Booger Network

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Booger Network é uma compilação de blogs dispostos em diversas categorias. Estamos em fase de expansão e em breve teremos mais blogs e diferentes categorias.

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Uma palavra e... adeus sexo!

por em 20/09/2015 às 3:32

Contos e Textos

Sábado cinzento é um daqueles dias propícios para não se fazer nada. Nem para isso Marina tinha ânimo. Entre checar suas mensagens, comer e ver televisão se dedicou a entender o porquê das pessoas parecem tão interessantes quando se está casada e totalmente sem graça quando se está solteira.

Após o desastre do seu último relacionamento havia prometido que só iria se envolver novamente quando encontrasse alguém que valesse a tentativa. Difícil. Quando chega uma certa idade as possibilidades tornam-se quase nulas. É necessário, então, ser muito maleável para não ficar sozinha. Acabou que estava perdidamente apaixonada por um colega do trabalho. Homem comprometido. Para piorar a situação ele também se mostrava muito interessado no que ela tinha a oferecer. Existia algo e isso todo mundo já havia reparado. A intimidade, essa ingrata, a colocou como conselheira amorosa. E não é que ele se mostrava insatisfeito com a noiva? Reclamava, mas não cogitava a possibilidade de largá-la. Ela escutava e não conseguia dizer que não queria ouvir os problemas de relacionamento dele. Cada um com os seus,oras!

A única coisa que queria no momento era arranjar alguém minimamente interessante para sair. Alguém solteiro de preferência – e isso não tinha nenhuma ligação com sexo. Queria esquecer o Rafael. Nem vê-lo mais. Sabia que não demoraria muito para querer andar de mãos dadas com ele. Almoçar, sair, voltar pra casa juntos ou voltar para casa sozinha e encontrá-lo deitado na cama. Não adiantava, não aprendia e não entendia: o amor dói. O amor sempre vai doer.

Pode-se chamar de coincidência da vida, mas tocou o telefone e era ele. Ela suspirou fundo e atendeu. Do outro lado da linha ele dizia que estava à toa bebendo vinho (em pleno meio do sábado). Ela rodopiava a colher no copo de café. Pensou que seria uma ótima oportunidade para ver o que ele realmente queria. Tentou planejar uma estratégia. Afinal, ele já tinha dado o primeiro passo. Seria fácil convidá-lo para sair. Quando sair e vinho estão na mesma conversa as intenções nunca são boas.

Ele aceitou. Ela sabia que tinha feito uma jogada arriscada. O clima estava no ponto certo: se desse certo se envolveriam e se desse errado ainda dava para dizer que era um encontro de amigos. Acontece que algumas mulheres têm o poder de auto-sabotagem e quando isso impera não há quem consiga contê-las.

– Rafael, a sua noiva também vai? É que não quero que fique algo estranho por chamá-lo para sair. Tudo pela amizade, meu amigo!

Ele ficou em silêncio por alguns segundos e foi aí que ela percebeu que havia selado o destino. Como estragar toda uma paquera chamando de amigo a pessoa que acabara de dar a entender que transariam loucamente no outro dia? Não foi preciso muito mais que isso para a conversa broxar. Um balde de água fria. Aquele momento em que você repensa o que está fazendo. Rafael sutilmente desligou acreditando que não estavam no mesmo rumo da conversa.

Ela sentou no sofá, incrédula, e tentou entender como consegue dizer as coisas mais desconexas nos momentos em que deveria ser sutil. Pegou seu caderninho e anotou: “Nunca mais chamar de amigo alguém que você quer transar”. Essa informação, mais tarde, lhe seria de grande ajuda.

Enquanto isso na C&A...

por em 7/05/2015 às 11:22

Imagens

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O arrepio que sinto

por em 7/04/2015 às 20:44

Contos e Textos, Textos (Vanessa)

arrepioÁs vezes me questiono a intensidade do que vivemos. Nós dois. Poderia ser tantos outros… Haviam pessoas bem mais legais, interessantes, amáveis e disponíveis. E eu, que já havia escolhido tantas vezes ‘os errados’, não queria me machucar. De novo. E é óbvio que me apaixonei. Caí de quatro. Não reclamo, longe disso. Quis ter isso com você. E nossa… nos amamos como nunca. Tudo era perfeito: o toque, o gosto, o movimento, a sincronia, você em mim. E vivi intensamente aquilo porque sabia que não duraria por muito tempo. Era impossível dar certo. Era previsto. Existem pessoas que não nasceram para serem de uma pessoa só. Você é um exemplo disso. Simples assim. E bem que me avisou que não era bom em relacionamentos. Eu optei por me entregar. Como seria diferente? Quem resiste ao teu olhar e, Deus, o seu sorriso? O teu sorriso é uma arma que me deixa sem defesa. O teu olhar faz qualquer uma esquecer o que é certo ou errado. Toda vez que lembro das suas mãos parece que as sinto. Que poder é esse? Então fecho os olhos e sorrio. Porque você deixou sua marca em mim. E é tão bom suspirar por você. É tão bom sentir o arrepio que me proporciona sempre que lembro da junção dos nossos corpos. Isso ninguém me tira. Hoje não existe mais ‘nós’. Seguimos nossas vidas, conhecemos outras pessoas e vivemos. Nossos planos se perderam no tempo, mas e daí? Estranho seria se não sentisse. Isso não faz parte de mim e do meu mundo. É algo impossível. E de você? Sinto saudades.

