentir da melhor maneira possível, e tentar assim, passar o máximo de sinceridade das coisas que me são. Sou ingênua demais quanto a momentos compartilhados. Quis me acostumar com a solidão e acabei conhecendo-a demais. Agora é ela quem eu procuro quando me sinto acuada, frágil demais em tentar ser alguma coisa. Não deveria ser o contrário? Deveria querer um abraço seu, algumas poucas palavras simples. Mas o mundo me joga contra coisas ásperas, duras de se sentir, inabaláveis. Não me acostumei a dividir momentos, e com isso acabei falhando no que queríamos ser juntos. Inquieta, respiração, deito a cabeça nos joelhos, sem pensar, pois não preciso disso por enquanto. Apenas sentir o momento me basta. Saber que me doem tantas coisas e que ainda assim, fui escolher compartilhar tudo isso. Desculpe pelos momentos em mim mesma, pelos instantes em que você, cansado, me pergunta coisas sem ter respostas. Queria que soubesse que se assim o faço é por saber que existem momentos em que as palavras nascem, momentos inexatos, mas estão lá. E elas sairão…quando enfim nos encontrarmos em um silêncio.

Por Isa Perse

O preço do esquecer

por em 25/05/2009 às 23:23

- Quer dar um teco, Marina?
- Não cheiro, obrigada.

Já faziam três dias que ela não dormia. Mas não precisa de cocaína para ficar acordada. Muitas vezes o amor dá insônia. Estava vivendo regada a cerveja. Olhou para os seus amigos que agora ficavam chupando o nariz sem parar. Estavam tão perdidos quanto ela. Optou por dar uns goles no uísque. Até que era bom. Fazia tempo que não sentia esse gosto. Uísque bom e de graça. Pensou que certamente o paraíso deve ter torneiras de uísque bom. Ficou ali, parada e jogando seus problemas no copo. Maldito – pensou. Lazarento. Ordinário. Maldito. Saia da minha cabeça. Desprezíveis eram as mentiras que ele contava. Mas, ela lembrava apenas dos olhos e do sorriso único que ele tinha.

- Tem certeza, Marina? Essa daqui é da boa, vai fazer você esquecer…

Marina levantou sem pensar. Andou até a mesa central da sala e pegou uma nota de 100 enroladinha que poderia sustentá-la por várias semanas. Se abaixou na mesa e aspirou. Sentiu a sala sumir, seus amigos sumirem, a mesa sumiu, a música parou, só ela, a nota na mão e o pó ardento no nariz. Um gosto amargo desceu na garganta. Sua boca ficou dormente. Maldita cocaína. Era boa. O diabo estava ali, do lado dela, rindo. Caiu no tapete nocauteada. Prometeu que o pegaria no próximo round. Olhou pro amigo e disse:

- Ele nunca vai me ganhar. Eu sou melhor que ele, além de ser maior, sou mais gata e tenho asas.
- Ele quem, Marina?

Pegou seu amigo pela mão e o puxou para fora. O céu estava completamente prateado e a lua os abraçava, tentando dizer que tudo ficaria bem. Ficaram ali com os pescoços tortos, sentindo o vento frio e os narizes formigando.

- Marina, estou com medo dessa gente. Não sei qual é a deles e estou bêbado.
- Deixa comigo. Eu cuido de você, Márcio.

Márcio era a discórdia. Completamente o oposto de Marina. Antipatia mútua, gratuita e imediata. Eles se odiavam. Marina não tinha vontade de ser legal. Nunca tinha tentado, passou a vida sendo antipática e ficando nos cantinhos, sem fazer o menor esforço. Não queria, nunca quis ninguém por perto. Nunca gostou de gente, grandes grupos pareciam um bando de moscas sorrindo umas às outras e zumbindo sem parar. Não queria nenhuma delas a sua volta, prefiria ficar sozinha na merda. Mas em uma bebedeira Márcio se aproximou e parecia saber que amizades são sagradas. Poucos entendem o que significa ser sagrado para os que não acreditam em nada. E ele, Márcio, parecia entender tudo o tempo todo. Então, Marina decidiu ser legal. Parar de usar casca de espinhos e ser doce. Foram se aproximando. Ele ainda desconfiado por causa do histórico dela. Quando se deram conta, lá estavam os dois bêbados deitados na grama molhada com dedos e narizes absolutamente petrificados. Encharcados de vinho ruim e conversas sobre a vida, sobre sonhos bestas, sobre amor e dor, saber e se foder, contaram histórias, riram bastante no meio do mato escuro. Tudo bem, porque eles estavam em uma festa com drogas e uísque caro de graça. Marina pensou como a falta de coragem fode com o mundo, derrota a todos com facilidade. Em como o mundo é cheio de covardes e como usam desculpas para terem fodido suas vidas. As pessoas tentam se convencer de que foi necessário, que fizeram as escolhas certas em nome da comodidade e do cagaço de perder tudo. Depois, quando entopem-se de bens, quando envelhecem, quando olham para trás, se dão conta que perderam a vida. Arrependimento é o sentimento mais inútil. De nada adianta andar para frente olhando para trás, o melhor que pode acontecer e desabar em um buraco e morrer lá, choramingando que deveria ter olhado para frente e se arrepender mais e mais até o dia em que morrer. Adormeceu olhando o céu no braço de Márcio. Por alguns minutos esqueceu do amor. Esperava não gostar tanto da idéia de esquecer…

Malandro é malandro...

por em 25/05/2009 às 15:07

Essa foto ele colocou por conta própria no orkut:
Já essa, ele foi obrigado a adicionar no álbum:

Enviado por e-mail pela minha irmã.