Booger Network

Sobre a Rede

Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.

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Se nada der certo...

por em 8/04/2014 às 14:36

Imagens, Random

se nada der certo

Aprendam, por favor.

por em 20/01/2014 às 19:14

Tirinhas

TATUAGENS

Cuidado com seus pedidos.

por em 17/01/2014 às 19:03

Tirinhas

Eles podem se tornar realidade.

sentimentos

Saudades.

por em 16/01/2014 às 20:01

Tirinhas

sdds

Amamentando em público

por em 11/12/2013 às 11:00

Imagens, Tirinhas

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Garota Interrompida

por em 10/12/2013 às 13:19

Outros autores, Relatos

O abuso sexual, um tabu que causa não só traumas, mas prazer e culpa

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Sofia* tinha 6 anos quando descobriu a sexualidade – pelo menos, na prática. Estava com o primo de 17, na casa da avó, quando ele começou a tocar regiões do seu corpo em que só sua mãe encostava, durante o banho. A menina não sabia que aquele tipo de carinho, nessas circunstâncias, não era natural entre adultos e crianças, embora aconteça em muitas outras famílias. E, nas primeiras vezes que Marcos* se esfregou nas coxas dela até ejacular, tocou seu clitóris ou mandou que ela fizesse sexo oral nele, Sofia ficava paralisada pelo medo da situação desconhecida. A confusão aumentou quando sentiu que os estímulos geravam uma sensação prazerosa – porém involuntária –, causada pelas terminações nervosas que se concentram nas zonas erógenas do corpo. Como qualquer criança, ela descobriria isso interagindo com amiguinhos da mesma idade e tocando o próprio corpo. Mas não deu tempo.

A menina passou oito anos se submetendo aos desejos eróticos do rapaz. Ele, então, pedia a ela que não contasse a ninguém o que faziam, senão os pais dela sentiriam vergonha. De fato, nenhum familiar, mesmo morando todos no mesmo sítio, parecia desconfiar. Nem quando ela completou 14 anos e Marcos a iniciou no sexo com penetração.

Mas por que, afinal, uma menina não diz “não” ao passar por isso? “É difícil dizer ‘chega’, pois a nossa sociedade é caracterizada pela submissão da criança ao adulto”, explica a psicóloga Karen Michel Esber, que escreveu o livro Autores de Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes. Sofia, hoje com 33 anos, confirma o que diz a especialista. “Ele se fazia de ‘o primo mais legal’ e criei certa dependência da relação.

Por isso, me sentia culpada. Como podia gostar do cara que fazia aquilo comigo?”, questionava ela. Embora nunca tenha sido pega à força, Sofia arriscava dizer “não quero”. Mas o garoto respondia que ia ser rápido e partia pra cima. “A mulher tem tendência a resistir, resistir até que cede. Quando a relação é saudável, o homem a corteja até ela se entregar por amor. No caso de abuso, ela entrega os pontos”, resume o psicanalista Oscar Cesarotto, da PUC-SP. Ele conta que suas pacientes que sofreram abuso sexual** só depois foram descobrir que as questões que as levaram a procurar seu consultório – dificuldade de se relacionar com filhos ou marido, ou travas sexuais – estavam associadas aos traumas da infância.

A constatação acima é comum a todos os médicos e psicólogos ouvidos pela Tpm. Os especialistas também concordam que casos de abuso acontecem com igual frequência em todas as classes sociais, embora percebam que nas mais altas o comum é abafá-los. Porém, quando o silêncio é rompido, elas costumam lidar melhor com a questão. “As mais pobres têm preocupações básicas de sobrevivência”, observa o psicólogo Julio Peres, autor de Trauma e Superação – O Que a Psicologia, a Neurociência e a Espiritualidade Ensinam. Por exemplo, se o salário vai dar para pagar as contas. “Já as que têm estudo, condições financeiras, enfim, mais possibilidade de refletir sobre si mesmas, assimilam melhor a experiência”, conclui.

Apesar das variáveis, ninguém que passe por isso está privado de conhecer, precocemente e de uma só vez, sensações tão paradoxais quanto prazer, culpa e solidão. “A criança sente dificuldade em saber que aquilo é errado. Geralmente, o abusador é alguém em quem confia, que muitas vezes dá doces ou um dinheirinho para conquistar o silêncio”, esclarece Daniela Pedroso, psicóloga e mestre em saúde materno-infantil. Ela trabalha há 12 anos no Núcleo de Atenção Integral a Mulheres em Situação de Violência Sexual do hospital paulistano Pérola Byington. Lá, todos os dias são atendidos entre 15 e 18 casos de violência sexual, sendo a metade deles com crianças. Mas estima-se que as 21 mil denúncias que o hospital recebeu em 16 anos representem apenas 10% do que acontece na realidade.