Se nada der certo...

por em 8/04/2014 às 14:36

Imagens, Random

se nada der certo

Aprendam, por favor.

por em 20/01/2014 às 19:14

Tirinhas

TATUAGENS

Cuidado com seus pedidos.

por em 17/01/2014 às 19:03

Tirinhas

Eles podem se tornar realidade.

sentimentos

Saudades.

por em 16/01/2014 às 20:01

Tirinhas

sdds

Amamentando em público

por em 11/12/2013 às 11:00

Imagens, Tirinhas

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Garota Interrompida

por em 10/12/2013 às 13:19

Outros autores, Relatos

O abuso sexual, um tabu que causa não só traumas, mas prazer e culpa

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Sofia* tinha 6 anos quando descobriu a sexualidade – pelo menos, na prática. Estava com o primo de 17, na casa da avó, quando ele começou a tocar regiões do seu corpo em que só sua mãe encostava, durante o banho. A menina não sabia que aquele tipo de carinho, nessas circunstâncias, não era natural entre adultos e crianças, embora aconteça em muitas outras famílias. E, nas primeiras vezes que Marcos* se esfregou nas coxas dela até ejacular, tocou seu clitóris ou mandou que ela fizesse sexo oral nele, Sofia ficava paralisada pelo medo da situação desconhecida. A confusão aumentou quando sentiu que os estímulos geravam uma sensação prazerosa – porém involuntária –, causada pelas terminações nervosas que se concentram nas zonas erógenas do corpo. Como qualquer criança, ela descobriria isso interagindo com amiguinhos da mesma idade e tocando o próprio corpo. Mas não deu tempo.

A menina passou oito anos se submetendo aos desejos eróticos do rapaz. Ele, então, pedia a ela que não contasse a ninguém o que faziam, senão os pais dela sentiriam vergonha. De fato, nenhum familiar, mesmo morando todos no mesmo sítio, parecia desconfiar. Nem quando ela completou 14 anos e Marcos a iniciou no sexo com penetração.

Mas por que, afinal, uma menina não diz “não” ao passar por isso? “É difícil dizer ‘chega’, pois a nossa sociedade é caracterizada pela submissão da criança ao adulto”, explica a psicóloga Karen Michel Esber, que escreveu o livro Autores de Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes. Sofia, hoje com 33 anos, confirma o que diz a especialista. “Ele se fazia de ‘o primo mais legal’ e criei certa dependência da relação.

Por isso, me sentia culpada. Como podia gostar do cara que fazia aquilo comigo?”, questionava ela. Embora nunca tenha sido pega à força, Sofia arriscava dizer “não quero”. Mas o garoto respondia que ia ser rápido e partia pra cima. “A mulher tem tendência a resistir, resistir até que cede. Quando a relação é saudável, o homem a corteja até ela se entregar por amor. No caso de abuso, ela entrega os pontos”, resume o psicanalista Oscar Cesarotto, da PUC-SP. Ele conta que suas pacientes que sofreram abuso sexual** só depois foram descobrir que as questões que as levaram a procurar seu consultório – dificuldade de se relacionar com filhos ou marido, ou travas sexuais – estavam associadas aos traumas da infância.

A constatação acima é comum a todos os médicos e psicólogos ouvidos pela Tpm. Os especialistas também concordam que casos de abuso acontecem com igual frequência em todas as classes sociais, embora percebam que nas mais altas o comum é abafá-los. Porém, quando o silêncio é rompido, elas costumam lidar melhor com a questão. “As mais pobres têm preocupações básicas de sobrevivência”, observa o psicólogo Julio Peres, autor de Trauma e Superação – O Que a Psicologia, a Neurociência e a Espiritualidade Ensinam. Por exemplo, se o salário vai dar para pagar as contas. “Já as que têm estudo, condições financeiras, enfim, mais possibilidade de refletir sobre si mesmas, assimilam melhor a experiência”, conclui.

