Booger Network

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Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.

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Arquivo | abril de 2009

Gripe suína

por em 30/04/2009 às 18:39

E foi assim que tudo começou…

Kibado do Kibe Loco

Aqui se faz...

por em 30/04/2009 às 1:30

Tem umas coisas que acontecem, sabe. Pessoas que são insanas. Tipo, igual quando mudam coisas que estavam calculadamente certas por um motivo escroto. Aí, o dia remarcado novo cai bem em um dia que deveria ser irremarcável. Ou quando você muda de cidade porque todo mundo que você gosta está longe, e pouco tempo depois essas pessoas se afastam, casam, trabalham demais, mudam de cidade ou mostram-se muito babacas, e você fica completamente sozinha, mas consegue escrever tanto que todo o resto perde o sentido.

Não me arrependo de fazer nada por ninguém. No fim, acaba sendo pra mim. Não tenho rumo, não tenho objetivo, não tenho nada além de escrever. Mas sei que vou sempre acabar onde deveria estar. Por isso que deixo a vida me levar pra onde ela quiser - plágio barato do Skank- fazer o que quiser comigo, me arrastar até o inferno ou me jogar no paraíso, porque quando o turbilhão parar, eu vou estar no lugar certo. Posso estar com a cara cheia de sangue seco, alguns dentes faltando e uma perna quebrada, mas isso não vai me impedir de dar um sorriso banguela. Dá tudo certo, mesmo que dê errado. Sempre dá.

As coisas que os homens falam

por em 29/04/2009 às 16:55

Queridos leitores, sinto informá-los que durante os próximos anos, vou xingar freneticamente os homens. Com licença, me sinto no direito. Não é nada pessoal, não mesmo. Vamos lá, vocês já ouviram coisas piores. Pense em um ano inteiro de diálogos e desculpas ridículas. Vou compartilhar os aburdos que ouvi:

- Fica comigo, cara. Larga a sua namorada e fica comigo.
- VOCÊ ACHA QUE EU SOU LOUCO DE FICAR COM VOCÊ?
[Comentário: Note a sensibilidade do rapaz. A abertura para o diálogo, a entrega. É realmente fascinante.]

- É foda para um homem ouvir as coisas que você me disse. Homens se assustam com a idéia de ser especial. E eu não sei.
- Homens? Acho que não. Talvez garotos.

[Comentário: Perceba o cagaço. O medinho de decepcionar. Perceba também que eu não fazia a mais puta idéia do que tinha dito sobre essa coisa de ser especial, porque tinha bebido pra caralho na noite em questão.]

- Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei.
[Comentário: O poder de decisão, a vontade de ir em frente. A capacidade de ir direto ao ponto. Isso realmente me impressiona.]

- Love me or leave me.
- Agora não dá. Não quero e não posso. Você é muito burra, vai estragar tudo.
[Comentário: Eu sou muito burra porque preciso conviver com um cara que tem namorada e não achar ruim. O mundo está virado, meu amigo.]

- Não aguento mais minha vidinha certinha e acho você uma puta mulher. Mas não posso ficar com você. Eu sei que vou pirar.
[Comentário: Mais um da série "preciso de uma mulherzinha". Ou "arrumei uma desculpa qualquer". Morram.]

XXXperience Curitiba

por em 28/04/2009 às 18:04

O novo tour 2009 da XXXperience, que completa 13 anos, acontece em Curitiba no próximo dia 23 de maio, sábado, na Fazenda Heimari. A programação e line up você pode ver clicando aqui. O que realmente me interessa é que eu vou ver (grito de fã histérica) eles:

Krome Angels

Na comunidade...

por em 28/04/2009 às 17:18

O que mulheres querem? Isso se tratando de homens. Querem mocinhos ou bandidos, cordeiros ou lobos? Que desgraça, mulher nunca está satisfeita com nada. Estou apaixonado, faço tudo que ela quer e mais um pouco, e não sou retribuido. É foda. Antes que me perguntem, sim, to apaixonado como nunca tive antes. Preciso daquela morena mais que o ar que respiro. E ela não vê, ou não quer ver isso. Ah, essas mulheres…
- Rafael Brusque