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Trepation Songs - The Corrs (Little Wing)

por em 6/12/2013 às 11:00

Trepation Songs

Apaixonada pelo filho do patrão

por em 5/12/2013 às 18:55

Papo com o leitor, Relacionamentos

http://curlytops.deviantart.com/

http://curlytops.deviantart.com/

Tenho 16 anos e em março desse ano arrumei um emprego. Nessa empresa os patrões são muito amigos dos funcionários e assim acabei me aproximando da família. Meus patrões tem dois filhos, um faz faculdade perto de onde eu estudo e quando eu saía tarde do trabalho ele me dava carona pra escola.

Há três meses essas caronas ficaram diárias, até que certo dia estávamos indo para a escola e ele disse umas coisas do nada!  Que não tava a fim de se envolver com ninguém agora, que está no último ano de faculdade, além de  trabalhar e estudar demais, que sofreu muito não quer mais isso pra si, nem para outra pessoa.

Quando chegamos na escola eu fui sair do carro e ele me deu um selinho, falou pra eu pensar no que ele tinha dito e que na hora da saída ele me buscaria. Nesse dia logo que entrei no carro ele falou: Espero que não tenha vindo aqui atoa! Chegando perto de casa rolou o primeiro beijo e foi aquela química de perder o ar. Nisso ficamos mais umas vezes, teve até um dia que ele passou lá em casa e me buscou ficamos no caminho para a escola.

Um belo dia saí cedo e ele também, aí rolou um convite de sairmos um pouquinho e eu aceitei. Paramos o carro para conversar e foi rolando aquela química inevitável: acabamos transando!
Eu inconsequente me apaixonei! Nisso fizemos mais três vezes, a última foi ontem e ele disse que só não vale se apegar, que a brincadeira tá boa assim, nem eu podia me apaixonar, muito menos ele! Fiquei assim sem reação, porque eu sabia disso mas tinha esperança dele se apaixonar por mim também…

O que eu faço? Dou um tempo e deixo ele pra lá? Ou invisto forte porque do jeito que ele falou parece que também pode se apaixonar apesar de não querer! A família dele super apoia, a mãe dele sempre diz que adoraria que eu fosse nora dela.

Um beijo fico no aguardo do seu conselho!
A. Caroline R. P.

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Diga não ao sutiã

por em 2/12/2013 às 12:58

Notícias

no-bra-44“De acordo com um estudo feito na França, está na hora das mulheres queimarem os sutiãs de novo, só que dessa vez podem jogá-los fora.

Isto porque, segundo o estudo conduzido durante 15 anos, usar sutiã não previne e pode ainda aumentar a queda dos seios.

“Os nossos primeiros resultados confirmam a hipótese de que o sutiã é uma necessidade falsa” afirmou o diretor da pesquisa, Jean-Denis Rouillon.

Jean-Denis chegou a esse resultado depois de medir os seios de 330 voluntários, entre as idades de 18 e 35 anos. Surpreendentemente, as mulheres que não usaram sutiãs tiveram uma queda de apenas 7 mm e registraram também peitos mais firmes.

Outra conclusão do estudo afirma que não há nenhuma evidência de que a peça íntima também previne problemas na coluna.

Além disso, os pesquisadores acreditam que os sutiãs atrapalham a formação de tecido mamário e, como consequência, a detetriorização dos músculos.

Daqui

Katerina Bodrunova - Tango

por em 30/11/2013 às 20:54

Galeria, Imagens

A fotógrafa russa faz ensaios submersos belíssimos, mas estas fotos do casal em poses de tango é algo surpreendente.

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Ponto de Vista

por em 29/11/2013 às 14:35

Imagens

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A melhor dança de casamento dos últimos tempos

por em 26/11/2013 às 14:55

Vídeos

Você achou que o post anterior não tem nada a ver e vai fazer uma puta festa de casamento mesmo assim? Ok, tudo bem.