Apesar das variáveis, ninguém que passe por isso está privado de conhecer, precocemente e de uma só vez, sensações tão paradoxais quanto prazer, culpa e solidão. “A criança sente dificuldade em saber que aquilo é errado. Geralmente, o abusador é alguém em quem confia, que muitas vezes dá doces ou um dinheirinho para conquistar o silêncio”, esclarece Daniela Pedroso, psicóloga e mestre em saúde materno-infantil. Ela trabalha há 12 anos no Núcleo de Atenção Integral a Mulheres em Situação de Violência Sexual do hospital paulistano Pérola Byington. Lá, todos os dias são atendidos entre 15 e 18 casos de violência sexual, sendo a metade deles com crianças. Mas estima-se que as 21 mil denúncias que o hospital recebeu em 16 anos representem apenas 10% do que acontece na realidade.

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Trepation Songs - The Corrs (Little Wing)

por em 6/12/2013 às 11:00

Trepation Songs

Apaixonada pelo filho do patrão

por em 5/12/2013 às 18:55

Papo com o leitor, Relacionamentos

http://curlytops.deviantart.com/

http://curlytops.deviantart.com/

Tenho 16 anos e em março desse ano arrumei um emprego. Nessa empresa os patrões são muito amigos dos funcionários e assim acabei me aproximando da família. Meus patrões tem dois filhos, um faz faculdade perto de onde eu estudo e quando eu saía tarde do trabalho ele me dava carona pra escola.

Há três meses essas caronas ficaram diárias, até que certo dia estávamos indo para a escola e ele disse umas coisas do nada!  Que não tava a fim de se envolver com ninguém agora, que está no último ano de faculdade, além de  trabalhar e estudar demais, que sofreu muito não quer mais isso pra si, nem para outra pessoa.

Quando chegamos na escola eu fui sair do carro e ele me deu um selinho, falou pra eu pensar no que ele tinha dito e que na hora da saída ele me buscaria. Nesse dia logo que entrei no carro ele falou: Espero que não tenha vindo aqui atoa! Chegando perto de casa rolou o primeiro beijo e foi aquela química de perder o ar. Nisso ficamos mais umas vezes, teve até um dia que ele passou lá em casa e me buscou ficamos no caminho para a escola.

Um belo dia saí cedo e ele também, aí rolou um convite de sairmos um pouquinho e eu aceitei. Paramos o carro para conversar e foi rolando aquela química inevitável: acabamos transando!
Eu inconsequente me apaixonei! Nisso fizemos mais três vezes, a última foi ontem e ele disse que só não vale se apegar, que a brincadeira tá boa assim, nem eu podia me apaixonar, muito menos ele! Fiquei assim sem reação, porque eu sabia disso mas tinha esperança dele se apaixonar por mim também…

O que eu faço? Dou um tempo e deixo ele pra lá? Ou invisto forte porque do jeito que ele falou parece que também pode se apaixonar apesar de não querer! A família dele super apoia, a mãe dele sempre diz que adoraria que eu fosse nora dela.

Um beijo fico no aguardo do seu conselho!
A. Caroline R. P.

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Diga não ao sutiã

por em 2/12/2013 às 12:58

Notícias

no-bra-44“De acordo com um estudo feito na França, está na hora das mulheres queimarem os sutiãs de novo, só que dessa vez podem jogá-los fora.

Isto porque, segundo o estudo conduzido durante 15 anos, usar sutiã não previne e pode ainda aumentar a queda dos seios.

“Os nossos primeiros resultados confirmam a hipótese de que o sutiã é uma necessidade falsa” afirmou o diretor da pesquisa, Jean-Denis Rouillon.

Jean-Denis chegou a esse resultado depois de medir os seios de 330 voluntários, entre as idades de 18 e 35 anos. Surpreendentemente, as mulheres que não usaram sutiãs tiveram uma queda de apenas 7 mm e registraram também peitos mais firmes.

Outra conclusão do estudo afirma que não há nenhuma evidência de que a peça íntima também previne problemas na coluna.

Além disso, os pesquisadores acreditam que os sutiãs atrapalham a formação de tecido mamário e, como consequência, a detetriorização dos músculos.

Daqui

Katerina Bodrunova - Tango

por em 30/11/2013 às 20:54

Galeria, Imagens

A fotógrafa russa faz ensaios submersos belíssimos, mas estas fotos do casal em poses de tango é algo surpreendente.

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Ponto de Vista

por em 29/11/2013 às 14:35

Imagens

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A melhor dança de casamento dos últimos tempos

por em 26/11/2013 às 14:55

Vídeos

Você achou que o post anterior não tem nada a ver e vai fazer uma puta festa de casamento mesmo assim? Ok, tudo bem.

Já viu que virou moda a dança durante a valsa nos casamentos? Entre tantos e tantos vídeos chegou em nossas mãos um casal que resolveu fazer a MELHOR APRESENTAÇÃO DOS ÚLTIMOS TEMPOS e treinaram muito. Resultado? Confere o vídeo!

Eu chorei igual a uma menininha. Fará todo o sentido para quem já assistiu “Dirty Dancing”.