Mulher gosta de caras difíceis. Eu, por exemplo, quando eu fico com um cara e vejo que ele está afim de ficar novamente, desencanto. É engraçado mas é verdade, eu gosto de caras que não te dão esperança, ai você fica naquela expectativa “será que rola de novo?” Ainda mais se ele tem “A” pegada. Sempre acabo gamando em um galinha porque eu sei que tem milhões no pé dele. Espírito esportivo: ter a quem disputar. Não sei se todas as mulheres são assim, mas eu e minhas amigas somos, sempre gostamos dos mais dificeis e normalmente são eles que depois não nos dão bola e não passou só “daquela noite”. Seja dificil, muito carinho, muito beijinho, muito grude aaaaaaaaaaaaaaaa, no inicio é chato DEMAIS.
- Jessica

—-
Mande a sua dúvida ou sugestão na nossa
comunidade do orkut.

Parabéns

por em 28/04/2009 às 16:48

A nossa querida leitora Anne Matuella está aniversariando hoje.
Esperamos que você aproveite bem o seu presente.

Um grande beijo de toda a equipe do Malvadas.

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Quase nada

por em 28/04/2009 às 16:31

Eu quase consegui abraçar alguém na semana passada. Por um milésimo de segundo eu fechei os olhos e senti meu peito quase vazio de você. Foi realmente, quase. Ontem ri tanto no jantar, tanto que quase fui feliz de novo. Mas aí lembrei de você no meio da minha gargalhada. E fiquei triste de novo.

Hoje alguém se declarou para mim. Está apaixonado. Quem diria? Alguém gosta de mim. Eu acho que é recíproco. Quase consigo me animar com essa história, mas me animar ou gostar de alguém me lembra você. E fico triste novamente.

Eu achei que quando passasse o tempo, quando finalmente te visse livre, forte e indiferente, achei que quando eu sentisse o fim, passaria. Não passa. Não passa nunca. Os dias que passam, todos os dias. Chorar não é mais uma necessidade. É um alívio. É uma iminência. Sofrer? Isso deixou de ser algo maior do que eu e passou a ser um pontinho ali, no mesmo lugar, incomodando a cada segundo, me lembrando o tempo todo que aquele pontinho é um resto, um quase não pontinho.

Você, que já foi tudo e mais um pouco, é agora um quase. Um quase que não me deixa ser inteira em nada, plena em nada, tranquila em nada, feliz em nada. Eu quase consigo te tratar como nada. Mas aí, quase desisto de tudo. Quase ignoro tudo. Quase consigo, sem nenhuma ansiedade, terminar o dia tendo a certeza de que é só mais um dia com um restinho de quase. E, um restinho de quase, uma hora, se Deus quiser, vai se tornar um nada. Eu quase consegui te amar exatamente como você era, quase. E é justamente por eu nunca ter sido inteira pra você que meu fim de amor também não consegue ser inteiro.

Eu quase não te amo mais, eu quase não te odeio, eu quase não morro com a sua presença, eu quase não escrevo esse texto para você. O problema é que todo o resto de mim que sobra, tirando o que quase sou, sem você é sempre: “Quase nada”.


Texto da Tati Bernardi

Só cai quem voa...