Já viu que virou moda a dança durante a valsa nos casamentos? Entre tantos e tantos vídeos chegou em nossas mãos um casal que resolveu fazer a MELHOR APRESENTAÇÃO DOS ÚLTIMOS TEMPOS e treinaram muito. Resultado? Confere o vídeo!

Eu chorei igual a uma menininha. Fará todo o sentido para quem já assistiu “Dirty Dancing”.

Sobre a não importância de casar

por em 26/11/2013 às 13:03

Contos e Textos, Outros autores

2012-o-ano-dos-casamentos-vestidos-de-noiva-festa-comemoração-ano-novo-2Ouvi dizer: agora, eu sou casado, sou um rapaz sério. Numa outra conversa, vi uma pequena encher a boca para falar: eu parei com essa vida de rua, agora, eu casei. Aos padres, pastores e juízes, sinto lhes dizer: casamento não importa nada. O casamento, aquela festa bonita e cara, chata – vez em quando – não importa nada. As roupas chiques, os cabelos penteados, os sobrinhos perfumados não importam nada. Os bolos com quatorze andares, os docinhos engordativos e o teu tio bêbado no meio da pista de dança, também, não importam nada – tudo bem, que teu tio bêbado vale umas risadas e risadas importam.

Mas fora o luxo e as fotografias espontaneamente falsas, o casamento – aquele evento – é mero detalhe. Casamento começa na primeira entrelaçada de mãos quando o casal mal sabia que o outro odeia chocolate quente com açúcar e que o um sofre até hoje com a morte de seu primeiro cachorro chamado Muggy. Ou naquele primeiro beijo que fulaninho não fazia ideia de que fulaninha goza quando ele mete mais rápido.

Casamento é a comemoração do amor. E o amor, meus caros, é cotidiano.

Cansei de ver cerimônias com noivos repetindo frases de outrem, sem sal, sem amor, sem quentura de uma declaração bonita. O brilho, perdido nas luzes espalhadas pelo altar e pelas joias expostas, tem que estar nos olhos do casal, nas mãos trêmulas e nas palavras sinceras (até as repetidas).

Casamento é união das pessoas. É a celebração de uma relação e, não a salvação dela. O compromisso (que possui nome estranho, mas vale muito mais do que casamento) é o que importa nisso tudo. E quando você pede um beijo, um colo, uns meses, umas décadas e uns filhos para alguém, você está a pedindo em casamento.

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Abigail Breslin - A “Pequena Miss Sunshine”

por em 25/11/2013 às 18:07

Galeria, Imagens

Quem lembra da estrela do filme “Pequena Miss Sunshine” de 2006?

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A atriz Abigail Breslin (agora com 17 anos) posou para as lentes de Tyler Shields.

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Aplicativo Lulu e as Lulu(náticas)

por em 25/11/2013 às 14:30

Contos e Textos, Outros autores

Acordei dia desses e o assunto do dia era um tal de Lulu. Ignorei as dezenas de publicações e segui a minha vida (afinal as contas não se pagam sozinhas, não é?). No dia seguinte foi a mesma coisa: Lulu, Lulu, Lulu… “Mas que diabos é esse Lulu?”.

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Baixei.

Sorte a minha não ter almoçado ainda, pois com certeza eu teria vomitado.

Para os que ainda não sabem, o Lulu é um aplicativo onde as mulheres dão notas e adicionam hashtags anonimamente para os homens. Vi de tudo lá: desde grandes amigos meus lá, sendo julgados como “não faz nem cócegas”, até caras que eu realmente não conheço que entravam na categoria “carro do ano”. Hashtags infinitas que eu sinceramente não vou lembrar e não faço a mínima questão do mesmo.

Minha sensação foi de tristeza. Onde estamos indo com tudo isso? Desde quando as relações humanas se tornaram uma questão de escolha por nota, tamanho de pau ou seja lá o que for? Olha, eu já saí com caras que não tinham um puto no bolso e me diverti como nunca. Já saí com cara que tinha carro do ano, casa na praia, apartamento próprio e uma conta bancária recheada. E ele foi um grande babaca. Já saí com cara de pau grande e adivinha? Não dava conta do recado. Já saí com caras de pau pequeno e gozei como ninguém. Não dá para simplesmente categorizar um relacionamento baseado no que você viveu com fulano e sabem o motivo?

Cada indivíduo é diferente um do outro. Nós funcionamos de maneira diferente com diferentes pessoas.

Mais alguns pontos:

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