por em 27/04/2009 às 16:17

Sempre defendi a tese que eu seria a última pessoa que morreria por amor. Sempre foi tão fácil desprezar o amor. Hoje entendi o motivo disso tudo. Sofrer por amor é confessar que você é frágil e ninguém quer assumir essa fragilidade. Em vez de sofrer, as pessoas ligam a televisão ou gastam horrores em shopping ou vão a uma rave e tomam uma droguinha da alegria ou enchem a cara num bar com os amigos. É tão fácil se distrair agora, tem tanta coisa para fazer, o mundo ficou tão grande e tão pequeno. Cada um faz o que bem entende com a sua dor. Alguns preferem afogá-la. Eu prefiro me afogar nela. Os resultados são sempre os piores, vale a pena sofrer para criar algo tão bonito que faça um total desconhecido chorar. Acho a dor tão digna. Não falo de depressão clínica ou de viver em uma infelicidade constante. Não quero ser sozinha, desgraçada e infeliz nem dopada, sabe. Não tem a menor graça. Tem que saber sofrer, saber até onde você pode se afundar para poder respirar na superfície de novo, senão você morre sem ar. Feliz quem consegue oscilar entre a dor extrema e a felicidade extrema. Gargalhar e chorar. Voar e despencar. Nadar no fundo do lodo. Levantar e voar de novo. E cair. E voar e cair. Como alguém pode viver sem isso? Que me desculpem os que não gostam de arriscar, mas só cai quem voa. E prefiro voar a andar sempre com os pés no chão. Não há nada que se compare ao frio na barriga que antecede a queda, os momentos antes de você se dar conta que vai quebrar as fuças no chão. Se você não tentar, nunca vai saber. E provavelmente vai se arrepender em alguns anos, vai achar que deveria ter se arriscado mais. Às vezes, ganhar é perder e perder é ganhar, depende do jeito que você vê as coisas. E eu sempre ganho. Sempre.

—-
Texto dedicado para minhas duas grandes amigas.
Talita pela sua coragem em recomeçar de novo e para a minha Ana que vai acordar logo e sair do fundo do poço.

Motivacionais

por em 26/04/2009 às 12:37


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Humor Negro

por em 26/04/2009 às 12:15

Vale o clique!

Eu não sou vendida

por em 26/04/2009 às 11:46

Preciso desabafar. Posso? Então, andei cogitando a possibilidade de parar de trabalhar oficialmente e ficar o dia todo escrevendo. É uma linda e nobre decisão, mas tá foda. Eu até aguento fazer qualquer coisa. Poderia ser stripper no escuro, para esconder as celulites. Ou cantar em uma banda cover. Ou cantar jazz deitada em cima de um piano. Talvez contar piadas no microfone de algum bar. Será que me levariam a sério se fosse piadista? Qualquer coisa que seja à noite e não ocupe minha cabeça, está valendo. Parei de trabalhar porque percebi minha energia criativa sendo sugada para o trabalho. Isso não pode acontecer. Não pode. Keep writing, the rest is bullshit. Não quero virar como todos os outros jornalistas, não quero, não quero, não posso me vender.

Isso me lembra do meu primo. Ele me disse que eu era uma vendida. Leu algumas páginas do meu livro, que está no último capitulo, torceu o nariz dele e disse “você é foda, mas é uma vendida”. Não, eu não me vendi. Eu faço o que gosto e acredito. Teria me vendido se fizesse algo que não acreditasse só por dinheiro. Não faço nada por dinheiro. Prefiro vender meu corpo a vender minha alma.

=(

por em 26/04/2009 às 0:57

Uma vez eu tive um peixe, um beta azul chamado Gluglu. É gay, eu sei. Todos os dias, ele me escutava e me olhava com sua cara de peixe através do vidro do aquário. Não era nenhum Nemo, nem nada, mas juro, era mais expressivo do que a maioria dos peixes que vejo por aí. Um dia fui trocar a água do Gluglu e a merda da água estava muito gelada. Assim que o coloquei de volta no aquário, ele abriu as guelras, virou de barriga e morreu. Cara, nunca me senti tão mal em toda a minha vida. Eu matei meu peixe. Não chorei, mas fiquei muito triste. Que bela bosta de dona de peixe que sou. Matei meu peixe com água gelada e acabei tendo que jogá-lo na privada por falta de opção. Ia fazer o quê, enterrá-lo? Acho que não. Sou contra enterros, não me agrada a idéia de carne apodrecendo cheia de vermes debaixo da terra. Também não poderia queimá-lo, porque o cheiro de peixe frito me faria sentir ainda pior. Jogar no lixo, fora de cogitação. Acabei jogando na privada mesmo, sempre lembrando do clássico Alligator e achando que Gluglu voltaria um super peixe azul e malvado e com raiva dos humanos. Ele nunca voltou. Tudo bem, Gluglu deve estar pulando bem feliz no céu dos peixinhos, onde não existem aquários nem donas idiotas que usam água fria demais.

Modernidades...

por em 26/04/2009 às 0:22


Beijo me twitta!
Já leu o Capinaremos hoje?